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Taiane Calvi _ January 12, 2004 vamos orar pelo japao!!! por favor repassem

AMIGOS RECEBI ESSA MENSAGEM E SENTI DE PASSA-LA  A  VCS. MEUS QUERIDOS IRMÃOS EM CRISTO JESUS!!!

   Introdução
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>       Há muito, Deus tem compartilhado comigo revelações que estremece o meu coração. Não sentia, porém, liberdade no espírito para compartilhá-las com vocês. Agora, creio ser o momento de Deus para fazê-lo. Aprendi, desde a minha entrega ao Senhor, que não podemos negligenciar a Sua voz, tampouco menosprezar o que Ele coloca em nosso coração para anunciar ao mundo. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça, guarde no coração e medite sobre as verdades do Senhor e as implicações delas em sua vida, na vida da Igreja e para a humanidade.
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>       Um país isolado - O Japão é um país isolado, uma ilha situada no Oceano Pacífico, desligada de todo o resto do mundo. E nesse país, demônios fizeram uma fortaleza que gera terrível opressão no povo. Demônios específicos, como os do Xintoísmo e Budismo "manipulam" milhares de fiéis. O povo japonês é por natureza idólatra. São 8 milhões de deuses que controlam os seus pensamentos, sentimentos e emoções. Esse povo, carente de Deus e da Sua salvação, acredita que esses demônios dissimulados de deuses são a sua proteção. O Japão passou por um período de total escassez de arroz. Nessa época, os japoneses oraram para a deusa Amateraço e, até hoje, acreditam que ela tenha "mandado" chuva para alagar os campos de arroz. Isso só fez aumentar a idolatria em seus corações. Como se não bastasse todo essa multidão de deuses, os japoneses têm "importado" demônios do espiritismo. Essa legião de demônios vêm provocando um caos espiritual e natural no Japão.
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>       Religiosidade: perniciosa apatia - Os demônios que atuam no Japão provocam suicídios, prostituição, bebedeira, religiosidade. Estes, da religiosidade, usam cartola e bengala e comumente assentam-se no primeiro banco das igrejas. Eles atuam na mente das pessoas, tornando a Igreja fria, indiferente com o seu semelhante, descompromissada com a obra de Deus. Os demônios da religiosidade fecham a Igreja em si mesma, impedindo a obra de missões. Ir ao culto aos domingos torna-se o bastante para os religiosos. A intensidade da vida com Deus e a paixão por ganhar vidas para Cristo são sentimentos "congelados" no coração deles. A Igreja japonesa está de olhos vendados, e essa religiosidade perniciosa tem provocado conflitos em muitos casamentos, quando um dos cônjuges resolve, sem estar em unidade com o outro, fazer um voto de castidade. Situações religiosas que são condenadas por Deus em Sua Palavra (I Co 7:5). Outro exemplo de religiosidade são os votos feitos de "carona". Se o pastor ou um líder raspa a cabeça para um voto específico, muitos fazem a mesma coisa, porém, sem nenhum propósito diante de Deus, antes, somente o de agradar a homens e passar uma imagem de espiritual. Atitudes censuradas por Jesus (Mt 6:16).
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>       Aproveitando-se dessa religiosidade que eles mesmos provocaram, os demônios investem pesado na psique dos japoneses, induzindo-os ao suicídio. Muitos aceitam esse convite maligno para o sono da morte, na esperança de alcançar paz, mas acordam no inferno, irremediavelmente perdidos. Esse tipo de demônio não pode ser expulsado "senão por meio de oração e jejum" (Mt 17:21). A Igreja precisa ser acordada dessa lassidão espiritual, porque a opressão demoníaca é algo "visível" no Japão. Ela pode ser sentida até mesmo no caminhar pelas ruas. Deus tem estratégias para exterminar a religiosidade do coração do Seu povo, mas temos de ter sensibilidade espiritual para ouvir o Senhor e determinação para obedecer à Sua voz.
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>       Trincheiras da morte - Durante um dos meus momentos de oração, eu tive uma visão: Via claramente o Oceano Pacífico e o Japão, ao redor do qual estavam enormes soldados, que cercavam o Japão com trincheiras de arame e madeira. Deus me permitiu entender que essas trincheiras simbolizavam as dificuldades pelas quais passa a Igreja e o país. Discerni ainda, que ninguém poderá fazer nada, por maior que seja a sua fé, se os pastores não se unirem para quebrar essas fortalezas do mal com jejum e oração. Somente a união de fé poderá levar o povo japonês para os pés de Cristo. E nós não podemos fechar os nossos olhos para essa dura realidade, porque há uma maldição sobre o país.
