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. Ronaldo/Rossana Lidorio
AMEM (A Missão de Evangelização Mundial) APMT (Agência Presbiteriana
de Missões Transculturais) ÚLTIMA MENSAGEM : 08/12/2009 Manaus, fevereiro de 2007
Queridos irmãos, louvamos a Deus por um tempo tão bom em nosso encontro anual com os missionários do Amanajé neste mês de fevereiro. Ali oramos juntos, ouvimos os relatórios de cada área de trabalho, avaliamos nossas atividades em 2006 e lançamos, na presença de Deus, vários alvos para 2007. Enviamos abaixo a foto do nosso encontro anual. Tivemos o privilégio de receber e ouvir o Henrique Terena que nos falou sobre evangelização indígena. Também neste ano tivemos conosco todos os missionários indígenas que atuam no Amanajé. Alguns vieram com suas famílias. Marjorie nos ajudou com as crianças durante as reuniões e Euza (mãe de Ronaldo) também esteve conosco durante estes dias. Apenas Márcio e Isaura, com as filhinhas Evelise e Marílis, não puderam comparecer por estarem dedicando este ano para o estudo do Inglês. Recebemos 6 novos missionários na equipe que comecarão nesta semana a orientação do campo, terão orientação de selva e depois conhecerão de perto as necessidades e possibilidades de cada área indígena. Somos atualmente 33 missionários que trabalham entre 10 diferentes etnias indígenas. Como equipe, atuamos em diversas áreas como análise linguística e cultural, evangelização e plantio de igrejas, discipulado e treinamento indígena, além de atividades sociais ligadas à educação, saúde e subsistência. Pedimos que orem conosco por alguns dos principais alvos neste 2007: 1. Direcionamento dos 6 novos missionários para seus campos de atuação. 2. Desenvolvimento da equipe que atua entre os Maku do Alto Rio Negro. Continuidade no estudo da língua e cultura destas etnias. 3. Desenvolvimento da equipe que atua entre os Tukano do Alto Rio Negro iniciando o evangelismo nas aldeias nos derredores de São Gabriel. 4. Amadurecimento das igrejas indígenas que estão sendo plantadas (2 em São Gabriel, 1 em Santa Isabel, 1 na periferia de Manaus, 1 no rio Cuieiras) com especial ênfase no treinamento de líderes locais. 5. Desenvolvimento das possibilidades de atuação missionária na região de Santa Isabel com plantio de uma igreja indígena multicultural na cidade, evangelismo nas aldeias dos derredores e investimento no discipulado indígena. 6. Mapeamento de uma área ao longo do Rio Solimões e pesquisa de alguns agrupamentos Yanomami e Kwyauí no Alto Rio Negro. 7. Realização de atividades sociais: clínicas médicas, projetos de subsistência e educação. Agradecemos suas orações por nós. Em Cristo Jesus _ Equipe Amanajé Márcio, Isaura, Ronaldo, Rossana, Marcelo, Cláudia, Iraque, Silvéria, Francisco, Rose, Flávio, Mara, Cácio, Elisângela, Daniel, Vanusa, Adilson, Cíntia, Léo, Lia, Carol, Jossandro, Viviane, Gabriel, Crislaine, Silvério, Inésia, Jacinto, Felícia, Jaime, Cleide, Rapha, Beth.
09/04/2007 _ E toda a língua confesse
que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai. (Filipenses
2:11)
Queridos irmãos,
Desejamos compartilhar algumas de nossas alegrias neste 2007, e também os principais motivos de oração. Tivemos em fevereiro uma ótima
conferência missionária do Amanajé. Somos atualmente 33 missionários
espalhados em 10 diferentes etnias indígenas aqui no Amazonas.
Tivemos também um tempo muito abençoado
na orientação de campo (cerca de 15 dias) com os 6 novos missionários
que chegaram neste ano. Logo depois passamos 4 dias na mata
para a orientação de selva que foi muito proveitosa. É uma
turma jóia, disposta e tranquila.
Em março procuramos organizar a
parte administrativa do Amanajé como também colocar em dia
nossa participaçao na adminstração de alguns projetos em Gana,
especialmente a distribuição dos Novos Testamentos. Participei
de um módulo de antropologia aplicada no CLM (ALEM - Brasília)
e da convenção da MEVA (Missão Evangélica da Amazônia) em
Boa Vista, Roraima. Foi ótimo estar com os irmãos. Também
Marcelo e Claudinha nos visitaram por alguns dias e neste
período realizamos juntos a primeira consultoria antropológica
sobre a cultura Hupda. Dias proveitosos e de ótima comunhão.
No momento estamos nos preparando
para uma viagem no alto rio negro que se dividirá em três
partes:
a) Visitar, com Chico, Rose e Léo,
algumas aldeias Tukano nos derredores de São Gabriel, pensando
no futuro envio de missionários.
b) Visitar alguns missionários
que estão no alto rio negro, cidades e aldeias, bem como as
igrejas indígenas em São Gabriel.
c) Acompanhar os 6 novos missionários
até a região de Santa Isabel onde há várias possibilidades
ministeriais.
Em Santa Isabel percebemos três
grandes desafios, sobre os quais pedimos suas orações. O povo
Kwyauí, que já visitamos em três ocasiões em 2005 e 2006,
da família Maku, que se espalha em aproximadamente 15 aldeias
e ilhas. Nada possuem do evangelho. O povo Yanomami que nos
convidou para desenvolvermos ali um projeto de educação. A
cidadezinha de Santa Isabel, onde há mais de 20 etnias representadas,
havendo necessidade de uma forte igreja indígena, com visão
e motivação missionária para toda a região.
Pedimos suas orações:
1. Por nossa viagem no alto rio
negro: tempo com os missionários e proteção nas viagens. Por
Vivi e Ronaldo Junior que ficam em Manaus com minha mãe: Euza.
2. Por sabedoria do alto em relação
ao desenvolvimento de atividades missionárias na região de
Santa Isabel.
3. Pela turma que viaja no fim
deste mês para o trabalho Hupda (Marcelo, Cláudia, Adilson
e Cíntia). De forma especial por Adilson e Cíntia, que se
instalarão agora na aldeia. Pelo caderno de transição Português-Hup
preparado por Marcelo e Cláudia, que será agora revisado.
4. Por Cácio e Elis com os Yuhupdeh.
Estão desenvolvendo bem o estudo da língua e animados com
o ótimo relacionamento com o povo.
5. Por Chico, Rose e Léo, atuando
na igreja Tukano, e com alvos de expandir o evangelismo em
algumas aldeias nos derredores de São Gabriel.
6. Por Daniel, Vanusa, Rapha e
Beth, que estão tendo bastante trabalho nestas semanas aqui
na base em Manaus. Também pela igrejinha Ticuna com a qual
colaboram.
7. Por Flávio que está no rio Cuieiras
enquanto Mara (que está em estado avançado na gravidez) o
aguarda aqui em Manaus. Proteção e saúde para o casal neste
momento tão especial. Pela construção da casa missionária
e conclusão da igreja.
8. Por Jossandro e Viviane, com
o pequeno Victor, que estão se alojando em São Gabriel. Por
clara direção ministerial.
9. Por Gabriel e Crislaine que
estão se preparando para seguir para Santa Isabel. Devem iniciar
contato com os Yanomami da região. Por sabedoria e segurança.
10. Por Carol que está em São Gabriel,
planeja passar um tempinho com a Rosane (da missão ALEM) entre
os Dâw e depois seguir para Santa Isabel. Por direção ministerial.
11. Por Lia que está em São Gabriel,
também visitará os Dâw e seguirá conosco para Santa Isabel.
Por direção ministerial.
12. Por Silvério e Inésia com a
igrejinha Aruak. Por boa liderança e sabedoria para levar
adiante o trabalho.
13. Por Jacinto e Felícia, entre
os Tariano. Especialmente pela saúde de Felícia, que está
fragilizada nestas últimas semanas.
14. Por Jaime e Cleidinha em Santa
Isabel. Estão trabalhando bastante. Segurança nas viagens
e bom relacionamento com o povo.
15. Por Iraque e Silvéria no Recife.
Pela saúde de dona Geni, mãe de Silvéria, bem como pelos projetos
nos quais eles estão envolvidos no Amanajé.
16. Por Márcio e Isaura na Inglaterra.
Pelo bom estudo do Inglês, adaptação ao contexto e suprimento
de suas necessidades.
Também nos alegramos pelo lançamento de alguns novos livros: Com a mão no arado (Editora Betânia), Restaurando o ardor missionário (CPAD) e Unafraid of the sacred forest (Christian focus publication). Nosso site (www.ronaldo.lidorio.com.br) possui um link para as editoras. Agradecemos a todos vocês que têm nos acompanhado, com
carinho, encorajamento e oração, ao longo dos anos. Temos
experimentado o cuidado de Deus a cada dia.
Em Cristo Jesus.
Ronaldo e Rossana
"Deus tem tudo sob controle e age na hora certa. Não
sabe o que é pressa ou atraso"
(Allan Maberly - do impressionante livro "Deus chegou
ao Tibete")
- - Olá queridos,
Que o Senhor os abençoe a cada novo dia.
Aqui estamos bem e animados. Com a chegada dos seis novos
missionários somos hoje uma equipe com 33 pessoas atuando
em 7 diferentes rios, entre 10 etnias indígenas.
Região de São Gabriel da Cachoeira
Rossana e eu chegamos recentemente de uma viagem de duas
semanas, às regiões de São Gabriel e Santa Isabel, além
de alguns outros rios, no Alto Rio Negro. Visitamos os missionários
do Amanajé e nos alegramos ao ver como o Senhor os tem sustentado
nesta caminhada.
As igrejas em São Gabriel vão muito bem. A igreja Tukano
(com Chico, Rose e Léo), e Aruak (com Silvério e Inézia,
Cácio e Elisângela) têm experimentado dias bons, com investimento
no evangelismo e discipulado. Estivemos com Cácio e Elisângela
na aldeia onde trabalham e foi bom vê-los tão adaptados
e com um ótimo relacionamento com o povo. Marcelo e Claudinha
bem como Adilson e Cíntia estavam se preparando para subir
para suas aldeias no Alto Rio Negro. Recebemos notícias
de que chegaram bem e estão iniciando a rotina de trabalho.
Planejam permanecer três meses ali. Jacinto e Felícia também
já retornaram para a aldeia Tariano onde continuam o trabalho.
Região de Santa Isabel do Rio Negro
Seguimos para Santa Isabel com seis novos missionários
que estavam em fase de definição ministerial, além dos amigos
Sérgio e Mirian que vieram também visitar o campo. Foi um
tempo muito gostoso, de visitas às aldeias, conversa e oração.
Assim, Carol, Gabriel e Cris estão se dirigindo para
o trabalho com o povo Yanomami, com portas que estão se
abrindo. Lia, juntamente com Jaime e Cleide, estarão juntando
forças para o trabalho com o povo Nadeb do Téa. Rodolfo
e Beatriz, da SIL, que trabalham há anos com o povo Nadeb
do Roçado, têm sido nossos preciosos conselheiros nesta
iniciativa e visitaram várias aldeias conosco. Jossandro
e Viviane juntarão forças com Jaime e Cleidinha no trabalho
em Santa Isabel que envolve plantio de uma igreja indígena
e treinamento de liderança local. Tivemos a alegria de ganhar
um ótimo terreno da Prefeitura para a futura construção
da Igreja Indígena em Santa Isabel. Ele mede 50 por 50 metros
e fica localizado no bairro de maior presença indígena na
cidade.
Região de Manaus
Aqui em Manaus Daniel e Vanusa juntamente com Rapha e
Beth estão bastante envolvidos com o povo Ticuna como facilitadores
do estudo da Palavra. Também tem aumentado bastante a demanda
logística sobre eles, pelo crescimento da equipe Amanajé.
Flávio e Mara tiveram a alegria do nascimento da primeira
filhinha, a Ana Beatriz, dias atrás. Estão tendo dias bons
e todos passam bem, graças a Deus. Os irmãos da igreja indígena
de Terra Preta estão bondosamente colaborando com o trabalho
no rio Cuieiras durante este período que o casal permanece
em Manaus.
Márcio e Isaura têm nos dado notícias do bom tempo no
estudo do Inglês na Inglaterra. Recentemente Márcio perdeu
o seu pai, o que foi uma experiência difícil, especialmente
estando distante. Oremos pela família. Iraque e Silvéria
continuam o cuidado com D. Geni, mãe de Silvéria, e colaborando
na Igreja Presbiteriana das Graças. Iraque se prepara para
uma visita ao campo ainda nestes dias. Tivemos a alegria
de receber também Hans e Rosi, diretores da AMEM para as
Américas, aqui no norte. Foram dias proveitosos e de grande
encorajamento para nós.
Oração por nossa família e ministério
Pedimos que orem conosco, por alguns motivos pessoais
e ministeriais.
1. Por boa saúde para as próximas viagens. Junho e Julho
serão meses com várias viagens no interior do Amazonas,
visitando nossos missionários em 5 diferentes rios. Tenho
me recuperado de uma virose e temos orado por boa saúde
para este período.
2. Por sabedoria no ministério. Nosso presente ministério
se desenvolve em quatro áreas principais sobre as quais
temos orado por sabedoria a cada dia.
a) Coordenação do Projeto Amanajé, que é nossa prioridade.
Envolve o pastoreio da equipe e coordenação ministerial.
Somos também responsáveis pelos mapeamentos étnicos em novas
áreas de trabalho.
b) Acompanhamento de dois projetos missionários junto
aos Konkombas em Gana, África. Devemos visitá-los em 2008.
c) Consultoria missiológica junto a algumas organizações
missionárias na América do Sul, Central e África.
d) Envolvimento com o despertamento missionário da Igreja
em nosso país. Temos dedicado 30% do nosso tempo, a cada
ano, para participar de conferências e encontros visando
o engajamento da Igreja com a evangelização.
3. Por suprimento do Senhor para as viagens. Especialmente
para as viagens no interior do Amazonas. Com o aumento da
equipe cresce também a necessidade de viajarmos mais para
acompanhar os ministérios, o que envolve vôos locais, viagens
de barco e voadeira (canoa motorizada). Assim pedimos orações
pela provisão do Senhor para tais viagens.
Foram lançados dois livros recentemente. A Editora Christian
Focus Publications publicou "Unafraid of the sacred forest"
no qual partilhamos os primeiros anos do trabalho entre
os Konkombas em Gana. Bárbara Burns organizou o livro "Contextualização:
a verdadeira comunicação do evangelho", lançado pela Editora
Transcultural, que possui textos de vários autores
como resultado da consulta sobre Contextualização promovida
pela APMB e no qual participamos com dois capítulos.
Louvamos a Deus por você, pelo envolvimento conosco ao
longo dos anos, e oramos para que o Senhor derrame graça
e paz em sua vida.