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>       Escravas sexuais - A prostituição é outra arma que o diabo usa para destruir a obra prima da criação de Deus em todo o mundo. Quanto mais no Japão, onde encontrou uma larga porta de legalidade: a prostituição. A Ásia odeia o Japão. Durante as guerras, milhares de mulheres foram levadas como escravas sexuais. Indonésia, China e Coréia são países cujas mulheres foram sexualmente escravizadas pelos japoneses. Essa maldição de prostituição alcança mulheres cada vez mais jovens. Adolescentes de apenas quatorze anos se prostituem por ninharia, como roupas de marca, sapatos novos e tantas outras coisas dispensáveis. E cada vez mais jovens têm suas vidas destruídas pela prostituição.
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>       Olhando para baixo - A saúde é outra área que o diabo tenta destruir. Os demônios "brincam" com a saúde dos japoneses, colocando enfermidades na coluna vertebral, a ponto de muitos ficarem totalmente envergados na velhice. O desânimo, a depressão toma conta da alma de tanta gente, que fica completamente sem ânimo para trabalhar, para conviver socialmente. Satanás enverga a coluna dos japoneses e os coloca literal e espiritualmente olhando para o chão. E nessa posição de derrotados, eles jamais olham para os montes, de onde lhes virá o socorro: do Senhor, que fez o céu e a terra (Sl 121:1-2). Os japoneses precisam de uma nova dinâmica de vida, do novo nascimento, da nova vida que Cristo oferece! Eles precisam ouvir sobre o amor de Deus e experimentá-lo em sua totalidade.
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>       Homossexualismo - Como sempre, o diabo faz de tudo para transformar a verdade de Deus em mentira. A homossexualidade vem sendo tratada no mundo todo como uma opção de vida, enquanto, na verdade, é uma prisão satânica, assim como as drogas. No Japão, o homossexualismo é camuflado e caminha intimamente com drogas e ganho financeiro fácil. A situação é terrível, assustadora. Mas a polícia não consegue prender os criminosos, e a sociedade nem as famílias são plenamente capazes para ajudar os doentes, os viciados.
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>       Cegos pelo vício - O vício está entranhado, parece que corre nas veias de uma boa parte dos japoneses. Fato que incentivou os coreanos a abrirem casas de jogos - os Pachikos - em todo o Japão. Totalmente dominados por esses espíritos malignos da jogatina, muitos deixam seus filhos dentro dos carros e esquecem-se deles enquanto se mergulham nas densas trevas dos jogos. Os demônios persuadem as pessoas ao jogo e tornam-nas suas escravas, dependentes da "emoção" dos jogos. Milhares perdem bens, emprego, família e amigos por causa de dívidas contraídas com jogos de azar.
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>       Tudo no Japão conspira a favor do inimigo e contra Deus. Músicas, desenhos, gibis... Há cinco anos, o desenho do Picatchu provocou convulsão em muitas crianças. Esse Picatchu nada mais é do que um demônio camuflado de desenho. É claro que o demônio não se apresenta com chifre e tridente. Seria muito fácil reconhecê-lo e fugir dele. Satanás se dissimula das mais diferentes e atraentes formas. A Igreja precisa estar atenta para não deixar que lobos vestidos de cordeiro se infiltrem no meio do povo de Deus e devorarem as o velhinhas menos avisadas. Temos cinco portas de entrada que são os nossos sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar. Se cuidarmos bem da segurança das nossas "portas", certamente não pereceremos nas garras dos lobos. Infelizmente, muitos jovens têm-se deixado prender nas redes do mal.
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>       Gangs da perdição - Os jovens estão sendo ensinados pela violência e pela falta de limites. As conseqüências disso são calamitosas. Jovens de classes sociais altas se juntam para provocar confusão e pacadaria. Os Bosozukos são uma gang de jovens de aproximadamente 19 anos, que andam sempre de motos, afrontando as pessoas, parando o trânsito, instalando caos. Eles contam milhares de jovens no Japão. Basta um telefonema no celular para que centenas deles apareçam com espadas de samurai e soco inglês. No Japão mata-se muito mais por envenenamento e facadas do que por arma de fogo. Além disso, a máfia espalha medo e perdição pelo país - ela simboliza Satanás e tudo o que é ilegal.
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>       Famílias em perigo - Existem demônios designados especificamente para acabar com as famílias, destruindo lares e suscitando nas pessoas aversão pelo casamento. Os divórcios têm acontecido até mesmo entre os filhos de Deus. Uma onda de desgosto envolve os cônjuges, que preferem se separar a lutar pela restauração do lar. Muitos, não enxergam o verdadeiro inimigo e dão "socos no ar" até que, desfalecidos, desistem da luta. Os demônios da prostituição levam milhares de jovens ao sexo antes do casamento e, uma vez grávidas, entregam-se nas mãos de profissionais inescrupulosos para fazer aborto - um crime legalizado no Japão. E a violência não pára por aí.