Grande abraço,
Ronaldo e Rossana Lidório
Quando Deus te reanima Ronaldo Lidório Sabemos que a vida humana é marcada pela inconstância do coração. Há dias em que somos tomados pela esperança e outros marcados pela melancolia. Há dias de encorajamento e dias de inquietante desmotivação. Há dias de paz e dias de angústia. Dias de alegria e dias de amargura. Dias bons e dias maus. Perante esta inconstância da vida somos confrontados com um Deus totalmente estável, firme e inabalável. A Bíblia nos apresenta Deus como o sol do meio dia, as grandes montanhas de Sião, o forte cedro do Líbano e as altas muralhas de Jerusalém. C.S. Lewis nos lembra que o Senhor não se abala, e esta é a fundamentação da certeza de que seremos salvos. Davi é um exemplo de inscontância humana como talvez
nenhum outro personagem na Palavra. Foi guerreiro implacável
e na força de Deus derrotou o gigante Filisteu. Por outro
lado adulterou com Bate-Seba e traiu Urias, um de seus
leais soldados. Reconstruiu Jerusalém que passou a ser
chamada cidade de Davi. Mas também magoou seus filhos
e foi um desastre como pai. Era temente ao Senhor e foi
chamado homem segundo o coração de Deus. Entretanto, em
sua família houve incesto, assassinato, mentiras e traição.
Talvez um dos momentos de maior melancolia e desespero
em sua história tenha acontecido quando, voltando exausto
de uma batalha, encontra Ziclague, a cidade onde habitava,
saqueada e destruída. E todas as mulheres e crianças levadas
cativas. Seus homens, amargurados, falam em apedrejá-lo.
E ali se encontra Davi, caído, sem consolo e esperança.
Mas algo inesperado acontece, que é descrito em uma frase
arrebatadora: “E Davi se reanimou no Senhor seu Deus”.
Esta frase, encontrada no primeiro livro de Samuel,
capítulo 30, verso 6, revela-nos uma das mais poderosas
obras de Deus na vida de seus filhos. Levantar-nos quando
tudo parece perdido. Abrir o caminho quando não sabemos
para onde ir. Fazer romper o sol quando estamos presos
na neblina da vida. Dar-nos perseverança quando a vontade
é parar. Quantas vezes o Senhor trouxe à minha mente e
coração este verso, reanimando-me para dar um passo mais.
O que mais me intriga é que este reânimo veio absolutamente
do Senhor pois não havia ali elementos de esperança. Caiu
destruído, levantou reanimado.
Tenho pensado e orado para que Deus nos reanime especialmente
em três áreas: casamento, ministério e emoções.
Casamento. O hedonismo é talvez o maior elemento da
nossa atualidade que contribui para a inconstância conjugal.
Ele nos ensina que nós nascemos para nós mesmos, não para
Deus, não para o outro. Não para a esposa ou o marido.
E assim, quando eu me torno o centro inquestionável de
minha relação com aquele que está ao meu lado, esta relação
só durará enquanto eu estiver feliz e auto-realizado.
Não durará muito nem suportará o dia mal.
Ministério. Perante as tribulações, angústias, questionamentos
e críticas, o que nos alimenta em nossos ministérios não
é nossa capacidade humana ou o companheirismo do que está
ao lado, mas sim Deus. A maior certeza que um ministro
tem em seu ministério é que ele precisa desesperadamente
de Deus. Se esta certeza um dia faltar perderemos o rumo
e o ânimo. Estaremos caídos sem haver quem nos levante.
A autosuficiência ministerial precede a queda.
Emoções. A ansiedade humana é um dos aspectos mais
corrosivos da alma. Conheço inúmeros irmãos e irmãs que,
tomados pela ansiedade crônica, que não passa, pela insastifação
constante do coração, tornaram-se secos, perderam a brandura
e não sorriem mais. Vivem sempre a espera que amanhã seja
melhor, menos triste. Que algo novo aconteça. A ansiedade
crônica tem ceifado vidas, ministérios e a felicidade.
Se olharmos para Davi naquele dia, ele estava acabado.
Sem família, sem cidade, sem liderança, sem a lealdade
de seus amigos, sem futuro. Mas a reação de Davi indicou
uma atitude necessária para cada um de nós: obediência
ao encorajamento de Deus. Ele se levantou!
Davi se reanimou em Deus. Levantou-se e perseguiu os
Amalequitas, com alguns de seus homens. Tomou de volta
as mulheres e crianças, e o despojo. Reconstruiu a cidade
e habitou nela. Recuperou o respeito de seus homens com
o brilho de quem um dia iria reinar sobre todo Israel.
E serviu a Deus. Pois se levantou quando Deus disse:
levanta-te.
Carta aberta sobre o infanticídio indígena no Brasil _ 05/09/07 Por Ronaldo Lidorio* Estamos juntando forças para pensar e agir sobre um assunto por demais importante. Trata-se do infanticídio praticado em etnias indígenas brasileiras sem que seja dado à família ou povo condições de diálogo sobre o assunto, na busca por outras soluções para as questões culturais que motivam tais fatos. A ONG ATINI (Voz pela Vida) tem se proposto a discutir
o infanticídio com o indígena e colaborar para a superação
deste tabu social. Os elementos culturais que motivam
o ato são dos mais variados em distintas etnias. Entre
os Yanomami seria a promoção do equilíbrio entre os sexos.
Entre os Suruwahá a deficiência física. Entre os Kaiabi
o nascimento de gêmeos (sendo que a primeira criança é
preservada), e assim por diante. Este não é um assunto
exclusivo de nosso país. Na África centenas de etnias
praticam o infanticídio. Muitos Konkombas de Gana, motivados
pela subsistência, alimentam apenas as crianças mais fortes.
Os Bassaris do Togo sacrificam as crianças que nascem
com deficiência. Os Chakalis da Costa do Marfim o fazem
por privilegiar o sexo masculino. Na China há amplo aborto
de bebês do sexo feminino, por preferirem os meninos.
Em dezenas de países o Estado e a sociedade têm se voluntariado
para refletir sobre o infanticídio e tratá-lo à luz dos
Direitos Humanos Universais. No Brasil ainda temos uma
caminhada pela frente.
A ONG ATINI tem também distribuído amplamente a cartilha
"O Direito de Viver" em mais de 50 etnias indígenas, gerando
assim o ambiente necessário para o indígena brasileiro
refletir sobre as questões ligadas ao infanticídio e outros
atos nocivos à vida, dignidade e sobrevivência. Saiba
mais acessando o endereço www.vozpelavida.blogspot.com
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara
dos Deputados, Brasília, promoverá uma audiência pública
neste próximo dia 5 de setembro que discutirá o assunto
como passo preparatório para a votação da lei Muwaji que
regula e promove o diálogo construtivo pró-vida com os
povos indígenas em nosso país. É o Projeto de lei 1057/2007
que aguarda parecer de aprovação no plenário. Fui convidado
a participar do debate nesta data bem como em alguns outros
ambientes acadêmicos e políticos nesses próximos 3 meses.
Sinto que não podemos nos omitir.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos aprovada
pela ONU em 1948 promulga que “todas as pessoas nascem
livres e iguais em dignidade e direitos” (Art. 1). Afirma
também que “toda pessoa tem direito à vida, à liberdade
e segurança pessoal” (Art. 3). Continua declarando que
“todos são iguais perante a lei e têm o direito, sem qualquer
distinção, a igual proteção da lei (...) contra qualquer
discriminação que viole a presente Declaração e contra
qualquer incitamento a tal discriminação” (Art.7). Saiba
mais sobre a declaração acessando www.unhchr.ch/udhr/lang/por.htm
A disputa no mundo das idéias é travada com base em
duas teorias opostas. O Relativismo (neste caso mais extremado,
radical) e a Universalidade Ética. O Relativismo radical
torna as culturas estáticas e estanques e as pretere de
transformações autônomas, mesmo as desejadas e necessárias.
O bem é o bem permitido na cultura, cultivado por ela.
O mal é seu oposto. Este relativismo, praticado de forma
radical, incapacita o indivíduo, qualquer indivíduo, de
propor mudanças em sua própria cultura por entender a
cultura como um sistema estático e imutável, um universo
a parte, pressupondo que as presentes normas culturais
são perfeitas em si. Nasce daí o purismo antropológico,
que enxerga todo elemento cultural como relevante e absoluto,
todo costume como funcional e toda prática como algo justificável,
sem necessidade de avaliação ou contraste, mesmo pelo
próprio povo.
A Universalidade Ética, por outro lado, pressupõe que
os homens, povos e culturas fazem parte de uma sociedade
maior que é a sociedade humana. E esta possui, em si,
valores universais de moralidade como a dignidade, sobrevivência
do grupo e busca pela continuidade da vida do indivíduo.
Rouanet expõe que o homem não pode viver fora da cultura,
mas ela não é seu destino, e sim um meio para sua liberdade.
Levar a sério a cultura não significa sacralizá-la e sim
permitir que a exigência de problematização inerente à
comunicação que se dá na cultura se desenvolva até o seu
descentramento. Este argumento nos leva a compreender
que os conflitos são universais, como a morte, o sofrimento,
a discriminação ou a repressão. Perante conflitos universais
podemos compartilhar a mútua experimentação na busca de
soluções internas. Ao conversar com um índio Tariano no
Alto Rio Negro, depois de prolongada sessão de perguntas
sobre o processo tradicional Tária de sepultamento, ele
concluiu dizendo que “como vocês brancos devem também
saber, não há morte sem dor”. A dor, universal, resultado
de conflitos e mazelas também universais, pede soluções
internas que devem ser compartilhadas em um diálogo construtivo.
Porém este não é um conflito puramente de idéias e
teorias em um cenário antropológico. Lida com vidas, histórias
e ambientes humanos.
Devemos reconhecer o direito de todo indivíduo de levantar-se
contra os valores culturais experimentados pelo seu grupo
e propor novas alternativas, especialmente nos casos em
que há dano à vida, à dignidade ou à subsistência.
Devemos reconhecer que nenhuma cultura é estática ou
isolada da sociedade humana. E que, pertencente a esta,
partilha também os mesmos sonhos e conflitos. Que a ação
dialógica, sob o manto da autonomia de cada povo, trás
benefícios humanos que não estancam a vivência cultural
pois práticas aceitas na atualidade remontam a decisões
passadas, por critérios próprios ou adquiridos.
Devemos reconhecer que o Estado brasileiro deve tratar
o infanticídio indígena de forma ativa, informando e dialogando
com as sociedades indígenas em nosso país a respeito das
alternativas para solução deste conflito interno, que
isente a morte das crianças. Que garanta o direito de
vida, criação e dignidade dos indivíduos, independente
de seu segmento étnico.
Edson e Márcia Suzuki, etnolinguistas e missionários
da JOCUM, colaboraram para a retirada de dois bebês da
tribo Suruwahá em 2005 para tratamento apropriado em São
Paulo, atendendo ao apelo dos pais. A retirada dos bebês
os liberava do sacrifício por iniciativa da comunidade
Suruwahá. Iganani, uma das crianças, chegou a ser deixada
na mata para morrer mas foi resgatada pela mãe, por convencimento
da avó. Tititu, a outra criança, quase foi flechada pelo
pai que decidiu levá-la aos “brancos” a procura de ajuda.
A mãe de Iganani chama-se Muwaji e explicitou seu desejo
por ajuda. Desejava, a despeito da prática milenar comunitária
de seu grupo, preservar a vida da sua filha. Os Suzukis,
durante cerca de 20 anos vivendo entre os Suruwahá, contabilizam
cerca de 28 casos de infanticídio no grupo. Este fato
social, a preservação da vida por iniciativa indígena,
de crianças que seriam sacrificadas na comunidade, abriu
um precedente ético e comportamental entre os Suruawahá.
É possível que percebam o que Pritchard chama de possibilidade
de solução. Quando um povo, pela iniciativa de uma idéia
ou ato, repensa suas soluções para o sofrimento e as adequa
a práticas mais humanizadoras na cosmovisão do próprio
grupo.
Envio em anexo o artigo “Não há morte sem dor - uma
visão antropológica sobre a prática do infanticídio indígena
no Brasil". Você pode também acessá-lo pelo site www.antropos.com.br
- sessão Artigos Selecionados.
Minha sugestão é que você se interesse pelo assunto
e ajude-nos nesta caminhada. Neste caso você pode:
1. Orar pela audiência pública no dia 5 de setembro
e por diversas outras oportunidades de debate sobre o
infanticídio. De forma especial pela aprovação da lei
Muwaji.
2. Se inteirar do assunto e compartilhar sua relevância
e urgência com formadores de opinião e políticos de nosso
país.
3. Veicular o artigo que envio em anexo em sites, jornais
e revistas. Trata de uma visão puramente antropológica
do infanticídio indígena brasileiro e tem como objetivo
divulgar as bases teóricas e morais para o repúdio a esta
prática, valorizando o homem, a vida e as sociedades indígenas.
4. Enviar uma mensagem de apoio à aprovação da Lei
Muwaji para a relatora Deputada Janete Rocha Pietá pelo
e-mail dep.janeterochapieta@camara.gov.br
5. Se envolver com a ONG ATINI, com sede em Brasília,
que no momento provê assistência aos sobreviventes de
tentativas de infanticídio e luta com diversos desafios
práticos no dia a dia. Acesse www.vozpelavida.blogspot.com
Que Deus nos guie e ajude.
Ronaldo Lidório
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* Bacharel em Teologia pelo SPN – Recife/PE. Doutor
em Antropologia pela Royal London University. Membro da
American Anthropological Association. Pastor presbiteriano
e membro da APMT e Missão AMEM. Consultor e autor de projetos
de direitos humanos e reorganização social pós guerra
em Gana, África, entre 1995 a 1999.
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Site: www.ronaldo.lidorio.com.br "... a obra é grande e extensa e estamos separados,
distantes uns dos outros, ao longo do muro.