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>       Violência - Uma das formas mais agressivas e mais desastrosas de violência é a cometida contra o corpo, contra a intimidade do ser humano. A violência sexual agride o mais íntimo da alma, provocando traumas muitas vezes reversíveis somente por um milagre do Senhor. O estupro é uma atitude maligna que atinge pessoas de diferentes idades e classes sociais. A situação é tão terrível, que homens de idade avançada, os chamados Chikan, estupram crianças e as matam de forma brutal. Muitos cortam as crianças em várias partes e as espalham em diferentes lugares. Demônios povoam a mente de homens que se tornam estupradores inveterados. Até há bem pouco tempo, as mulheres estupradas no trabalho tinham de permanecer caladas. Sem nenhum respaldo da sociedade nem da lei, nada lhes restava senão o silêncio mórbido da dor do ultraje e do desamparo. Somente com Deus podemos mudar impedir que esses demônios continuem agindo com tanta voracidade.
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>       Sofismas - Satanás vale-se de argumentos aparentemente válidos para enganar as pessoas e levá-las a enganos cada vez maiores, afastando-as de Deus sem que percebam. Demônios agem incansavelmente com essa arma para atrapalhar o trabalho da Igreja. E isso acontece principalmente no Japão, cauterizando a mente das pessoas, que por se considerarem muito inteligentes nem percebem o espírito do sofisma e ficam cada vez mais distantes de Deus. Muitas vezes, a própria Palavra de Deus é usada de maneira deturpada para enganar e até mesmo explorar as pessoas. Foi assim no jardim do Éden. Apenas um "não" acrescentado à palavra que Deus dera a Adão e Eva foi o suficiente para fazê-los pecar, para destruir o relacionamento deles com Deus e gerar o pecado em toda a humanidade. É assim que o diabo faz. Com Sofismas, faz as pessoas se sentirem intelectuais, espirituais e as enganam, levando-as para a morte, para o afastamento eterno de Deus.
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>       Ferramentas do inferno - Deus tem-me revelado situações terríveis, não para me amedrontar ou para alarmar outras pessoas. Tudo o que Ele me mostra é para que, uma vez compartilhado com a Igreja, estejamos na brecha, como fiéis intercessores, guerreiros valentes que não têm do que temer. Por isso eu não posso mais me calar, tenho de fazer o Senhor me orienta, para que a Igreja acorde e desempenhe o papel que lhe cabe e não seja achada como "servo infiel", que enterra os talentos que lhe deu o seu Senhor. Somos convocados para pregar o Evangelho a toda a criatura e, na autoridade do nome de Jesus, destruir os poderes das trevas.
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>       Dos mais conhecidos aos que nunca tínhamos ouvido falar, os demônios não podem nos deter, porque as portas do inferno não prevalecem contra a Igreja de Jesus (Mt 16:18). Foi essa certeza que eu tive quando vi um demônio de 1,90 m de altura, que tinha aproximadamente 1 m de largura e um pescoço que lembrava o de um lutador de boxe. Esse demônio subia do inferno puxando uma enorme e grossa corrente, como aquelas usadas em navios. Atreladas a essa corrente estavam caixas de ferramentas. A revelação que recebi de Deus é que essas caixas de ferramentas eram os artifícios, as armadilhas que seriam usadas para destruir a Igreja. Portanto, se você está passando dias terríveis, busque forças no Senhor para perseverar na fé. Com certeza Deus prevalecerá. Nossas forças precisam ser renovadas a cada amanhecer, porque estamos vivendo dias maus.
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>       Deus me fez ver um demônio destinado por Satanás para embaraçar os dias dos filhos de Deus. Esse demônio tem dezenas de relógios dependurados por todo o corpo. A função desse demônio é atrasar a vida das pessoas para que não consigam gerenciar o seu tempo. No final do dia estão cansadas, totalmente esgotadas, sem que tenham produzido nada de verdadeiramente concreto.
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>       Contra atacando - Satanás tem muitos "truques" para tentar derrotar os filhos de Deus e impedir o avanço da obra do Senhor. Entretanto, maior é o que está em nós do que o está no mundo (I Jo 4:4). Deus tem-nos dado estratégias para destruir as obras do diabo, para neutralizar as armadilhas satânicas. Algumas das direções que tenho recebido do Pai são:
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>       :: Realizar um jejum de 21 dias, durante o qual os pastores se dedicariam unicamente à oração.
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>       :: Conclamar um dia de clamor pelo Japão - que ainda vai sustentar? missões no mundo.
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>       :: Incentivar as igrejas da Coréia a jejuar e a orar? pelo Japão, liberando o perdão para esta nação.
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>       :: Fazer 72 horas de louvor e adoração, clamando pela misericórdia de Deus para o Japão, para destruir os "midianitas". Três dias durante os quais o povo de Deus estará intercedendo para que as fortalezas do mal sejam quebradas no Japão. No terceiro dia as forças do mal serão aniquiladas pelo Senhor dos Exércitos!
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>       :: Uma marcha de oração pela cidade, para que em todos os lugares sejam ministrados o poder e a bênção do Senhor; para que em toda a parte do país seja manifestada a glória de Deus.
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>       O mundo haverá de levantar um dia de oração pelo? Japão, e não ficará pedra sobre pedra no reino de Satanás.
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>       Por esforço
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>       O Senhor é Homem de guerra, e nenhum de Seus propósitos pode ser frustrado. Entretanto, Ele escolheu contar com cada um de nós para a realização da Sua obra. Se não nos dispusermos como cooperadores do Senhor, atrasaremos a volta de Jesus e entristeceremos o coração do Pai. Temos de ser intrépidos e valentes como quer o nosso General. Ele vai à nossa frente, não temos o que temer. Não podemos nos acovardar, nos esconder em cavernas, buscando interesses próprios. Quantas vezes deixamos de fazer algo que o Senhor nos orienta porque o aconchego do lar fala mais alto do que as ruas frias, cheias de demônios. "Claro!" Alguém pode pensar. "Qualquer um escolheria a primeira opção". Eu concordo. Qualquer um se acomodaria, mas os homens e as mulheres de fé, não! Estes fazem parte do Exército de Deus; estes não cruzam os braços enquanto uma batalha está sendo travada ao seu lado. São os valentes de Deus, que não cuidam somente dos próprios interesses enquanto milhares de vidas estão sendo levadas cativas para o inferno.
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>       A Igreja precisa fazer mais do que tem feito. Temos de tomar posse do Japão para Jesus, porque essa é uma promessa de Deus para nós: "Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão." (Sl 2:8.) Essa não é uma tarefa de Jesus, mas é uma responsabilidade minha e sua, da Igreja. Os demônios investem com tudo o que têm contra os filhos de Deus, mas se quisermos os venceremos e tomaremos o Japão para Jesus. Basta crer e agir!
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>       Em Cristo somos mais que vencedores! Contudo, isso não é uma questão de pensamento positivo, de repetições indutivas, mas de atitudes de fé daqueles que perseveram além das circunstâncias, que sempre caminham uma milha a mais em nome de Jesus. Mais que vencedores são aqueles que tomam o Reino de Deus por esforço - "Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele." (Mt 11:12) - para a glória do próprio Deus.
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>       Eu estou disposto a tomar o Reino de Deus por esforço e a ser um vencedor; a destruir as obras de Satanás em nome de Jesus; a ganhar o Japão e o mundo para Jesus. E você?
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>       "Ao vencedor, fa-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá; gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus, e o meu novo nome." (Ap 3:12.)


www.tibrealengo.hpg.com.br Irmãos. Estou precisando que mandem explicacoes a respeito de figuras , cartas japonesas que as criancas gostam . Sei que ai vcs tem algo a respeito , pois muitos protestantes não sabem a repeito do perigo . O filho de um irmão da igreja de 6 anos adora essas cartas acho que se chama yong-yu (?). nao sei bem , se você poder me ajudar agradeço, Pois o menino esta com o comportamento violento, diferente , e sei que pode ser influencia dessas cartas. Por favor responda em meus e-mail particular:... _ Aguardando, Pr. Denis da Fonseca fev04

Não seria o jogo de cartas do Yugui-ou (rei da diversão)? Se for não é algo que seja tão novidade... eles comandam monstros que duelam entre si e quem perder os pontos perde, e a competencia dos dueladores seria bolar cartões > de monstros cada vez mais poderosos e ser o campeão _ [ ]s, Maki

sobre as cartas de Yu-Gi-Oh, mas somente agora que consegui um artigo que fala a respeito nesta home page: www.portaldapaz.net e em todo caso estou enviando em anexo. No Senhor _ Ricardo H. Uchina MAR04