Do lugar de onde ouvirem o som da trombeta, juntem-se a nós ali. Nosso Deus lutará por nós". Neemias 4:19 e 20 Queridos irmãos, Agradecemos suas orações. Deus as tem ouvido. Temos juntado forças com a ATINI e outros irmãos na luta contra o infanticídio indígena em nosso país. Se você deseja se inteirar mais sobre o assunto pode ler nossa “Carta aberta sobre o infanticídio no Brasil” em nosso site www.ronaldo.lidorio.com.br bem como o artigo “Não há morte sem dor” no www.antropos.com.br, de cunho antropológico. Participe do movimento contra o infanticídio indígena. No Brasil indígena muitas crianças são mortas por tabus culturais. Normalmente são crianças que nascem com alguma deficiência física, ou gêmeos, ou ainda crianças sobre as quais se tem algum mal pressentimento durante o parto. Tais crianças são flechadas ou abandonadas no mato. Há divergências antropológicas sobre o assunto, em como aborda-lo, porém julgamos que a cultura jamais pode ser considerada como mais valiosa que a vida. Você pode se envolver com esta causa orando, se informando ou enviando uma mensagem de apoio para a aprovação da Lei Muwaji (contra o infanticídio, independente da diversidade cultural) para a relatora Deputada Janete Rocha Pietá pelo e-mail dep.janeterochapieta@camara.gov.br. E no site da ATINI www.vozpelavida.blogspot.com você pode ler a lei em sua íntegra. Ore conosco pela Equipe Amanajé. Especialmente pela saúde. Na região de Manaus. Oremos por Flávio que está construindo sua casinha no Rio Cuieiras. Por Mara e Bia que aguardam em Manaus. Por nossa família, especialmente pelas viagens e pesquisas que faremos até o final do ano. Por Daniel e Vanusa que, juntamente com Rapha e Beth, estão com intensa atividade no trabalho de apoio e logística aqui na base. Por Iraque e Silvéria que tratam da saúde familiar. Por graça de Deus neste momento. Também por direção na coordenação dos projetos sociais do Amanajé. Por Márcio e Isaura que estudam o Inglês e atuam na vice-liderança da equipe. Por Isaura que teve uma paralisia facial nos últimos dias. Na região de São Gabriel. Por Cácio que está tendo crises recorrentes de labirintite. Está na aldeia juntamente com Elisângela. Por Marcelo que se recupera de uma forte crise de malária. Ele e Claudinha se preparam para voltar para a aldeia. Por Chico e Rose, o ministério entre os Tukano e diversas outras atividades nas quais estão envolvidos. Por Léo que regressou de viagem e está melhor de saúde. Por forças renovadas para seu ministério também entre os Tukano. Por Jossandro e Viviane que estão desenvolvendo uma importante pesquisa entre o povo Tukano na região de São Gabriel. Por Adilson e Cíntia, que estão na aldeia estudando a língua. Por boa saúde pois também não estiveram muito bem nos últimos dias. Oremos também por Jacinto e Felícia que estão se recuperando de uma crise de malária, ambos. Também por Silvério e Inésia que estão a frente da segunda igreja indígena em São Gabriel. Na região de Santa Isabel. Pedimos que orem conosco por Jaime e Cleidinha que estão trabalhando na construção da igreja indígena em Santa Isabel. Também tiveram muitos problemas de saúde nas últimas semanas. Por Gabriel e Cris no envolvimento com o povo Yanomami. Por muita sabedoria e construção de sua casa em Santa Isabel. Também por Carol que se envolve com o mesmo povo. Para que o Senhor lhe dê uma acomodação em Santa Isabel. Por Lia, que no momento está em uma aldeia Nadeb com os missionários Rodolfo e Beatriz. Por um bom tempo ali e também por sua acomodação em Santa Isabel. Louvamos a Deus por diversos motivos. Alguns que nos vêem a mente. Foi doada uma voadeira (bote e motor) para a equipe que atua em Santa Isabel. Também recebemos duas preciosas ofertas para a construção da igreja indígena em Santa Isabel. Foram publicadas duas cartilhas escritas por nossos missionários para alfabetização nas línguas Hup (Marcelo e Cláudia) e Yuhup (Cácio e Elisângela). A equipe Amanajé comprou um pálio para cooperar com o trabalho de base em Manaus. Tudo nos alegra. Se o Senhor envia ferramentas há algo a ser construído. Louve a Deus conosco pela Igreja Konkomba na África Recebemos notícias fresquinhas de Gana que muito nos alegraram, através de Labuer que coordena os ministérios locais. Ele foi a Acra, capital, e de lá nos telefonou. As igrejas vão bem e estão agora enviando seus próprios missionários para o Togo, país vizinho. Uma das 3 escolas que iniciamos foi reconhecida pelo governo e assim estará recebendo apoio com o envio de material didático anualmente. A clínica continua a fazer muito bem seu trabalho e já atende mais de 6.000 pessoas por ano. Há rumores de que o governo abrirá uma estrada até Koni, onde morávamos! Seria um sonho. O Novo Testamento Limonkpeln foi amplamente distribuído, precedido pela alfabetização na língua materna, mas está quase esgotado. Pensaremos em mais uma tiragem em breve. Perdemos um diácono em um acidente. As igrejas Konkombas estão já se mobilizando para nossa visita em julho de 2008 quando planejamos ter três semanas para reciclagem de liderança. Nosso desejo é passar julho e agosto em Gana. Ao sairmos em 2001 eram 87 líderes. Hoje são cerca de 120, pensando nos 5 pastores, presbíteros e diáconos, além daqueles que estão a frente de vários ministérios nas 23 igrejas. Há uma breve apresentação da vida da Igreja Konkomba-Bimonkpeln em nosso site: www.ronaldo.lidorio.com.br. Louvado seja Deus por estes preciosos irmãos aos quais tanto amamos. Labuer continua risonho, brincalhão e crente. Ao atender o telefone aqui em casa fiquei surpreso ao ouvi-lo pois não esperava a ligação. Ele me cumprimentou e fez o que sempre fazia em nossos encontros. Disse: “vamos primeiro orar antes de nossa conversa”, e orou. Depois abriu a conversa com uma piada e ficou um bom tempo rindo do outro lado da linha. Deus é bom. Encerramos pedindo suas orações por nós como família. Primeiramente pela viagem que Rossana e eu devemos fazer para São Gabriel, Santa Isabel e algumas áreas ao redor visitando o campo no Alto Rio Negro, do dia 3 a 19 de outubro. Também pelos meninos que ficam em Manaus com minha mãe, Euza. Para que Deus lhes dê um bom tempo juntos. Por fim por uma pesquisa a ser realizada na região de Barcelos, Amazonas. Grande abraço, Ronaldo e Rossana Lidório 02/10/2007 Notícias
de DezembroQueridos, é com alegria que partilhamos nosso relatório anual referente às atividades neste 2007. Rossana e eu atuamos
em três áreas principais: a liderança do projeto Amanajé
(que é nossa prioridade de tempo e atenção); consultoria
voluntária em outros campos nas áreas de antropologia
e missiologia; preleções e treinamento.
Liderança do Projeto
Amanajé. Somos responsáveis pela estratégia do campo,
o que inclui também os mapeamentos, orientação dos novos
missionários e acompanhamento da equipe. Somos hoje
uma equipe formada por 33 missionários com tempo integral,
sendo 6 deles indígenas. Atuamos em 10 diferentes etnias
e 7 rios no Amazonas, especialmente na calha do Rio
Negro. A equipe Amanajé trabalha com a evangelização,
plantio de igrejas, discipulado, análise lingüística,
projetos de educação e projetos sociais de subsistência.
Partilhamos a liderança do campo com Márcio e Isaura
Schmidel.
Orientação missionária.
No início de 2007 nos dedicamos à orientação dos novos
missionários em um total de 3 semanas de orientação
de campo e 3 dias de orientação de selva. Haviam chegado:
Jossandro e Viviane, Carol, Lia, Gabriel e Cris. Foi
um tempo bom e é sempre encorajador ver o ânimo daqueles
que chegam. Participamos com eles do processo de direcionamento
ministerial pois o primeiro ano no campo normalmente
é um tempo de decisões. Assim normalmente viajamos com
os novos missionários para suas possíveis áreas de atuação
orando juntos por clara direção do Senhor.
Acompanhamento antropológico
e lingüístico. Cooperamos com Marcelo e Claudinha na
análise cultural do grupo com o qual trabalham através
de uma consultoria específica e aplicamos a avaliação
lingüística a 6 missionários do campo, o que os
ajuda na aquisição lingüística tão importante para o
trabalho indígena.
Pastoreio. Realizamos
3 visitas de acompanhamento aos missionários no campo
ao longo do ano. Em tais visitas nossos alvos são basicamente
de acompanhamento ministerial e pastoreio. Estes são
momentos muito gostosos para Rossana e eu.
Áreas de atuação. Nossa
equipe se divide em três pólos principais: São Gabriel,
Santa Isabel e Manaus.
Em São Gabriel da Cachoeira
temos atualmente duas igrejas indígenas plantadas e
louvamos a Deus pela maneira como o Senhor as tem abençoado
trazendo novas pessoas interessadas no estudo da Palavra.
Chico e Rose, Léo, Jossandro e Viviane formam a equipe
do Amanajé que atua com o povo Tukano. Silvério e Inésia
juntam forças com Cácio e Elisângela na segunda igreja
indígena. Há também diversos outros trabalhos nos derredores
de São Gabriel envolvendo o estudo lingüístico e projetos
de educação. Tivemos a alegria de ver duas cartilhas
de educação na língua materna publicadas neste ano.
A primeira por Cácio e Elisângela e a segunda por Marcelo
e Cláudia, para os grupos com os quais trabalham. Adilson
e Cíntia também deram passos importantes no estudo linguístico
e estiveram envolvidos com um dos projetos sociais da
região. Jacinto e Felícia desenvolvem o estudo da Palavra
com um grupo Tariano nas imediações.
Em Santa Isabel do Rio
Negro está nascendo uma igreja indígena multicultural
e tivemos a alegria de ganhar um terreno da prefeitura
para a construção de um local de reunião. Jaime e Cleidinha
são os responsáveis por este ministério. Está sendo
construído com abundante participação dos irmãos indígenas
em um estilo bem regional. Nos derredores de Santa Isabel
há também dois outros trabalhos etnicamente definidos
que envolvem estudo lingüístico e análise cultural.
Gabriel, Cris, Carol e Lia estão envolvidos integralmente
nesta caminhada e iniciando o relacionamento com os
Nadeb do Téa e outro grupo próximo, que demandam bastante
zelo na abordagem.
Em Manaus temos a base logística de todo o campo, operada por Daniel e Vanusa, e com o auxílio de Rapha. Uma área primordial para o caminhar da equipe. Eles dividem o tempo com o trabalho junto ao povo Ticuna no bairro Cidade de Deus. No Rio Cuieiras Flávio e Mara regressaram para uma nova aldeia com a pequena Bia após Flávio ter construído uma casa para abrigá-los. Estivemos juntos nestes dias e tive também o privilégio de batizar a Bia em uma breve reunião na aldeia. Iraque e Silvéria permanecem em Recife por motivos de saúde e colaboram com a área sociopolítica do campo. Márcio e Isaura retornam do estudo do Inglês e partilharão mais efetivamente da liderança do campo conosco, além de assumirem a coordenação dos ministérios com os missionários indígenas. Missiologia e publicações.
Participamos de diversas consultas missiológicas e aplicamos
também o conteúdo da capacitação antropológica para
vários missionários ao longo do ano, o que nos alegra
pois julgamos de boa utilidade. Os métodos que passamos
na capacitação antropológica estão sendo atualmente
aplicados por 17 equipes missionárias em vários países.
Foi também publicado para o público de fala inglesa
o livro Unafraid of the Sacred Forest em que narramos
o nascer da igreja entre os Konkombas na África. Foi
lançado pela CPAD o livro Restaurando o Ardor Missionário
e pela Editora Betânia Com a mão no arado. Já no finalzinho
do ano a Editora Cultura Cristã se prepara para lançar
nosso livro mais recente: Plantando Igrejas. A Inter-vasity
Press lançou nestes dias o Dictionary of Mission Theology
do qual participamos, organizado por John Corrie. Também
participamos com alguns capítulos do livro Contextualização
organizado pela Bárbara Burns. Preparamos um curso online
(Teologia da missão e plantio de igrejas) hospedado
e veiculado pela Faculdade Teológica Sul Americana com
o objetivo de disponibilizar o estudo do assunto. Participamos
também da organização da Antropos - Revista de antropologia
online que está sendo muito bem usada. Vocês podem encontrar
alguns destes links abaixo.
Objetivos para 2008. Alguns dos nossos principais objetivos são: 1. Pesquisar duas novas áreas indígenas para possível atuação missionária. 2.
Cooperar com uma pesquisa étnica mais ampla, dos grupos
sem presença missionária no Amazonas.
3.
Orientar e acompanhar os novos missionários que chegam
em 2008 no Amanajé.
4.
Acompanhar os demais missionários em seus ministérios
e também pastoralmente.
5.
Investir no treinamento missiológico indígena, daqueles
que trabalham conosco.
6.
Desenvolver um projeto experimental de evangelização
indígena em ambientes multiculturais.
7.
Lançar três novos livros: Antropologia Missionária,
Liderança Cristã e Konkombas (edição integral).
8.
Ministrar a capacitação antropológica para dois diferentes
grupos missionários.
9.
Participar de algumas conferências e consultas, e visitar
o povo Konkomba de Gana.
Contamos assim com suas
orações. Sobretudo aproveitamos esta cartinha para agradecer
todo o apoio e encorajamento, as orações e o investimento
em nossas vidas e ministério. Que o Senhor os supra
e guarde.
Um forte abraço.
Ronaldo e Rossana Lidório
Ronaldo e Rossana Lidório _ 15/04/2008 Partilhando a alegria A conversão de Makanda,
filho de Mebá, do clã Sanbol dos Konkomba de Gana
é um daqueles fatos que marcam nossas vidas.
Revisando o livro Konkombas
para uma reedição em breve, tive o privilégio de consultar
alguns dos primeiros convertidos entre os Konkomba-Bimonkeln
a fim de preparar um capítulo dedicado especificamente
a testemunhos pessoais. Fiquei admirado e alegre ao
receber relatos tão intensos de pessoas como Mebá,
Labuer, Kidiik e Makanda. É a história contada pela
ótica de quem a experimentou.
Makanda é um rapaz
brilhante e sincero. Após sua conversão foi rapidamente
apontado como presbítero pela igreja ainda germinante
e pouco a pouco passou a cooperar com o trabalho de
saúde que Rossana iniciava. Hoje é um dos mais respeitados
líderes Konkombas da região e está a frente da clínica
em Koni. A época de sua conversão é setembro de 1995,
que ele aqui aponta como "a época do inhame puná,
um ano após a grande chuva". A "luz" a que ele se
refere no seu testemunho são os primeiros raios da
manhã que, na cultura Konkomba, significa esperança,
ou seja, um novo dia em que algo bom pode acontecer.
Vale a pena ler seu
relato que transmite alegria e aquece a alma.
Ronaldo e Rossana
“Antes de sermos cristãos
nós adorávamos um fetiche chamado babasu que se localiza
na aldeia de Sibru. Meu pai era feiticeiro grumadii
mas eu estava a procura de algo novo.
Nós críamos que ele
poderia curar ou ajudar aqueles que se devotavam a
ele. Apesar de grumadii ser o fetiche invocado em
Koni, em minha mente babasu era merecedor de devoção
pois havia ouvido inúmeras histórias sobre seu poder.
Certo dia viajei até
Sibru para trabalhar nos campos de inhame do feiticeiro
local, e ali permaneci até o dia do sacrifício.
Há vários tipos de sacrifícios, mas naquela manhã
ele sacrificaria galinhas. Elas eram mortas com uma
pancada na cabeça e todos observavam atentamente a
forma como cairiam no chão, finalmente imóveis. Se
elas caíssem com as pernas para cima significa que
o espírito havia rejeitado o sacrifício. Com as pernas
para baixo havia sido aceito.
Neste dia o sacrifício
foi aceito e o sangue foi derramado, cuidadosa e lentamente,
sobre um altar de pedra, uma espécie de mesa de pedra
negra. A cor escura, eu cria, era devido ao sangue
que ali era derramado constantemente. Após a cerimônia
o feiticeiro local deu-me uma castanha como sinal
de que o sacrifício havia sido aceito, e conseqüentemente
o espírito levaria em consideração meu pedido, que
era de proteção da morte e prosperidade.