Yu-gi-oh. É assim que é chamado o maior herói das crianças dos últimos tempos. O seu desenho animado revela coragem, determinação e fidelidade, mas, na verdade, não passa de uma fachada inofensiva com o propósito de alcançar crianças para propagar a idéia maligna de que não há nada de mais em ocultismo, rituais de bruxaria e magia negra. A suposta "aventura" conta a história de um garoto cheio de medos e complexos chamado Yugi Mutou, que recebeu do avô um quebra-cabeças e algumas cartas egípcias, que segundo a lenda eram mágicos e teriam mais de 5 mil anos. Segundo a história, os faraós da época os utilizavam para rituais macabros envolvendo monstros. Este jogo teria sido usado para escolher os faraós. O que conseguisse matar o rival com os seus monstros e poderes seria o novo faraó. O quebra-cabeças da história não consegue ser montado por ninguém, a não ser pelo menino de apenas 8 anos, Yugi. Ao montar as "peças mágicas", este menino pode jogar com os monstros daquelas cartas, recebendo poderes sobrenaturais da peça antiga. Automaticamente são "revividos" os espíritos que lutarão com ele. Dentro desse quebra-cabeça chamado de Relíquia do Milênio, está o espírito de um jovem faraó que foi perseguido e morto. Este espírito, chamado de Yami Yugi, é incorporado pelo garoto Yugi e o faz poderoso, assim como os antigos faraós há 5 mil anos. O garoto se torna, então, o "guardião das trevas" e começa o duelo entre os monstros do bem e do mal. Esse desenho nos apresenta também um inimigo implacável chamado Pégasus que, através de um olho mágico, consegue ultrapassar o mundo físico e "avistar" a noiva que morreu e "roubar espíritos" de pessoas que já morreram. Ele acredita que, se vencer a batalha dos monstros, matar o garoto Yugi e possuir o quebra-cabeças Relíquia do Milênio, poderá fazê-la ressuscitar. Como na bruxaria e no ocultismo, deparamo-nos com vários amuletos, como um anel chamado "anel do milênio", que seria capaz de transportar o espírito da pessoa para qualquer objeto; um "colar" que permite prever o futuro, e uma "balança" onde são pesados os pecados do inimigo. Se a tal balança estiver cheia de pecados, os inimigos serão aniquilados, mortos brutalmente. Há também inimigos que possuem uma chave chamada "chave do milênio", que serve para abrir as mentes das pessoas e modificá-las. Como se não bastasse, existe ainda um amuleto chamado "Báculo do Milênio", onde mora um espírito do mal que tenta matar o garoto e pegar dele três "cartas deuses" e assim ser "o mais poderoso do Universo". Espiritismo Nesse desenho animado, observamos o espiritismo em sua atuação mais que transparente. É magia negra propriamente dita, com invocações de mortos, crenças em espíritos, incorporações e mortes. Podemos observar que até o vocabulário usado vem do baixo espiritismo. As nossas crianças, filhos de servos de Deus, não podem ser submetidas a este mal, que aparentemente é uma fantasia infantil, mas na verdade é totalmente maligna. A verdade é que se trata do mais perigoso contato com o satanismo, a magia, a necromancia e a bruxaria. A Bíblia é enfática ao dizer o quanto Deus abomina essas coisas: "...nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor...", Dt 18.11-12 As redes de televisão, em busca de grandes números de ibope, têm ajudado grandemente na propagação desses males. E como se não fosse pouco a entrada sorrateira do diabo dentro de milhares de residências através desses desenhos, foram lançados no mercado as cartas e os amuletos usados pelo garoto Yugi, e que têm feito o maior sucesso entre as crianças. Cartas no Mercado Essas cartas são fabricadas nos Estados Unidos e Japão e já chegaram ao Brasil, causando verdadeira febre e fanatismo entre as crianças e adolescentes. Elas têm o nome de espíritos das trevas, demônios, e imagens de caveiras, com gravuras horrendas, revelando totalmente sua face macabra.Elas ensinam as crianças inocentes a invocarem espíritos e poderes das trevas. São cartas (decks ou baralho) que no mercado original custam até 150 reais e no mercado paralelo estão ao alcance de crianças mais pobres por até 1 real. Como podemos ver, todos têm acesso a esta febre maligna, e nós, que somos pais e crentes na pessoa de Jesus Cristo, devemos estar atentos a tudo o que acontece com nossos filhos, para que não sejam levados pelos colegas a adquirirem essas coisas. "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele." Pv.22:6. Como é realizado o jogo? Há três tipos de cartas, caracterizadas por magias, armadilhas e monstros. Imitando o garoto Yugi do desenho, os participantes do jogo se posicionam frente a frente para disputar duelos. A imaginação os leva a pensar que estão em uma arena, onde vão duelar. As cartas de monstros ficam viradas para baixo juntamente com as cartas de magia. O duelo começa quando o primeiro lança o desafio com o seu monstro que vai desafiar o monstro do adversário. As cartas de magia, como já diz o nome, são cartas que