Quando retornei a Koni
continuei a servir babasu participando de sacrifícios
e cerimônias e fiz o nome de babasu bem conhecido
em nossa aldeia. De certa forma eu seguia os passos
de meu pai, que trouxe a adoração a grumadii para
aquela região. Também comecei a beber bastante. Lembro-me,
inclusive, que estava um pouco bêbado quando o homem
branco chegou pela primeira vez em nossa aldeia. Crianças
corriam e choravam e todos estávamos curiosos para
ver a ‘banana descascada’, como o chamávamos.
Nos meses que se passaram,
porém, o homem branco não nos deixou. Víamos que ele
sofria por não saber nossa língua e parecia sempre
muito cansado. Ele, entretanto, aprendeu nossa língua
em alguns meses e certo dia, sentados embaixo de uma
castanheira, ele começou a nos falar sobre Uwumbor,
um deus antigo e criador, mas que críamos estivesse
perdido. Lembro-me de meus questionamentos: se Uwumbor
é Deus mais poderoso que os espíritos, porquê não
se manifesta como fazem os espíritos ? Por outro lado
eu pensava: se Uwumbor for Deus, criador e mais poderoso,
talvez seja quem nós procuramos. Era sabido por cada
um de nós que grumadii e babasu, entre outros espíritos,
não nos amavam. Algo, porém, nos fazia vacilar: como
um estrangeiro nos ensinaria sobre o nosso próprio
Deus ? Não parecia ser algo para nós.
Os feiticeiros começaram
a acusá-lo de ser mentiroso e enganador. Também de
perigoso ao utilizar de forma errada nossas histórias
antigas. Curiosamente o vice-chefe da aldeia, do clã
Binaliib, guardadores de fetiches, protegia o homem
branco. O vice-chefe era homem conhecido por sua paciência
e sabedoria, enquanto o chefe e seus filhos eram afoitos
e guerreiros. A simpatia do vice-chefe nos fez pensar
que talvez houvesse alguma verdade em suas palavras.
Certo dia o homem branco
viajou e disse que voltaria. Pensávamos que ele não
regressaria pois nossa região era muito distante,
cortada por muitos riachos e planícies até chegar
à terra dos Dabomgas, de onde ele poderia ir para
algum outro lugar. Mas ele regressou e trouxe sua
esposa, que sorria muito. Pareciam estar gostando
do lugar e de nosso povo. Porquê estariam ali ? Pensávamos
assim: será que foram expulsos de seu povo e precisam
de um lugar para ficar ? Alguns sentiam pena deles,
especialmente quando chegava a noite e víamos que
não conseguiam dormir muito bem. Sempre diziam que
estava quente, mesmo no inverno! Dormiam no pátio
da casa do vice-chefe. Lá havia muita gente e não
tinha muito espaço mas ninguém mais os queria receber.
O vice-chefe, porém, parecia gostar deles. Quando
eles falavam nossa língua todos queriam correr para
escutá-los. Falavam engraçado e nós ríamos muito.
Um dia eles compraram
um cabrito e prepararam alimento para várias pessoas.
Convidaram os feiticeiros para o banquete. Todos na
aldeia estavam curiosos para saber o que aconteceria.
Treze feiticeiros compareceram, inclusive meu pai.
A comida parecia boa e todos gostavam da forma como
os brancos os alimentavam e lhes serviam água nas
cabaças, se aproximando dos anciãos de cócoras e com
respeito. Mas ao fim eles pediram permissão para lhes
falar que tinham em mãos algo que lhes explicavam
exatamente quem era Deus. Um livro que era a história
de Deus. Todos ficaram muito encantados e prestamos
atenção como este livro nos ensinava como as coisas
haviam sido criadas. Algumas coisas eram parecidas
com nossas histórias, outras meio diferentes, mas
com muitos detalhes.
Ao fim, porém, houve
um grande tumulto quando eles falaram que este Deus
(Uwumbor), que criou a todos, não estava distante.
Estava ali conosco, em Koni, nos observando, e triste
porque adorávamos aos espíritos como se fossem Deus.
Vários feiticeiros gritaram desafiando-os se Uwumbor
era maior que seus espíritos. Alguns foram embora
e outros permaneceram ouvindo. Gostávamos dos brancos,
mas o que falavam era difícil de ouvir. No fundo acho
que todos sabíamos que os espíritos que adorávamos
eram maus e maliciosos. Na verdade sabíamos. Talvez
nossa reação fosse por temor. E alguns pensaram assim:
como estes brancos nos falam sobre nossos espíritos?
Temíamos que nossos espíritos estivessem nos observando
e que seríamos punidos se não os defendêssemos. Assim
alguns gritaram com raiva dos brancos, mas de fato
não estavam com raiva. Era apenas para que os espíritos
não os punissem. Uwumbor, por outro lado, segundo
os brancos, não precisava de defesa. Era algo curioso
que me deixou muito pensativo. Fui para a roça sozinho
no dia seguinte.
Certo dia alguma coisa
em minha mente passou a me dizer que suas palavras
eram verdadeiras, e isto me levou a desejar ouvi-lo
ainda mais. Alguns falavam em matá-los, especialmente
através de algum veneno conhecido. Seria fácil matá-lo
pois eles comiam nossa comida e tomavam da nossa água.
Moravam, porém, com a família do vice-chefe, que era
conhecido como um homem bom e possivelmente não apoiaria
o envenenamento. Mas acho que ninguém jamais conversou
com o vice-chfe sobre isto. Mas eu não conseguia parar
de pensar no que ele falava e fiquei pensando que,
se Uwumbor realmente nos criou talvez não esteja tão
longe.
Certo dia eu o ouvi
pregar no meio da aldeia, enquanto as pessoas passavam,
sobre o poder de Deus, o tema favorito do homem branco
nos primeiros meses. Já que ele estava vivo mesmo
falando tão mal dos espíritos talvez os espíritos
não fossem tão fortes assim como pensávamos. Mas naquele
dia ele nos falou sobre a salvação em Jesus Cristo
e nos explicou a cruz. Foi diferente imaginar este
Jesus, filho de Deus, e Deus feito gente, naquela
cruz. Porque não fugiu ? Eu ficava pensando. Era a
época do inhame puná, um ano após a grande chuva.
Não posso explicar
muito bem o que aconteceu nem o momento exato que
passei a crer em Deus mas em um certo momento eu vi
a luz de Jesus perto de mim, e um sentimento
de liberdade tomou conta de mim. Daquele dia em diante
eu passei a contar minha experiência com Cristo com
uma música.
‘Antes eu não sabia
onde estava Jesus,
e eu procurava por
caminhos de salvação.
Quando eu vi Jesus
eu vi a luz’.
Muitas coisas aconteceram
comigo depois, mas algo que ficou marcado era que,
de alguma forma, Jesus parecia ser parte do nosso
povo. Algo escondido que sempre procurávamos. Quando
fui a procura de babasu, no fundo quem eu procurava
era Jesus. Quando outros vão atrás de babasu, na verdade
procuram é a Jesus.
Daquele dia em diante
quando alguém me perguntava sobre Jesus eu alegremente
respondia: quando eu vi Jesus, vi a luz.”
5
Jul 2008_ Queridos irmãos,Somos gratos pelas orações, apoio e encorajamento a cada dia. Estamos juntando forças com o CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas) para um encontro de líderes indígenas que há de acontencer nos dias 4 a 7 de setembro próximo. Esperamos receber representantes de 60 diferentes etnias no Brasil e haverá diversas oficinas para treinamento nestes dias. Possivelmente contaremos com mais de 1.000 irmãos indígenas neste encontro. Gostaríamos de contar com suas orações pois o desafio organizacional é grande. Que o Senhor também dê sabedoria à liderança do CONPLEI no planejamento de toda a programação e oficinas. Concluimos mais uma capacitação antropológica, a 4a, para 76 missionários que atuam em diversos lugares do mundo: Mongólia, China, Angola, Guatemala, Amazônia e diversos outros contextos, além de pastores e pesquisadores. Cácio Silva (Amanajé) e Cassiano Luz (Sepal) nos ajudaram no ensino e foi um tempo muitíssimo bom e útil. Somos muito gratos à AMEM que coordenou o curso. Estamos caminhando bem com a pesquisa sociocultural através do Instituto Antropos aqui em Manaus. Nosso objetivo é estudar os grupos ainda sem acesso ao evangelho e assim facilitar o trabalho missionário nesta parte da Amazônia. Planejamos realizar também mais um mapeamento étnico no final de julho e pedimos suas orações por direção de Deus. No Amanajé estamos tendo dias bons e com motivos de alegria. Somos 39 missionários em 10 diferentes etnias. A Igreja Indígena em Santa Isabel do Rio Negro, sob o ministério de Jaime e Cleide, Alceri e Arlene, está indo bem e agradecemos suas orações pela construção. Como podem ver o local de reunião está lindo e quase pronto. Pedimos que orem conosco:
Pelo mapeamento no mês de julho em áreas sem presença missionária: segurança nas viagens e sabedoria para o planejamento e trabalho. Pelo encontro indígena em setembro. Um tempo abençoado com os irmãos indígenas. Pela equipe Amanajé: Márcio e Isaura (vice-liderança e acompanhamento dos missionários indígenas), Flávio e Mara (discipulado e trabalho no rio Cuieiras), Daniel e Vanusa (Base em Manaus e Povo Tikuna), Raphael e Beth (Base em Manaus), Iraque e Silvéria (coordenação sociopolítica e saúde da família), Chico e Rose (Igreja Tukano em São Gabriel e saúde da Rose), Léo (Igreja Tukano e trabalho com crianças/adolescentes), Marcelo e Cláudia (Hupda, no Alto Rio Negro), Adilson e Cíntia (Hupda, no Alto Rio Negro), Cácio e Elis (Yuhupdeh no Alto Rio Negro e Igreja Aruak em São Gabriel), Carlos e Elfríede (Base em São Gabriel), Jacinto e Felícia (Tariano, no Alto Rio Negro), Silvério e Inésia (Igreja Aruak em São Gabriel), Felipe e Arlene (igreja Aruak em São Gabriel), Gabriel, Crislaine e Carol (Povo Yanomami, Médio Rio Negro), Lia (Povo Nadëb do Rio Negro, Médio Rio Negro), Jossandro e Viviane (Povo Tukano – São Gabriel), Jaime e Cleidinha (Igreja indigena em Sta. Isabel), Alceri e Arlene (Igreja indígena em S. Isabel). Pela liderança da Igreja Konkomba. Planejamos visitar a Igreja Konkomba na África em dezembro deste ano. Além do tempo de comunhão e seminário para liderança iremos também avaliar a distribuição dos Novos Testamentos feitos na língua Limonkpeln. São atualmente 23 igrejas e 87 líderes. Suas orações muito nos encorajam. O Senhor as tem ouvido. Em Cristo, Ronaldo e Rossana Lidório
Olá queridos,
nestes dias estamos especialmente
alegres pelo início do encontro indígena convocado
pelo CONPLEI - Conselho Nacional de Pastores e Líderes
Evangélicos Indígenas.
A data oficial é 4 a
7 de setembro, porém é fato que o encontro já começou.
As equipes estão trabalhando a pleno vapor e vários
indígenas chegaram. Ontem chegou um grupo do Alto
Rio Negro e aguardamos outros que virão de diversas
partes do Amazonas bem como de Roraima, Rondônia
e Pará. Vários barcos já estão navegando há dias
e oramos para que cheguem em paz.
O acampamento (Monte
Sião da Igreja Presbiteriana de Manaus) está pronto
com centenas de lugares para redes e uma boa equipe
preparando a alimentação e trabalhando na segurança
e recepção. Outra equipe, liderada por missionárias
da APEC, está trabalhando com as crianças indígenas.
Durante os dias oficiais (4 a 7/9) haverá oficinas
sobre diversos assuntos como evangelização, plantio
de igrejas, questões sociais etc. No momento os
indígenas que chegaram estão participando de uma
oficina do Festejando a Libertação - programa contra
o alcoolismo, liderado por Elias e Lenita.
Peço orações pela CBMI
(Capacitação Bíblica Missionária Indígena) iniciada
pelo Amanajé neste ano. Nosso intuito é o treinamento
indígena através de uma capacitação bíblica, contextualizada
e modular. Após o encontro teremos o primeiro módulo
para um número mais reduzido de irmãos indígenas,
durante 4 dias, sob a coordenação de Márcio e Isaura
Schmidel.
Minha pesquisa étnica
na região do baixo Rio Negro correu muito bem. Obrigado
pelas orações. Pela graça de Deus pude visitar 4
diferentes rios em uma área habitada por 7 etnias
espalhadas em 27 aldeias. Foram dias bons com o
rio calmo e um ótimo guia. Estou ainda processando
os dados, o que devo fazer com mais calma após o
encontro indígena.
Pedimos suas orações:
1. Pela viagem, segurança
e chegada em paz, de todos os irmãos que vem participar
do encontro indígena;
2. Pelo encontro, os
relacionamentos, a logística e as oficinas. Que
seja um momento marcante para todos.
3. Pelo Festejando a
Libertação que já está em andamento, e o CBMI que
acontecerá entre 8 a 12 deste mês, na sequência
do encontro principal.
4. Pela oportunidade
de aprendermos e partilharmos do Senhor com nossos
irmãos indígenas.