alteram os poderes e as forças e a aparência destes monstros. Os vencedores desse jogo recebem, assim como o garoto Yugi, a tão idolatrada relíquia do milênio.As crianças mais carentes apostam centavos, cartas e, às vezes, não têm com o que pagar o adversário e são vítimas de violência. O índice de violência entre crianças e adolescentes registrados pelas autoridades aumentou consideravelmente. Crianças são assassinadas por outras com armas de fogo ou até mesmo com armas fatais.O aumento das brigas entre irmãos e parentes nesta faixa etária tem sido assustador.O detalhe é que 90% deles comprovadamente acompanham, assistem e jogam esses jogos. Esta febre maligna é nada menos do que um caminho preparado pelos adeptos da Nova Era, apresentando ao homem a sua força interior, um "deus" que existe dentro da pessoa. Eles querem um mundo sem Deus para julgá-los e guiar suas vidas, preparando assim o caminho do Anticristo. Não são poucas as crianças totalmente envolvidas pelos produtos Yu-gi-oh (vídeo games, desenhos, figurinhas, programações da tevê, filmes, livros, brinquedos, roupas, DVDs e as cartas do baralho), na maioria das vezes comprados pelos pais. Não podemos permitir que a mente das crianças seja desvinculada de coisas puras e saudáveis pela fascinação ocultista. Alertemos à luz da Bíblia nossos filhos e os pais para que não se deixem influenciar por isso. Se já adquiriram esses produtos, que os destruam. "Também muitos dos que seguiram artes mágicas trouxeram os seus livros, e os queimaram na presença de todos, e, feita a conta do seu preço, acharam que montava a cinqüenta mil peças de prata. Assim a Palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia", At 19.19-20. Antonio Silva é pastor, articulista e membro da Comissão de Apologética da CGADB Publicado no Jornal Mensageiro da Paz da CPAD


Amados irmãos, Graça e Paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo! Recebi esta informação de meu irmão que está no Brasil, coletada de um artigo publicado na Folha de São Paulo deste último domingo, dia 17/02. Creio que devemos estar atentos para aquilo que está acontecendo a nossa volta aqui no Japão, a fim de tomarmos boas decisões que não só visem o nosso bem estar, mas que especialmente colaborem para cumprirmos o mandato de nosso Senhor de sermos Suas fiéis testemunhas, mesmo em meio a crises e/ou oposições. "... pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda paciência e doutrina. ... seja sóbrio em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério." 2 Tm 4:2 e 5 (NVI) No amor de Cristo, Pr. Carlos Kavano

FIM DE FESTA
Recessão e normas de imigração rigorosas acabam com sonho de fortuna na terra dos antepassados orientais Japão fecha as portas para decasséguis LÁSZLÓ VARGA DA REPORTAGEM LOCAL
Acabou a festa. A recessão japonesa e a concorrência com trabalhadores de países como Coréia do Sul, Tailândia e Indonésia, além de uma nova política restritiva para a concessão de vistos adotada informalmente pelo consulado geral do Japão em São Paulo estão derrubando de vez os sonhos dos decasséguis brasileiros (trabalhadores migrantes, descendentes de nipônicos) de ganharem um bom dinheiro na terra de seus pais, avós ou bisavós. Os efeitos da restrição à entrada dos "decasséguis" brasileiros no Japão são impressionantes. Em 1991, o consulado em São Paulo emitiu cerca de 61 mil vistos. No ano passado, o número despencou para 29.178. Um tombo de 53% na década. O consulado em São Paulo nega qualquer política de limitação de vistos. Mas a Folha apurou em várias empresas especializadas na intermediação de empregos no Japão que de fato há uma filtragem rigorosa para limitar a entrada de brasileiros naquele país. "Desde outubro, o consulado tem dificultado muito a emissão de vistos", afirma Lauro Adati, funcionário da empresa de intermediação de empregos Nissen. Foram adotadas várias restrições. O decasségui em potencial, por exemplo, deve fazer um teste que prove o domínio de ao menos 30% da língua japonesa (nos anos 90 não havia esse tipo de imposição). Agora há também limite máximo de idade, que impede a entrada dos descendentes maiores de 40 anos. Por fim, há uma série de barreiras burocráticas, como a exigência de que o nome do decasségui na certidão de nascimento esteja plenamente de acordo com o nome originalmente nipônico. Um despachante de vistos, que não quis se identificar por medo de represálias do consulado, declara que é extremamente comum grafias incorretas nos documentos de pessoas de raízes nipônicas no Brasil, por erro dos cartórios. O consulado teria tolerado durante anos esse tipo de erro. Agora, decidiu ser exigente. Na Nissen, as exigências que impedem a emissão de vistos provocaram