Um forte abraço, Ronaldo
e Rossana - 03/09/2008
12/11/2008 Queridos
irmãos,
Muitos são os motivos de louvor a Deus. O encontro indígena em setembro (CONPLEI 2008) foi um momento muito especial em nossas vidas com a presença de 1.251 pessoas de 49 diferentes etnias. No último dia, momento da ceia do Senhor Jesus, não havia como não se emocionar com todos juntos louvando o Nome daquele que nos amou e nos salvou. Louve a Deus conosco por todos os 200 voluntários que bravamente lutaram lado a lado na organização deste encontro, tão marcante e especial. A pesquisa aérea que realizamos em outubro nos possibilitou observar vários ajuntamentos indígenas nas regiões dos rios Japurá e Negro. O nosso objetivo, junto ao Instituto Antropos, é a pesquisa sociocultural de grupos indígenas onde há também necessidade de presença e atuação missionária. No início de 2009 planejamos seguir pelo rio e por terra para uma pesquisa in loco em algumas destas localidades. Louvamos a Deus pelos irmãos Wagner e Lelis que bondosamente fizeram este sobrevôo possível. O Amanajé caminha para concluir mais um ano, pela graça e bondade de Deus. Um ano com grandes desafios e com lindos frutos também. Muito nos alegramos com a equipe Amanajé. Somos 39 missionários espalhados por 12 diferentes etnias em diversos projetos de evangelização e ação social. Louvamos a Deus pelas 4 igrejas (Tukano, Aruak, multiétnica e Cuieiras) que investem na formação de líderes locais. Os projetos sociais (educação e subsistência) muito nos alegraram também. São mais de 500 famílias indígenas sendo abençoadas através de 7 projetos sociais. O CBMI (Capacitação Bíblica Missionária Indígena) é uma iniciativa do Projeto Amanajé e Instituto Antropos que tem como objetivo capacitar os irmãos indígenas que já estão no trabalho do Senhor, lhes dando, assim, mais ferramentas para o trabalho. Márcio e Isaura Schmidel são os coordenadores do CBMI que já teve seu primeiro módulo, com a presença de 33 indígenas. Louve a Deus por esta preciosa oportunidade de investirmos na formação de líderes da Igreja Indígena Brasileira através de módulos práticos e viáveis. Foram publicados 5 livros que estavam em nossos corações desde 2007, nos quais vínhamos trabalhando desde então. Antropologia missionária (Ed. Antropos) trata de um roteiro de pesquisa e análise sociocultural. Dialektos - Aquisição linguística – (Ed. Antropos) dá uma orientação básica para o aprendizado de língua e propõe uma escala e método de avaliação do estudante. Plantando igrejas (Ed. Cultura Cristã) expõe o os princípios e estratégias para o plantio de igrejas. Liderança e integridade (Ed. Betânia) fala ao coração do líder e o chama a uma vida autêntica e cristã. Juntamente com Isaac Souza participei também da organização do livro A Questão Indígena (Ed. Ultimato) que conta com 12 autores e trata da temática indígena em nossos dias. Louve a Deus conosco por esta literatura. Se você deseja conhecer melhor os livros pode acessá-los no site www.ronaldo.lidorio.com.br ou nos sites das Editoras citadas. Iniciamos o projeto ferramentas missionárias, juntamente com Maurício e Andréia Pitorri, que visa preparar um kit com material de relevância para o contexto missionário (com alguns destes livros, e também outros, além de CDs e DVDs com mensagens e mini-cursos) e envia-los aos missionários brasileiros, sobretudo em contexto transcultural ou em projetos de plantio de igrejas. Nosso sonho é disponibilizar gratuitamente 1.000 kits para famílias missionárias de diversas Agências e Juntas. Ore a Deus conosco para que seja possível e viável tal iniciativa, e que o material que há de chegar aos missionários seja de boa ajuda para estes que um dia colocaram a mão no arado, e não olharam para trás. Se você deseja participar desta iniciativa ou indicar o nome (com endereço postal e email) de uma família missionária para receber este kit pode escrever para Maurício (no email cavalipitorri@gmail.com) que está organizando a lista e o trabalho de distribuição. Planejamos viajar para Gana, África, no dia 2 de dezembro próximo. Nosso objetivo é passar algumas semanas com os Konkombas, visita-los e ministrar um seminário para a liderança das 23 igrejas na região. Também planejo acompanhar este último passo na distribuição dos Novos Testamentos na língua Limonkpeln nos preparando para mais uma nova edição. A grande alegria é que iremos como família: Rossana e eu, Vivi, Ronaldo Júnior e minha mãe Euza! Louvamos a Deus por amigos mais chegados que irmãos que foram usados por Deus para que esta viagem fosse possível. Ore conosco por segurança nas viagens, boa saúde para todos e um tempo de encorajamento com aquela amada Igreja na África. Neste ano temos tido dias marcantes. Se por um lado foi um dos anos em que nos sentimos mais afadigados, por outro, no qual mais nos alegramos. Temos visto a bondade do Senhor. Nós louvamos a Deus por você que tem orado por nós. Ele tem ouvido as orações. Também pelo encorajamento e participação nas atividades missionárias. Que Jesus lhe sustente a cada novo dia. Com carinho, Ronaldo e Rossana ronaldo.lidorio@terra.com.br Ao orar pela equipe Amanajé: Márcio e Isaura; Iraque e Silvéria; Daniel e Vanusa; Flávio e Mara; André e Marcelle; Gabriel e Crislaine; Jaime e Cleide; Lia; Alceri e Arlene; Carol; Francisco e Rose; Léo; Carlos e Elfriede; Jacinto e Felícia; Silvério e Inésia; Cácio e Elisângela; Marcelo e Cláudia; Adilson e Cíntia; Jossandro e Viviane; Felipe e Arlene; Ronaldo e Rossana. WWW.AMEM.ORG.BR WWW.APMT.ORG.BR Queridos, Deus os abençoe e guarde. Estamos bem e em tudo guardados por Deus. Neste 2008 muitas coisas fez o Senhor por nós. Estamos alegres. Pedimos que orem conosco por dois motivos específicos neste quase-fim-de-ano. 1. Pela nossa viagem para Gana, África, no dia 2 de dezembro. Vamos como família! Os Konkombas nos aguardam para termos um tempo com eles e também ministrarmos um seminário para a liderança das 23 igrejas da região. Dia 14 de dezembro promete ser especial pois eles convocaram um culto na aldeia de Koni com participação de representantes de todas as igrejas. Ore conosco por uma boa viagem e tempo com estes irmãos queridos bem como com os projetos: clínica, escolas e distribuição dos Novos Testamentos Limonkpeln. Neste último teremos um tempo de avaliação dialetal para medirmos o alcance do mesmo aos dialetos Limonkpeln mais distantes. 2. Pela distribuição de 1.000 kits _ “ferramentas missionárias” que é composto por 4 livros (Antropologia missionária; Aprendizado de línguas, Liderança e Integridade; Plantio de igrejas), DVDs e CDs para famílias missionárias. Maurício e Andréia Pitorri se associaram a nós neste sonho e estão organizando a linha de montagem e distribuição. Cassiano (Sepal) está bondosamente coordenando a produção dos DVDs e CDs. Orem conosco para que seja possível o envio dos kits para todas os missionários que nos solicitaram. Já são mais de 700. Caso você queira se envolver com esta iniciativa pode contatar o Maurício no email . . . e ele lhe atualizará sobre o andamento do mesmo. Obrigado por orar e caminhar conosco. Que o Senhor o abençoe e guarde. Ronaldo e Rossana Lidório 21 de janeiro de
2009
Nossa visita aos Konkombas de Gana Tivemos o privilégio de, como família, visitar a Igreja Konkomba em Gana neste mês de dezembro de 2008. Foram dias inesquecíveis que nos alegraram profundamente ao rever amigos e irmãos chegados. Rossana estava radiante, de volta à aldeia onde moramos durante 9 anos. Vivianne e Ronaldo Junior aproveitaram cada momento revendo os amiguinhos com os quais brincavam na savana ao lado da nossa casa quando crianças. Mãe, com seus 74 anos de idade, esteve conosco nesta viagem e se encantou com a hospitalidade deste povo simples e amável, pelo qual orou durante tanto tempo. É época seca e as estradas estão transitáveis. Conseguimos um bom carro, alto e forte o suficiente para levar-nos sem problemas até Koni, nossa aldeia alvo. Os missionários amigos bem como pastores africanos na capital nos aconselharam a aguardar o primeiro turno da eleição presidencial antes de deixarmos a cidade, o que fizemos. A viagem transcorreu bem e de forma tranqüila. Após dois dias chegamos até Koni, onde fomos recebidos com festa e alegria. Em sinal de boas vindas o chefe da aldeia nos presenteou com um pato, e explicou: "como vieram em família a tradição nos aconselha lhes presentearmos com um cabrito ou um pato. Escolhi, porém, um pato porque vocês são viajantes, ao contrário do cabrito que tem morada certa". Da Igreja uma comitiva veio nos recepcionar com deliciosos inhames. A Igreja Konkomba vai muito bem, pela graça de Deus, e continha fortalecida pela boa liderança dos 5 pastores locais: Labuer, Iagurá, Antni, Kimana e Nprompir, além de dezenas de presbíteros, diáconos e irmãos que trabalham em diversas áreas ministeriais. Além das 23 igrejas espalhadas por toda a região já contam hoje com mais 4 iniciativas missionárias no Togo, tendo a frente um ótimo plantador de igrejas, Kimana, que se mudou com sua família para um dos pontos mais remotos do norte daquele país vizinho. Também ao norte da região Konkomba o trabalho cresce, rumo à área mais desértica. Npromprir, um nato plantador de igrejas, segue entrando em áreas novas além da região de Kandjokorá, que nós ainda desconhecemos. Labuer continua sendo o líder do grupo de pastores. Tivemos um ótimo tempo juntos, de boas conversas e oração. Seu plano é investir mais tempo na distribuição do Novo Testamento Limonkpeln para a região do Togo onde ainda se encontram dezenas de milhares de Konkombas sem o conhecimento do evangelho. Com algumas ofertas bondosamente enviadas do Brasil foi possível comprar-lhe uma nova motocicleta que será especialmente útil nesta tarefa. Nprompir nos preocupou bastante, pois seu olho direito, já enfermo há alguns anos, piorou bastante. Rossana o encaminhou a uma boa clínica dos olhos, no Norte do País (Waa), e pedimos oração para que seja possível um tratamento e não venha a perder sua visão. Apesar desta dificuldade permanece resoluto em avançar para o extremo norte, para o plantio de novas igrejas. Iagorá. Os 5 pastores estão animados e, juntamente com suas esposas, tivemos um momento muito gostoso em Koni, onde partilhamos sonhos, lembramos o início do trabalho naquele lugar e oramos para que o Senhor nos sustente até o dia final. Um momento inesquecível. Desejo partilhar que a maturidade da liderança da Igreja Konkomba nos impressiona. Desde 2001 quando voltamos para o Brasil para iniciar um trabalho entre indígenas no Amazonas, muitas foram as lutas e desafios que os líderes enfrentaram ali em Gana. Partilharam conosco alguns principais e como, em todos eles, encontraram resposta clara e firme na Palavra de Deus. Posso afirmar, com alegria no Senhor, que é uma liderança que estuda, teme e usa a Palavra de Deus. Em 2004 Rossana e eu visitamos a Igreja Konkomba para a entrega do Novo Testamento na língua Limonkpeln. Ali foram entregues 3.000 exemplares que seriam distribuídos com bastante critério. Para receber um exemplar do Novo Testamento convencionou-se que seria preciso ter passado pelo curso de alfabetização em Limonkpeln (10 dias) bem como ler, perante o supervisor do curso, 3 capítulos escolhidos do Novo Testamento. Assim fizeram em toda a região e até o momento já distribuíram 2.640 exemplares. O maior pedido da Igreja Konkomba, portanto, é a reimpressão de mais 3.000 exemplares do Novo Testamento. Planejamos trabalhar em uma revisão dialetal do texto para facilitar a compreensão dos falantes de 2 dialetos Limonkpeln do Togo, onde o evangelho está entrando nestes dias. Concluindo tal revisão planejamos uma nova tiragem do Novo Testamento (mais 3.000 exemplares) até início de 2010 com a graça de Deus. A clínica em Koni foi o ponto de destaque nesta nossa visita pois desejavam realizar um culto de gratidão a Deus por sua existência, o que aconteceu no dia 14 de dezembro com cerca de 500 pessoas de diversas igrejas ao redor. A clínica em Koni tem tratado mais de 6.000 pessoas por ano, com os mais diversos problemas de saúde, e pela graça de Deus ganhou em 2008 o reconhecimento como entidade de utilidade pública estratégica pelo governo de Gana (a única no norte do país com este reconhecimento) facilitando, assim, o acesso mais fácil a medicamentos raros de se conseguir como certos antibióticos e soro antiofídico. Os testemunhos a respeito da clínica encheram nosso coração. Makandá, Imá, Mak e James – todos Konkombas – estão a frente realizando um ótimo trabalho. Iniciam o expediente a cada manhã com uma devocional e um tempo de aconselhamento individual aos pacientes, e logo depois se põe à triagem, consulta e tratamento. Todos já concluíram o curso padrão do governo para atendimento de enfermagem em clínicas de saúde e se saíram muito bem, especialmente Makandá que tem um talento natural para esta área. No culto do dia 14 de dezembro podia-se ver de perto a alegria da Igreja Konkomba. Os testemunhos da bondade do Senhor, as muitas músicas, a Palavra lida e pregada bem como o desafio sempre missionário estavam ali presentes. Entre os 500 participantes havia representantes de quase todas as igrejas. Mebá, o primeiro convertido, deu um testemunho comovente de sua vida com o Senhor Jesus. Pudemos filmar e planejamos editar com subtítulos em Português para compartilhar suas palavras cheias de Jesus! Como não se contam os anos na cultura Konkomba não se sabe bem sua idade. Julgamos que já esteja com mais de 80 anos e continua forte e uma inspiração para os mais jovens. Mebá é um destes homens impressionantes que ama a Jesus de todo coração, fala com a sabedoria da Palavra e evangeliza sempre. Ouvi-lo sempre aquece o coração e nos faz lembrar do que é essencial para a vida: seguir a Jesus. Se desejar assistir uma apresentação em power point da nossa visita à Igreja Konkomba clique aqui ou solicite o arquivo por email que enviaremos em anexo. Enviamos abaixo algumas fotos. Obrigado por orar e caminhar conosco. Que o Senhor o abençoe e guarde. Ronaldo e Rossana Lidório www.ronaldo.lidorio.com.br www.amem.org.br www.apmt.org.br Fotos 1. Aldeia de Koni 2. Mulher segue para o culto com Bíblia na cabeça 3. Culto na aldeia de Koni 4. Escola Konkomba - Primeiro grau 5. Crianças na Escola - Koni 6. Rossana se encontra com Mercy, grande amiga 7. Euza recebe presente (inhames) da Igreja Konkomba 8. Mebá, primeiro convertido em Koni, e sua esposa Nadjo ![]() Queridos irmãos e amigos, Louvamos a Deus por estes primeiros meses de 2009, por sua presença e amor em cada momento. Gana – Konkombas Nossa visita ao povo Konkomba encheu nosso coração de alegria por ver a Igreja caminhando tão bem, com liderança própria e espalhando o evangelho além fronteiras, já no Togo – país vizinho. Os projetos sociais também caminham de maneira firme, para a glória de Deus. Ficamos surpresos em ver o reconhecimento que a Clínica entre os Konkombas ganhou perante o governo do país. Foram reconhecidos como um programa de referência na saúde do interior de Gana, e assim recebem alguns benefícios como facilidade na compra de antibióticos e soro antiofídico. Em 2008 foram tratadas quase 7.000 pessoas na clínica, tendo a frente 4 enfermeiros Konkombas, sendo Makanda o coordenador. Nprompir - Testemunho Dos 5 pastores Konkombas, um deles chamou nossa atenção. Seu nome é Nprompir, um plantador de igrejas nato, homem dedicado e pioneiro. Ele vive na região mais distante, no extremo norte do território. Ao encontra-lo percebemos que não enxergava com seu olho direito. Surpresos perguntamos o que aconteceu e ele nos narrou que o problema veio passo a passo cerca de 2 anos atrás, até perder por completo a visão naquele olho. Mencionei que não havia recebido sua cartinha falando sobre isto, pois poderíamos ajudá-lo a ir a um hospital na capital e ver as possibilidades de tratamento. Os 5 pastores costumam nos escrever a cada 3 meses partilhando da caminhada e desafios. Quando afirmei não ter recebido sua cartinha falando sobre o problema ele prontamente respondeu: “por várias vezes planejei incluir este assunto em minhas cartas, mas eram tantos motivos de alegria e louvor a Deus pelo que tem acontecido aqui que o papel acabava e não sobrava lugar para falar desta enfermidade”. Voltamos para o Brasil pedindo ao Senhor um coração grato como o de Nprompir. Deixamos organizada uma consulta/avalição no hospital dos olhos em Accra. Oremos por ele. Amazônia - Amanajé Em fevereiro estivemos envolvidos com a conferência da equipe Amanajé (ver foto abaixo) quando tivemos um tempo muito gostoso, de comunhão, oração e planejamento para 2009. Logo depois desfrutamos da presença de vários missionários que permaneceram alguns dias em Manaus antes de retornarem para seus campos de trabalho. Muito nos alegrou cooperar com Cácio e Elisângela, e outras 3 equipes missionárias de outra missão, com consultorias antropológicas ao longo de fevereiro. O trabalho para se observar o perfil do povo com o qual trabalha é precioso pois cria boas pontes de comunicação e vivência entre eles. Esta é uma das áreas que tem nos dado muita alegria. Kits missionários Junto a Marcelo e Andréia, um casal precioso de Guarulhos-SP, iniciamos um projeto que visa enviar kits para 1.000 famílias missionárias de fala portuguesa. Cada kit contém 4 livros específicos para o trabalho missionário (liderança, lingüística, antropologia e plantio de igrejas), além de alguns DVDs com mensagens dos pastores Hernandes Dias Lopes e Jeremias Pereira. Já foi possível enviar quase 400 kits e estamos caminhando para mais uma leva. O Senhor é fiel e este tem sido um motivo de regozijo. Instituto Antropos – pesquisa Continuamos trabalhando na pesquisa étnica indígena e nos preparando para um mapeamento na região do rio Japurá em abril. Ao fim de abril também planejamos capacitar alguns irmãos indígenas para pesquisas em suas próprias regiões. Orem conosco por estas duas atividades que demandam bastante preparo, direção do alto e sabedoria. Agradecemos o encorajamento, apoio e orações. Grande abraço, Ronaldo e Rossana (16/03/2009) 11 de abril de 2009 Viagem e Curso Queridos irmãos e amigos, graça e paz. Nestes dias Ronaldo, Márcio e outros irmãos estarão realizando uma pesquisa em uma área distante no interior amazônico. Pedimos suas orações por proteção do Senhor nas viagens bem como bons resultados nesta pesquisa. Estamos também nos preparando para receber irmãos indígenas dentro de algumas semanas aqui em Manaus. Oremos para que tenhamos todos um tempo de valor e proveito durante o curso que está sendo organizado. Em Cristo Jesus. Rossana Queridos irmãos e amigos, Nós os convidamos a louvar ao Senhor conosco por novas e boas coisas que ocorreram nestes últimos 2 meses. Muito nos alegrou a realização de mais uma pesquisa étnica, desta vez no interflúvio Negro-Japurá, onde, juntamente com irmãos queridos como Márcio, Jaime, Carlinhos e Diogo, estivemos em dois ajuntamentos indígenas com finalidade de conhecer de perto sua realidade. Lélis nos deu apoio aéreo enquanto fazíamos a jornada de voadeira e canoa e depois a caminhada pela mata. Louvamos ao Senhor por boa proteção e segurança, sobretudo pelo bom relacionamento com os indígenas e as conclusões sobre a região. Dias atrás ministramos uma capacitação para pesquisa étnica 12 pessoas aqui mesmo em Manaus. Alguns indígenas estiveram conosco vindo, inclusive, de regiões bem distantes, o que trouxe um conteúdo especial ao curso. Stan (SIL) e Cassiano (SEPAL) ministraram conosco esta capacitação através do Instituto Antropos que se propõe a cooperar com pesquisas étnicas e desenvolvimento de projetos missionários relevantes em áreas indígenas carentes. Louvamos ao Senhor por um tempo tão especial e oramos para que as pesquisas estratégicas se iniciem em novas áreas. O Projeto Amanajé caminha bem e muito nos alegramos com cada missionário. Pedimos suas orações por cada um da equipe: Marcelo e Claudinha que estão concluindo um tratamento em Aracaju e devem retornar em breve para o Alto Rio Negro. Pela nova cartilha de educação que preparam na língua do povo. Cácio e Elisângela estão também publicando uma nova cartilha de educação na língua indígena local. Por boa saúde para as muitas viagens para a aldeia e outras áreas. Adilson e Cíntia estão no Estado de São Paulo e recebemos a notícia de que Cíntia está grávida. Por boa saúde e direção do Senhor sobre suas vidas. André e Marcelle chegaram este ano e estão se enturmando com toda a equipe. Estão se preparando para os próximos passos. Por boa direção e portas abertas. Carlos e Elfriede também atuam no Alto Rio Negro, na área de logística e apoio. No momento estão nos EUA realizando um curso de cuidado pastoral. Por um tempo muito proveitoso para ambos. Jossandro e Viviane concluíram recentemente um local de apoio para o trabalho que realizam na Praia, em São Gabriel da Cachoeira. Por portas abertas junto ao povo da região. Felipe e Arlene colaboram com este trabalho e também se envolvem com Jossandro e Viviane atuando junto aos enfermos na Casa do Índio. Por boas oportunidades para o testemunho. Francisco e Rose estão no momento em fase de tratamento de Rose em Aracaju. Pelo retorno com saúde e em paz e pelos grandes desafios junto ao povo Tukano no Alto Rio Negro. Léo está em época de preparo do Mini-Conplei, encontro indígena que ocorrerá em Santa Isabel em julho deste ano. Por força renovada e um encontro abençoado. Silvério e Inézia também estão envolvidos nos preparativos deste encontro. A Igreja Aruak que lideram está indo bem e pela graça de Deus se enraizando na Palavra. Por boa saúde e trabalho. Jacinto e Felícia estão também envolvidos na Igreja Aruak. Oremos por boa direção de Deus para suas vidas e forças renovadas para o ministério. Alceri e Arlene, juntamente com Jaime e Cleidinha, estão a frente da Igreja Indígena multiétnica em Santa Isabel do Rio Negro, que vai muito bem. Oremos por boa saúde para os filhos. Lia possui agora uma pequena casinha em uma das aldeias dos Nadëb do Rio Negro e também está concluindo uma cartilha de alfabetização na língua do povo. Oremos por segurança e portas abertas. Gabriel e Cris estão no momento na aldeia. Oremos por um tempo seguro e proveitoso junto aos indígenas. Também pela gravidez de Cris, para que tudo vá bem. Carol também se encontra na aldeia no momento. Oremos pelo aprendizado da língua e cultura do povo local, por uma boa aceitação e ânimo renovado. Márcio e Isaura estão se preparando para mais um módulo da Capacitação Bíblica Missionária Indígena (CBMI) que coordenam. Oremos por todos os preparativos para que o curso seja de grande proveito para todos os indígenas que participarão no Alto Rio Negro. Daniel e Vanusa estão encarregados da logística do campo na Base em Manaus bem como envolvidos com a igreja Ticuna. Por boa saúde para eles e um abrir de portas para a viagem que pretendem fazer ao Alto Rio Negro em breve. Flávio e Mara estão no momento na aldeia, no rio Cuieiras. Oremos por boa saúde para toda a família e por um tempo abençoado por Deus no discipulado do povo indígena. Iraque e Silvéria estão de licença do campo em Recife fazendo parte da equipe pastoral da Igreja Presbiteriana das Graças. São também envolvidos com a coordenação sociopolítica do campo e acompanhamento dos seus projetos sociais. Oremos por saúde e forças renovadas durante estes dias. Rossana e eu estamos bem como família e alegres com a bondade do Senhor. Estaremos passando alguns dias na Austrália durante este mês de maio em um encontro missionário estratégico. Em julho devo estar em um país da Ásia central ministrando um seminário sobre plantio de igrejas para missionários da região. Pedimos suas orações por boa saúde, segurança nas viagens e também pela família que fica em Manaus: Euza, Viviane e Ronaldo Junior. Estamos envolvidos com a produção de dois sites que estão sendo lançados neste mês: A Revista de Missiologia Online (www.missionews.com.br) que se propõe a publicar artigos, resenhas e dissertações missiológicas de relevância para o nosso país. E o site do Instituto Antropos (www.instituto.antropos.com.br) que funcionará como um portal que contém diversas outras iniciativas como pesquisa sociocultural, consultorias, cursos e publicações online nas áreas de Antropologia e Missiologia Aplicada. Agradecemos todo o precioso apoio, oração e encorajamento. Que o Senhor os guarde e guie a cada novo dia. Ronaldo e Rossana AMEM(WWW.AMEM.ORG.BR) APMT(WWW.APMT.ORG.BR) Os que confiam no Senhor são como os montes de Sião, que não se abalam, mais permanecem para sempre. Salmos 125. Queridos e amados irmãos e intercessores, sempre que eu estou escrevendo um relatório fico refletindo sobre o que Deus tem feito através de nossas vidas, estes meses que passaram pode ver claramente Deus agindo em vidas que então vivia sem esperança. Quero comenta um pouco do trabalho que esta sendo feito na igreja indígena o mês passado eu e minha esposa estamos investindo muito em discipulados com os indígena da igreja pode perceber como o discipulado faz uma pessoa crescer na palavra de Deus. O nosso líder de campo Pr. Marcio Schmidel nos mandou um novo livro de discipulado para cada um de nós, creio que vai aumentar, pois os próprios irmãos indígenas vão trazer outros, esse é o alvo. Estamos conversando com o missionário Alceri terena sobre os novos passos que a igreja tinha que tomar este ano, criamos um culto nos lares dos irmãos, todas as terça feiras. Nós estamos morando em uma outra casa, mais perto dos irmãos da igreja, pois os irmãos estavam sofrendo uma pressão espiritual em suas casas e tem sido uma benção, almas tem sido liberta, os cultos tem sido participativos, vejo uma igreja mais alegre mais ativa. Ainda a igreja indígena esta em crescimento mais estamos trabalhando com a sabedoria de Deus para nós sermos uma igreja missionária com uma visão de enviar outros indígenas para aldeias ainda não alcançadas pelo verdadeiro evangelho de Cristo. Trabalho com as crianças O trabalho com as crianças cresce a cada dia, os missionários Alceri e Arlene Terena tem feito um ótimo trabalho com elas. Elas são o grande alvo da igreja indígena, pois sabemos que as crianças trás os pais com seu bom testemunho que tem aprendido na igreja temos visto isto acontecer na igreja. Agradecemos a Deus por Alceri e Arlene Terena terem assumido a igreja na nossa ausência, enquanto estamos em Manaus para tratamento da nossa filhinha Ana Liça, que tem tido febre durante mais de 30 dias. Preparativos para o CONPLEI Apoio: Louvamos a Deus pela oportunidade de realizar um CONPLEI regional. Eu e o missionário Alceris terena ficamos como organizadores desde evento, Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas que será realizado em santa Isabel em uma comunidade de irmãos indígena da etnia Baniwa, que são frutos de uma missionária americana Sophia Miller da Missão Novas Tribos do Brasil, que foi um marco na história entre o este povo, eu pensando, como Deus tem um grande carinho por esse povo sendo eles os primeiros povos do Alto Rio Negro a entregar sua vidas a Jesus e agora Deus da esta benção para juntos realizar o CONPLEI, para mim e uma honra trabalhar com este povo que tem uma visão muito aberta para missões. Temos trabalhado muito mais e com uma alegria muito grande, já posso sentir o poder de Deus sendo manifestado entre os indígenas que iram estar la, creio que muitos indígenas vão se render aos pés do Senhor, uns dos maiores alvos de evangelismo e um povo que ficar perto do local do evento, eu já convidei toda tribo para esta lar eles estão muito alegres e ansioso para ver o CONPLEI pois eles já viram um DVD que os próprios Baniwas deram para eles. Isso e gratificante para mim e Cleide pois com os incentivo que temos dado os próprio irmãos indígenas estão evangelizando outros indígenas isso e para gloria Deus. Vamos receber também o apoio da Igreja Presbiteriana de Novo Airão que ficara responsável pela organização do som e vai nos apoiar também numa grande cruzada evangelística depois do CONPLEI na cidade de Santa Isabel, dia 15 de maio. Queremos fazer um grande impacto na cidade declarando a benção sobre os jovens e famílias que tem sofrido com estes ataques. O alvo e leva todos que participaram do CONPLEI para nos ajudar. Lutas espirituais e um clamor pelos jovens Neste ano, como eu já comentei, sobre como no inicio pude ver claramente os milagres Deus, mais também tem sido um ano de muita luta, pois o nosso município tem passado por momento mais preocupante da História, jovens de 16 a 20 anos tem sido vitimas de uma peseguisão diabólica, pois eles são levados a fazer um pacto com satanás e satanás tem levado muitos ao suicídio de três meses para cá. Já morreram 18 jovens sendo brutamente atormentados, tenho orando com alguns jovens que ficaram possesso e depois de liberto eles falam que e uma força muito grande que leva eles a fazer isto. Sao vozes atormentadoras que eles tem ouvido. Deus tem libertado muito deles, eu fui orar recentemente por um jovem de 20 anos da etnia Tukano que estava possesso quando eu cheguei La ele já tinha tentado se suicidar numa arvore do quintal dele mesmo, e depois fugiu para o mato, isso era a noite não pude fazer nada a não ser orar com a família, oramos para que Deus não permitisse que satanás levasse mais um, Deus ouviu nosso clamor e conseguimos encontra o jovem naquela noite, ele tinha tentado varias vezes se enforcar no mato mas Deus não deixou o pior acontecer , louvado seja Deus, hoje ele esta na igreja. Tempo em Manaus , saúde de Ana Agora estamos em Manaus cuidando da saúde de nossa filha Ana Liça, ela não está muito bem de saúde segundo os médicos ela esta com um problema de coração, não sabemos a gravidade deste problema, mas nesta terça feira vamos saber mais detalhes da situação. Às vezes não entendo o porque de nós estarmos passando por isto, mais Deus tem falado conosco e tem confortado nosso coração, Ele sabe tudo a obra e dele e se Ele nos tirou de Satã Isabel neste momento e porque Ele sabe todos as coisa e nós não sabemos. Creio que Deus esta nos mostrando e ensinado algo muito precioso coisas que se a gente tivesse la não perceberíamos quem esta de fora ve melhor. Lembro-me da história de Elias quando Deus pediu que ele se esconde-se numa caverna. Deus faz isto com nós também hoje, mesmo em plena batalha, para nós percebermos que a luta não e nossa mas dele, é isto que tem nos confortado, que Deus cuida de nós e de sua obra, o que Ele tem nos dado para cuida, louvamos a Deus pelo apoio do projeto amanajé que tem nos ajudado tanto nesta luta no acompanhamento dos exames que Ana esta fazendo. Todos os missionário tem orando por nós, e também muitas igrejas tem orado em prol da saúde de Ana. Irmãos tem ligado de vários lugares para nos em incentivar, isto tem nos deixado mais confiantes, em saber que a igreja de Cristo esta junta com nosco nesta batalha. Quero também incentivar os amados a não desanimar, pois as lutas são tantas, mas as vitorias são maior. A única coisa que Deus quer de nós é obediência e perseverança, entregue seus problemas ao Senhor e você vai poder descansar nas mãos do Senhor. Tenho alguns pedidos para nós estarmos orando juntos: 1- Vamos continuar orando pela cura de Ana Liça. 2- Orem por nós como família, que Deus nos de muita força e Fé neste momento. 3- Orem também pelo CONPLEI que este evento seja uma benção, que sejam dias de salvação. Pelas missões que estão apoiando e pelas igrejas que também estão envolvidas para que este CONPLEI seja uma realidade. Não esquecendo de orarmos pela igreja de Novo Airão que abraçou esta causa, orem por provisão e sustento do Senhor para eles chegar la. 4- Vamos esta orando pela igreja evangélica indígena e pelo missionário Alceri Terena e família que estão a frente do trabalho na nossa ausência. 5- Quando o povo de Deus ora com fé Deus concede a benção, estejam orando pela construção do barco missionário que esta sendo feito em Novo Airão para nos ajudar na evangelização em Santa Isabel para que Deus envie recursos para o mesmo. 6- E bom que os irmãos vivam em união, vamos esta orando pelos nossos lideres Marcio Schmidel e família, Ronaldo Lidorio e família e por todos os missionários que estão trabalhando no Amanajé.