efeito devastador. O marco de cerca de 3.000 vistos intermediados pela companhia em 1998 despencou para 1.600 em 2001. "Cerca de 1.200 decasséguis em potencial deixaram de viajar com nossa ajuda em 2001 porque não conseguiram contratos de trabalho ou não obtiveram vistos", ressalta Adati. Prejuízo para descendentes O mais preocupante para os descendentes de japoneses -estimados em cerca de 1,5 milhão no Brasil- é que a nova política de filtragem coloca em xeque a esperança dos "yonseis" (bisnetos de japoneses) de conseguir o direito de trabalhar no Japão. Os sinais de que esses vistos seriam liberados começaram em 1994, depois que a embaixada e os consulados do Japão no Brasil liberaram o acesso ao trabalho para os "sansei" (netos de japoneses). Agora, a previsão na comunidade nipônica é que isso não acontecerá mais. O que prejudica os cerca de 95 mil "yonseis" existentes no Brasil. Eles somente podem morar no Japão quando são menores de idade e estão acompanhados dos pais. Concorrência com asiáticos Os potenciais "decasséguis" brasileiros amargam ainda a concorrência com trabalhadores da Coréia do Sul, Tailândia e outros países asiáticos. Milhões de pessoas desses países vivem há décadas ilegalmente no Japão. Há cerca de dois anos, no entanto, o governo nipônico decidiu legalizar a entrada deles para o trabalho, concedendo vistos de até três anos. Os asiáticos normalmente se submetem a salários mais baixos que os brasileiros, o que permite a redução de custos nas empresas. A estratégia deu certo. Em 1999, existiam 25 trabalhadores brasileiros para cada asiático legalizado. A proporção caiu. Agora há dez brasileiros para cada vietnamita, sul-coreano ou tailandês. O "decasségui" brasileiro que trabalha como operário recebe em média US$ 1.500 por mês. O salário de um asiático fica em US$ 800. Os despachantes de vistos já prevêem para os próximos anos uma nova leva de mão-de-obra barata para o Japão: a dos trabalhadores chineses, que dominam caracteres semelhantes ao do idioma japonês. Enfim, os brasileiros podem desfazer suas malas. Os tempos de ouro no Japão é algo do passado. Recessão explica queda nos vistos, diz cônsul japonês DA REPORTAGEM LOCAL O cônsul Norio Nakatsuka nega que haja qualquer política deliberada de reduzir os vistos de "decasséguis" brasileiros para o Japão. Segundo ele, a emissão dos documentos pelo consulado geral de São Paulo caiu de 45.370 em 2000 para 29.178 em 2001 devido unicamente à recessão econômica no Japão. "As empresas diminuíram muito a procura por brasileiros porque os negócios caíram", declara. Segundo Nakatsuka, quando a economia voltar a crescer, os vistos também devem aumentar. O consulado geral de São Paulo responde por vistos solicitados nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e na região do Triângulo Mineiro -o equivalente a cerca de 70% dos documentos emitidos em todo o Brasil. Os representantes do consulado não quiseram comentar, porém, fatores como a preferência no Japão pela mão-de-obra asiática. Segundo eles, não existem dados em São Paulo que mostrem que sul-coreanos, tailandeses ou indonésios sejam mais procurados. O cônsul Nakatsuka negou também a existência de cotas para profissionais com alta especialização, como engenheiros ou técnicos em informática, conforme informam as empresas de despachos de vistos. Ele declarou, no entanto, que para brasileiros sem ascendência nipônica a emissão do visto fica mais difícil, mesmo se o profissional tiver em mãos a garantia de contrato de trabalho. "Só 3% dos vistos de trabalho são destinados a pessoas sem sangue japonês." Segundo o consulado, não há a exigência de que os "decasséguis" dominem 30% do idioma japonês. (LV) Idéia de nacionalizar bancos avança no país DA REDAÇÃO Ainda parece improvável, por causa da enorme resistência política a reformas, mas cresce no Japão a idéia de nacionalizar os bancos do país. Para os defensores da medida, ela seria a mais eficaz saída para o vicioso ciclo dos créditos podres. Bancos e empresas têm um relacionamento estreito no país. As companhias são pouco lucrativas e sofrem de excesso de capacidade para os padrões norte-americanos e europeus, mas muitas se mantêm de pé por causa da prontidão das instituições financeiras em garantir crédito. O resultado é uma montanha de US$ 280 bilhões em dívidas que jamais serão pagas (os chamados créditos podres). Mas os próprios bancos sempre acabam contando com a complacência do governo, que injeta recursos para garantir a saúde do sistema financeiro, e o ciclo se repete. Esse mesmo modelo que alçou o Japão ao posto de segunda maior economia do planeta agora passou a ser condenado como causa primeira para a estagnação econômica. Com o