Esta obra é mantida por fé, se você sentiu o desejo de se unir a nós para interceder por esta causa, eis aqui nossos contatos: Missionário Jaimeson Rodrigues _ tel. (97) 3441- 1108 Igreja Presbiteriana _ Manaus Projeto_Amanajé Projeto de Evangelização Indígena (Novo Airão) Tel. (92) 3365 - 1333 (Tesouraria) Contribuicão missionária. Bradesco: Ag: 3745 – 1 C/P 1.001.115 – 9 31 de maio de 2009 Notícias e motivos de oração Queridos irmãos e amigos, Louvamos a Deus pela oportunidade de servi-Lo e pelo companheirismo e oração dos irmãos. Estivemos participando nestes dias de um encontro estratégico que tratava, entre outros assuntos, do grande desafio da Ásia Central, sobretudo das grandes áreas fechadas politicamente para os movimentos de evangelização. Também nos impressionamos com o desafio ao norte da Índia, entre a população Islâmica. Vastas áreas com até 1 milhão de habitantes sem nenhuma presença missionária. Fomos convidados a preparar um seminário para missionários de fala Inglesa sobre plantio de igrejas em contexto de resistencia política e religiosa. Deverá ser distribuído por DVD para cerca de 4.000 missionários e também disponibilizado via internet. Abordaremos 3 principais temas: teologia do plantio de igrejas, metodologia para plantio de igrejas e contextualização em processos de evangelização. Contamos com suas orações para que possamos prepará-lo de forma relevante e encorajadora para estes que estão nos lugares mais distantes, pagando um alto preço pelo privilégio de partilhar do evangelho de Cristo. Um motivo de alegria. O livro Konkombas - o nascer da igreja em uma tribo africana - foi relançado nestes dias pela CPAD e pode ser encontrado no site www.cpad.com.br. Após ter sido também publicado em Inglês com o título Unafraid of the sacred Forest (www.christianfocus.com) foi nestes dias lançado em Alemão (Von Furcht Befreit) e disponível pelo site www.evbuho.de. Está também sendo traduzido para o Francês. O recurso advindo destas publicações é inteiramente enviado para a Igreja Konkomba e tem sido muito bem usado pela liderança local, especialmente no envio de missionários para o norte do Togo, ainda com vastas áreas não evangelizadas. O Projeto Amanajé vai bem e com muitos motivos de louvor a Deus. Temos uma grande alegria em servir a Cristo fazendo parte de uma equipe tão joia. Pedimos orações de forma especial pelo encontro evangélico indígena que há de acontecer em julho em Santa Isabel do Rio Negro, pelos preparativos e pelo Paulo Nunes, Léo, Silvério, Jaime e Alceri Terena que, dentre outros preciosos irmãos, estão envolvidos nos preparativos, que são muitos. Oremos também pela liderança do CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas) que se prepara para estar presente neste momento de despertamento da Igreja Indígena nesta parte do país. Ainda em Julho, logo após o encontro indígena, haverá mais um módulo do CBMI (Capacitação Bíblica Missionária Indígena). Este é um programa coordenado por Márcio e Isaura Schmidel que visa investir na capacitação bíblia e missionária de líderes indígenas. É realizado em módulos, 6 no total, e mais informações estão disponíveis no site www.instituto.antropos.com.br na sessão "Cursos". Oremos para que tenham um tempo abençoado por Deus. Devo visitar um país da Ásia Central neste mês de Junho a fim de ministrar um seminário sobre plantio de igrejas para missionários da região. Agradecemos suas orações por segurança na viagem e tempo entre os irmãos. Também por dias proveitosos de encorajamento e renovação de forças para todos que irão participar. Pedimos que orem pela equipe Amanajé, por: Jaime, Cleide e filhos (igreja multietnica, Santa Isabel, Alto Rio Negro). Daniel, Vanusa e a pequena Laís (Base de apoio em Manaus e igreja Ticuna na Cidade de Deus). Flávio, Mara e a pequena Bia (trabalho multietnico no rio Cuieiras, Baixo Rio Negro). Márcio, Isaura e filhas (co-liderança do campo e coordenação de atividades junto aos missionários indígenas). Juliano (apoio logístico, escritório da Base em Manaus). Iraque e Silvéria (Recife, pastoreio da IPG e colaboração na coordenação sociopolítica do campo). Gabriel e Cris (trabalho étnico no Alto Rio Negro). Lia (trabalho étnico junto ao povo Nadëb do Rio Negro, Santa Isabel). Carol (trabalho étnico no Alto Rio Negro). Alceri, Arlene e filhos (igreja multietnica, Santa Isabel, Alto Rio Negro). Francisco e Rose (igreja junto ao povo Tukano, São Gabriel, Alto Rio Negro). Silvério, Inésia e filhos (igreja junto aos grupos Aruak, São Gabriel, Alto Rio Negro). Jacinto, Felícia e a pequena Edilaine (igreja Aruak e evangelização de aldeias no Alto Rio Negro). Jossandro, Viviane e o pequeno Vitinho (trabalho multietnico em Sao Gabriel, e Casa do Índio, Alto Rio Negro). Felipe, Arlene e filhos (trabalho multiétnico em São Gabriel, e Casa do Índio, Alto Rio Negro). Carlos e Elfriede (Base de apoio missionário em São Gabriel e tesouraria, Alto Rio Negro). Leonízia (igreja junto ao povo Tukano, São Gabriel, e diretoria do CONPLEI, Alto Rio Negro). Marcelo e Cláudia (trabalho étnico no Alto Rio Negro). Cácio e Elisângela (trabalho étnico no Alto Rio Negro). Adilson e Cíntia (trabalho étnico no Alto Rio Negro). André, Marcelle e o pequeno Samuel (preparativos para trabalho étnico no Alto Rio Negro). Paulo e João (Barco e apoio de transporte, Alto Rio Negro). Por nós, por boa saúde, segurança nas viagens, recuperação de RJ que fraturou o pé nestes dias e Vivi que caminha para completar 15 anos em breve. Sobretudo louvor a Deus pelo privilégio de servi-Lo. Por mainha (Euza Lidório), pelo constante trabalho com os Calendários de oração que distribui mensalmente para mais de 6.000 pessoas no Brasil as quais são envolvidas com a intercessão pela obra missionária. Agradecemos as orações, o apoio e o constante encorajamento, que sempre fazem bem ao coração. Ronaldo e Rossana Lidório 18/06/2009 Queridos irmãos e amigos, Louvamos a Deus por suas vidas, encorajamento, envolvimento e orações. Peço que orem conosco por uma viagem que Ronaldo fará nestes dias para 2 países da Ásia central. Em um deles ministrará um seminário para um grupo de irmãos envolvidos no Reino naquele lugar. Em outro estará com pessoas envolvidas em pesquisa missionária. Temos orado por segurança, boa saúde e tempo relevante com os irmãos. Muito nos alegrou a realização de mais uma pesquisa étnica, desta vez no interflúvio Negro-Japurá, onde Ronaldo, Márcio, Jaime, Lélis, Carlinhos e Diogo visitaram mais um ajuntamento indígena que demandava pesquisa. Organizamos também uma capacitação para pesquisa étnica indígena para 12 pessoas, com a boa participação de Stan (SIL) e Cassiano (SEPAL). Alguns indígenas vieram de áreas distantes para tal momento, muito especial. Outro motivo de oração é a saúde de Ronaldo. Desde agosto de 2007 ele tem experimentado certos desconfortos como palpitações, falta de ar, dormências e dores de cabeça. Neste ano os sintomas se tornaram quase diários e estamos empenhados no diagnóstico e tratamento. Os resultados preliminares apontaram para um problema neurológico, possivelmente causado por convulsões relacionadas com as malárias e o problema que tivemos com abelhas. Ainda estamos pesquisando. Estaremos, assim, retirando alguns meses no segundo semestre para nos concentrarmos no tratamento e também diminuir o ritmo das atividades. Márcio e Isaura Schmidel bondosamente estarão assumindo a liderança da equipe Amanajé no segundo semestre deste ano o que será de ótima ajuda para nós. Peço suas orações por boa direção para o diagnóstico bem como tratamento. O Projeto Amanajé caminha bem e muito nos alegramos com a equipe. Somos hoje 41 missionários espalhados em 12 etnias indígenas. Oremos pelas 4 igrejas plantadas bem como o desenvolvimento da liderança local em cada uma delas. Pelas 5 frentes de ação evangelizadora e pelos 8 projetos sociais. Oremos pela saúde da equipe e portas abertas para a caminhada. Em Julho haverá um encontro indígena evangélico organizado pelo CONPLEI (Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas) em Santa Isabel do Rio Negro. Há expectativa de até 1.000 pessoas neste encontro e o Amanajé prepara mais uma capacitação para líderes indígenas logo após o mesmo, aproveitando a vinda de todos. Os Schmidels estão a frente desta iniciativa que conta com a participação de vários missionários. Oremos por um tempo de Deus e provisão nas necessidades atuais. Da África temos também boas notícias. Findaram a distribuição de todos os 3.000 exemplares do Novo Testamento Limonkpeln. Como a Igreja tem crescido e se espalhado entre os Konkombas do país vizinho (Togo) pediram uma versão que seja também viável para 2 outros dialetos clânicos desta nova região. Das atuais 31 igrejas, 4 estão no Togo. Assim, há um grupo Konkomba empenhado no trabalho nesta versão e faremos a revisão final com a graça de Deus. O alvo é publicarmos outros 3.000 exemplares para envio e distribuição em Gana até o início de 2010. Um motivo de oração é pelo evangelista Konkomba Nprompir, que perdeu a visão em um de seus olhos. Está indo a uma clínica nestes dias, na Capital, para uma série de exames. Oremos por ele, um homem de Deus e o melhor evangelista e plantador de igrejas que conhecemos. Louvamos a Deus por Sua bondade. Agradecemos aos irmãos por todo o carinho, e de forma especial por suas orações. Rossana e Ronaldo Lidório Quinta-feira, 16 de Julho
de 2009, 22:06
Queridos irmãos e amigos, Louvamos ao Senhor pelas orações, carinho e envolvimento com nossas vidas e ministério. Gostaríamos de compartilhar com vocês sobre 6 áreas que são motivo de louvor e também orações. Ásia Central Recentemente tive o privilegio de colaborar ministrando seminários para algumas equipes missionárias na Ásia central. Famílias preciosas investindo tempo e energia em regiões inóspitas. Algumas habitam vilarejos em distantes montanhas enfrentando invernos que chegam a 30 graus abaixo de zero. Esta é uma região do mundo formada por altas montanhas sendo mais de 90% da população de confissão islâmica e as ações evangelizadoras sofrem sanções. Países como o Cazaquistão, Uzbequistão e Tadjiquistão possuem uma Igreja ainda incipiente, basicamente formada por pequenos grupos que se reúnem em casas. Há algumas poucas igrejas evangélicas oficialmente reconhecidas pelo governo, porém com igual limitação para qualquer comunicação do evangelho fora dos locais e horários autorizados para suas reuniões. Por outro lado, ao passo que a situação se torna cada vez mais restrita para a presença missionária externa, os crentes locais têm se levantado em muitos lugares com coragem e determinação para espalhar o evangelho. O povo, alegre e hospitaleiro, usa este ambiente relacional para partilhar de Jesus. Um pastor, em um destes países, partilhou como sua pequena igreja, sob constante vigilância, desenvolveu o alvo de evangelizar 1 milhão de pessoas. A cada culto eles recitam juntos a visão da comunidade: “... ser uma ferramenta de evangelização para 1 milhão de pessoas em nosso país”. Oremos por proteção do Alto bem como por coragem e oportunidades para anunciarem o evangelho. Também por amadurecimento na Palavra visto a incipiente Igreja possuir pouca literatura bíblica disponível e poucos líderes com melhor preparo. Família Tivemos que remanejar nossos compromissos para cuidar de um problema de saúde que Ronaldo tem enfrentado, aparentemente neurológico, devido às malárias do passado. Os episódios mais constantes e quase diários têm gerado desconforto e estaremos procurando dedicar estes próximos meses no segundo semestre para nos concentrarmos no tratamento e também diminuir o ritmo das atividades. Márcio e Isaura Schmidel bondosamente estarão assumindo a liderança da equipe Amanajé durante este tempo, o que será de ótima ajuda para nós. Agradecemos as orações por boa direção para o diagnóstico bem como tratamento. Amanajé – Amazônia O Projeto Amanajé vai bem para a glória de Deus. Atualmente os 41 missionários atuam em 12 etnias com ênfase no plantio de igrejas, desenvolvimento de projetos sociais e treinamento de liderança indígena local. Louvemos a Deus pelo encontro indígena que tem ocorrido nestes dias na região de Santa Isabel com centenas de pessoas reunidas de diversas etnias sobre a iniciativa do CONPLEI – Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas. Logo após o encontro haverá mais um módulo do CBMI – Capacitação Bíblica Missionária Indígena – liderada pelo Amanajé que visa a capacitação de líderes indígenas locais. Oremos pela conclusão de três projetos de construção: casa de apoio missionário, igreja Aruak e ponto de apoio para ministério multicultural, todos em São Gabriel da Cachoeira. Oremos pelo amadurecimento da liderança indígena nas igrejas já plantadas (Tukano, Aruak, Multicultural em Santa Isabel, Ticuna em Manaus e Multicultural no rio Cuieiras). Oremos por Crislaine e Cíntia que estão grávidas, por alguns da equipe que estão enfermos e em tratamento. Especialmente por segurança para muitos que viajam ao longo dos rios neste meio de ano. Oremos sobretudo pelo encorajamento do Senhor para missionários e irmãos indígenas de diversas organizações e igrejas que enfrentam oposições ao anunciar o evangelho de Cristo. Konkombas – África Temos boas notícias da Igreja Konkomba que está motivada com a evangelização dos agrupamentos ainda não alcançados no país vizinho, Togo. Os exemplares publicados do Novo Testamento Konkomba-Limonkpeln se esgotaram e estamos agora envolvidos com a revisão necessária para a publicação de mais uma tiragem. Nesta revisão planejamos definir terminologias que facilitem a comunicação junto aos clãs que estão sendo evangelizados no Togo. Dambá, um irmão Konkomba, presbítero da igreja de Nabukorá em Gana, está encarregado da coleta do material para revisão e faremos o restante do trabalho aqui no Brasil. Labuer, pastor Konkomba encarregado de boa parte do trabalho ali, escreveu meses atrás dizendo que “... o povo lê a Palavra de Deus com alegria. Muitos se entregaram ao Senhor ouvindo ou lendo a Sua Palavra. Fazem também cânticos recitando a Palavra. A Igreja está se fortalecendo e muitos que se converteram bem jovens estão hoje assumindo a liderança em muitas igrejas. O poder da Palavra de Deus é visível... motivo pelo qual precisamos também levar a Palavra até as aldeias do Togo”. Oremos por sabedoria para o trabalho de revisão, em Gana e aqui no Brasil no segundo semestre. Pela publicação de mais 3.000 exemplares de Novos Testamentos. Instituto Antropos - Pesquisa Temos coordenado a revisão do banco de dados da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileiras) com respeito às etnias indígenas. Adriano (CONPLEI), Cassiano (SEPAL), Beti (AMIDE) bem como Ricardo (Missão Novas Tribos do Brasil) têm juntado forças no intuito de termos o material disponível em uma ferramenta de pesquisa online até setembro onde poderão ser vistas as etnias por região, língua, população, presença de projetos sociais etc. As pesquisas de campo bem como as capacitações para pesquisadores indígenas realizadas pelo Instituto Antropos nos últimos meses têm produzido ótimas informações que serão úteis a esta atualização e ao trabalho missionário. O Departamento para Assuntos Indígenas da AMTB, dirigido por Rocindes (Asas de Socorro) e Edward (Missão Novas Tribos do Brasil) está promovendo um Fórum em setembro que irá revisar e oficializar estes dados, bem como colocá-los a disposição para informação e pesquisa. O material organizado de forma zelosa e criteriosa pelo missiólogo Paulo Bottrel é a base deste trabalho de revisão. Oremos para que o programa bem como o processamento de todos os dados sejam devidamente concluídos para o Fórum indígena em setembro. Publicações O livro Antropologia Missionária que lançamos em Português está agora traduzido para o Inglês (Missionary Anthropology) pelo precioso trabalho de David Philips. Está sendo organizado em forma de E-Book que estará disponível de forma gratuita para auxiliar missionários de fala Inglesa. Também está sendo concluída em Inglês a tradução do livro Plantando Igrejas (Church planting,) um E-book com o mesmo intuito de auxílio missionário. Vários materiais em Português e alguns em Inglês poderão ser acessados no www.instituto.antropos.com.br bem como www.ronaldo.lidorio.com.br. Agradecemos suas orações, todo o encorajamento e apoio ao longo destes anos. Em Cristo Jesus, Senhor nosso, Ronaldo e Rossana = = Queridos irmãos e amigos, Nos dias 15 a 18 de setembro será realizado no Palavra da Vida (Caldas Novas - GO) o Forum Indígena da AMTB. Este encontro estratégico ocorre bianualmente e reúne representantes de agências missionárias, missionários e líderes ligados a diversas iniciativas entre os indígenas do Brasil. Vivemos um momento estratégico para a caminhada da obra missionária no Brasil, com cerca de 180 etnias ainda não evangelizadas e muitas carências sociais. Cremos que juntos podemos dimensionar desafios específicos e lançarmos mão de ferramentas estratégicas que nos auxiliem na melhor comunicação do evangelho, tornando-nos mais eficazes e efetivos. Acesse o site www.forumindigena.com.br onde você poderá fazer sua inscrição totalmente online. Envie suas dúvidas para amtb.indigena@gmail.com. Um grande abraço. Ronaldo Lidório OLÁ
PR. TUDO BEM?
Notícias
do nosso amigo e irmão Miss.Ronaldo Lidório.
Por favor leiam este e-mail e intercedam por este querido amigo e irmão em Cristo. Marcelo Taborda. Diretor da Siloé Ministério em Missões. http://www.uniaonet.com/siloe.htm - - Queridos, Deus os abençoe
e guarde.
Pedimos que
orem conosco pela saúde de Ronaldo._ Sanches
- - Débora _ Gente pra quem não conhece, é o pastor Ronaldo Lidório, benção mesmo, falo isso de carteirinha e cadeira, esse homem é benção em minha vida e ministério missionário... POR FAVOR ORE MESMO POR ELE. Obrigada de coração ? se puder repasse para sua lista de oração 20/08/2009
Queridos intercessores. Estamos nos unindo em oração pela saúde de Ronaldo Lidório (www.ronaldo.lidorio.com.br). Repassamos a seguir a mensagem que chegou até nós: "Ele foi diagnosticado nestes dias como portador da síndrome de beribéri, um problema neurológico que, em estágio avançado como é seu caso, pode ser grave. Louvamos a Deus por termos chegado a tal diagnóstico pois, há algum tempo, ele vem sofrendo com faltas de ar, taquicardias, dormências e prostração, sem sabermos o motivo. Na verdade estes sintomas já o acompanham por alguns anos, se intensificando nestes últimos meses. Ele iniciou o tratamento e precisará de repouso bem como fisioterapia para plena recuperação. Agradecemos suas orações por uma boa recuperação e para que não haja desdobramentos nesta neuropatia." "O Senhor é compassivo e misericordioso... cheio de amor". Salmo 103.8 (www.meap.org.br ) - - - Ore pelo Pastor
Ronaldo Lidório
Queridos, Deus os abençoe e guarde. Pedimos que orem conosco pela saúde do Pastor Ronaldo Lidório. Ele foi diagnosticado nestes dias como portador da síndrome de beribéri, um problema neurológico que, em estágio avançado como é seu caso, pode ser grave. Louvamos a Deus por termos chegado a tal diagnóstico pois há algum tempo ele vem sofrendo com faltas de ar, taquicardias, dormências e prostração, sem sabermos o motivo. Na verdade estes sintomas já o acompanham por alguns anos, se intensificando nestes últimos meses. Ele iniciou um tratamento e precisará de repouso bem como fisioterapia para plena recuperação. A equipe _ Amanajé está sob a liderança de Márcio e Isaura neste semestre. Eles estarão em contato com os irmãos para os assuntos referente ao trabalho indígena Amazônico . . . A equipe Antropos leva adiante os projetos de mapeamento e pesquisa indígena e estará interagindo sobre estes assuntos pelo _ equipe.antropos Agradecemos suas orações por uma boa recuperação e para que não haja desdobramentos nesta neuropatia. O Pastor Ronaldo, ao chegar da Ásia central no início de julho, escreveu uma crônica a respeito da ação missionária naquela parte do mundo. Você pode lê-la entrando em \"Artigos\" no nosso site: www.ronaldo.lidorio.com.br. Assim, peço suas orações por alguns motivos: - Saúde de Ronaldo, plena recuperação e alívio dos sintomas; - Projeto Amanajé: um tempo de bênção nos muitos alvos com os quais a equipe lida neste 2009; - Revisão dialetal do Novo Testamento Konkomba-Limonkpeln visando a publicação de mais 3.000 exemplares. Agradeço as orações, carinho e cuidado. Em Cristo Jesus, no qual sempre podemos confiar. _ Rossana Lidório Queridos irmãos, Aqui estamos bem e nos sentindo reanimados no Senhor. Ronaldo tem feito a reposição de tiamina e conseguiu iniciar a fisioterapia hoje. As dores no corpo e os outros sintomas continuam, mas o médico que nos acompanha informou que dentro de uns 2 meses deverá experimentar melhora. O diagnóstico da síndrome de beribéri foi de certa forma um alívio, pois víamos que os sintomas estavam se intensificando nos últimos meses e não sabíamos como tratar. Estamos também realizando vários exames para observar a possibilidade de alguma outra complicação neurológica. O Senhor tem nos dado boa oportunidade de tratamento e o louvamos por Sua bondade. Também pelo carinho e orações dos irmãos. Tivemos que desmarcar os compromissos dos próximos 3 meses devido a orientação médica. Ronaldo precisará descansar e evitar as viagens nestes meses para recobrar a saúde. Vamos aproveitar o momento também para colocar em dia alguns projetos que estavam engavetados e que poderemos levar adiante neste período, sem comprometer o tratamento. Um deles é um material de treinamento e apoio missionário que não havíamos conseguido completar até então. Estamos sempre em contato com a turma do Projeto Amanajé, que vai muito bem. Louvamos a Deus por todos e em especial por Márcio e Isaura Schmidel que assumiram a liderança da equipe em nossa ausência. Toda a equipe (41 pessoas, em 12 diferentes etnias) está indo muitíssimo bem. Recebemos notícias de que a equipe Konkomba que trabalha com a revisão dialetal do Novo Testamento Konkomba-Limonkpeln planeja enviar-nos o material para a revisão final até outubro próximo. Nosso desejo é revisá-lo e publicar mais 3.000 exemplares do Novo Testamento na língua Limonkpeln. Aproveitamos para partilhar com vocês três textos que falam um pouco sobre nossas últimas atividades, bem como nos levam a intercessão. Ice-Breaker (quebradores de gelo) http://www.portasabertas.org.br/artigos/artigo.asp?ID=5553 Liderança e integridade de coração http://www.lideranca.org O cenário indígena brasileiro e a atuação missionária evangélica http://www.ronaldo.lidorio.com.br Louvamos a Deus por suas vidas e orações. Em tudo Ele tem nos dirigido neste tempo, e nos abençoado de forma especial. Nada nos falta. Nem a paz do Senhor, nem a alegria para servi-Lo. Em Cristo Jesus. Rossana Lidório A paz querido irmão. Obrigada por orarem com a família, por Ronaldo. deus é bom e Sua benignidade dura prá sempre, não é? Sabemos em Quem temos crido e sabemos que Ele sara, cura, faz milagres. Obrigada mesmo, pois grnades coisas tem feito o Senhor por Ronaldo, e sua famíla, por isso estamos alegres, no maor de Cristo o Senhor da seara, Eudalva. 19/09/2009 Notícias
e breve relatório de atividades – 2009
Louvamos a Deus por mais um ano, as oportunidades para servir a Cristo e também a Sua bondade sempre presente. Louvamos a Deus por suas vidas, orações, apoio e encorajamento. Estamos bem como família e sigo com o tratamento. Pela graça de Deus fiz uma avaliação recente e tudo indica que o quadro da síndrome de beribéri está regredindo. Os resultados finais chegarão em meados de dezembro. As crises estão mais espaçadas e menos intensas, motivo de alegria. Devemos retornar para a Amazônia no início do ano e seguir com o ministério. O tratamento, que pode durar mais 2 anos, pode ser feito de lá e em meio às atividades missionárias. Projeto Amanajé. A equipe caminha bem, com seus 41 missionários em 12 etnias indígenas. Louvamos a Deus pelas 4 igrejas plantadas que investem na formação de líderes locais. Também pelos processos de evangelização em vários grupos bem como os projetos sociais: saúde, educação e subsistência. São mais de 500 famílias indígenas sendo abençoadas através de 7 projetos sociais. Também a CBMI (Capacitação Bíblica Missionária Indígena), conduzida por Márcio e Isaura Schmidel, investiu no treinamento de 59 líderes indígenas de diversas etnias neste ano. Pesquisas e mapeamentos. Em 2009 estivemos envolvidos com pesquisas entre indígenas na região do Médio Rio Negro, no interflúvio Negro- Japurá e apoiando as pesquisas nos rios Madeira e Solimões. Os resultados nos guiarão nas ações sociais e evangelísticas a partir de 2010. Banco de dados da AMTB. Trabalhamos, com uma boa equipe, na revisão do banco de dados da AMTB (Associação de Missões Transculturais Brasileira) analisando mais de 4.200 dados. O objetivo é dimensionar o trabalho ainda a ser feito, especialmente quanto aos grupos não evangelizados, e o resultado será usado para informação e mobilização da Igreja brasileira para o trabalho indígena. Os Konkombas de Gana. No início deste ano visitamos os Konkombas de Gana. Foi uma alegria rever o povo e ver o ardor cristão em seus corações. São hoje 33 igrejas espalhadas por todo o nordeste do país. O Novo Testamento Limonkpeln entregue em 2004 está esgotado e nos preparamos para imprimir mais 3.000 após uma revisão dialetal, já em andamento. Os líderes se reúnem com freqüência e a clínica médica, que atende mais de 6.000 pessoas por ano, recebeu menção honrosa por parte do governo ganense pela qualidade de seus serviços. Deus é bom Cursos. A capacitação antropológica (e-book e DVD) foi utilizada por 18 equipes missionárias em 5 países neste ano. Ministramos também a capacitação antropológica presencial, juntamente com Cácio Silva, no curso de missiologia da APMT em SP, e a capacitação missiológica (com foco no plantio de igrejas) para algumas equipes missionárias na Ásia central. Orem conosco por uma saúde renovada em 2010 e para que possamos entrar pelas portas que se abriram para a comunicação do evangelho entre aqueles que ainda nada ouviram. 1. Por uma saúde restabelecida e retorno para o campo amazônico no início de 2010. 2. Por portas abertas para pesquisas em duas novas áreas com graves necessidades sociais e missionárias, entre os indígenas amazônicos. 3. Pelas igrejas plantadas e processos de evangelização através da equipe Amanajé. Renovação de forças e ânimo para os missionários. 4. Pela revisão dialetal do Novo Testamento Limonkpeln, publicação e envio dos 3.000 exemplares. 5. Por clara direção do Senhor para este novo ano. Para que possamos enxergar, com os olhos de Cristo, todas as suas prioridades ao nosso redor. Que o Senhor os guarde neste fim de ano, lhes dando dias de alegria e no serviço do Reino. Ronaldo e Rossana Lidório Ore pela equipe Amanajé: Adilson e Cintia, Alceri e Arlene, André e Marcelle, Cácio e Elisângela, Carlos e Elfriede, Carol, Daniel e Vanusa, Felipe e Arlene, Flávio e Mara, Francisco e Rose, Gabriel e Crislaine, Iraque e Silvéria, Jacinto e Felícia, Jaimeson e Cleidemar, Jossandro e Viviane, Leonízia, Marcelo e Cláudia, Márcio e Isaura, Maria Gomes, Ronaldo e Rossana, Silvério e Inésia, João, Paulo e Juliano. WWW.AMEM.ORG.BR WWW.APMT.ORG.BR Site familiar: www.ronaldo.lidorio.com.br Pesquisa cultural e cursos: www.instituto.antropos.com.br Revista de Antropologia: www.revista.antropos.com.br Revista de Missiologia: www.missionews.com.br
APMT (WWW.APMT.ORG.BR)
AMEM (WWW.AMEM.ORG.BR)
Site familiar: www.ronaldo.lidorio.com.br
Revista de Antropologia:
www.revista.antropos.com.br
Site de consulta antropológica
geral: www.antropos.com.br e www.instituto.antropos.com.br
Curso Teologia da Missão
online: www.ftsa.edu.br
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