tímido consumo doméstico e as exportações em queda, o país enfrenta a terceira recessão nos últimos dez anos. O primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, que assumiu o cargo em 2001, tenta imprimir reformas. Mas nenhum setor se anima com a possibilidade de levar a cabo grandes mudanças. "O Japão deveria liberalizar e se tornar menos racista, sexista e chauvinista", resumiu o jornalista Larry Elliot, do jornal inglês "The Guardian", em artigo recente. A receita tem poucas chances de prosperar. A oposição começa no próprio partido de Koizumi, o Liberal-Democrático. No final da década de 80 os japoneses viveram o ápice do boom. Em 1989, o índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, chegou perto dos 40 mil pontos (hoje está em torno de 10 mil). O mercado japonês representava 51% do total negociado em todo o mundo (sozinha, a Bolsa de Tóquio valia mais do que todas as outras somadas). Dois anos mais tarde, depois do estouro da bolha, o país ainda girava 37% dos negócios. Hoje não passa de 9%. As vendas no varejo japonês caíram nos últimos três anos. No ano passado, o recuo foi de 6%. Isso ajudou a trazer a deflação, que já dura dois anos. Os preços em queda liquidam as margens de lucro das companhias. O nível de falências é o maior da história, e a taxa de desemprego atingiu 5,6% -a mais alta em 50 anos. Com a prevista recuperação econômica dos EUA, ao menos as exportações deverão receber algum estímulo. O iene mais fraco também torna os produtos "made in Japan" mais atraentes. Além disso, a Copa do Mundo injetará algum ânimo nos consumidores e trará investimentos. Assim, os japoneses deverão empurrar mais uma vez os problemas com a barriga. Como diz a revista inglesa "The Economist", em sua última edição, "ainda vai levar algum tempo para que chegue a verdadeira crise que forçará a aceitação das reformas". (GIULIANO GUANDALINI) Corte nos vistos reduz perspectiva dos jovens DA REPORTAGEM LOCAL As dificuldades enfrentadas pelos descendentes de japoneses e também brasileiros de outras origens para obter vistos de trabalho no Japão têm desanimado muitos jovens. A DJ Lika Marques, 23, descendente de italianos e portugueses, tinha a garantia de emprego em uma rede de discotecas japonesa. O contrato previa seis meses de trabalho em Osaka e outros seis meses em Tóquio. Incentivada por um amigo decasségui, enviou no final de setembro de 2001 um pedido de visto ao consulado em São Paulo. Nunca teve uma resposta, sendo que normalmente o consulado emite em uma semana um visto para decasséguis. "Desisti da idéia de ir ao Japão. Sei que o visto não vai sair, pois não sou descendente de japonês e não possuo uma profissão especializada", diz Lika. As perspectivas da DJ no Japão não eram nada más. Ganharia um salário de US$ 2.000 (equivalentes a R$ 4.800), contra os R$ 2.000 que consegue hoje numa boa temporada em São Paulo. Chances a menos As barreiras para obter vistos não agradam aos descendentes diretos de japoneses. É o caso de Rogério Shiroma, 28, que chegou a trabalhar entre 1995 e 1996 como metalúrgico de uma fábrica de barris de alumínio na cidade de Kanagawa. Recebia um salário de US$ 4.500 por mês. "Sei que agora dificilmente teria essa oportunidade. Isso representa uma opção a menos no mercado de trabalho", declara Shiroma, que é sansei (neto de japonês). Segundo especialistas do mercado de trabalho para decasséguis, jovens como Shiroma, chamados de "terceira geração", também são responsáveis pelas dificuldades existentes hoje na emissão de vistos. Isso porque causaram muito tumulto quando estiveram no Japão. Alguns criaram fama até mesmo de criminosos, ao contrário dos comportados decasséguis da "segunda geração" e dos disciplinados japoneses que moravam no Brasil e voltaram para sua terra natal. Shiroma brinca com a fama de arruaceiro. "Olha, a gente só causou um pouco de barulho", afirma. Shiroma trabalha como cabeleireiro em São Paulo e pretende seguir a profissão no Brasil. Seu colega de trabalho, Henrique Kenji, 23, também não se sente satisfeito ao saber que os vistos para o Japão foram restritos. "Pensei em ir várias vezes trabalhar na terra dos meus avós, mas preferi continuar os estudos para concluir o segundo grau". De qualquer maneira, Kenji pretende ficar mesmo no Brasil. O comerciante Eduardo Takeshi, 27, filho de japoneses, pensou seriamente em deixar a loja de ferragens de seus pais em 2001 para trabalhar no Japão. "Eu já havia trabalhado lá como eletricista em 1992, ganhando US$ 2.200 por mês. Aqui no Brasil ganho R$ 1.500." Ele desistiu de voltar ao Japão porque não queria deixar os pais. Agora, caso mude de idéia, talvez não seja tão fácil realizar o projeto. (LV) Empresas "de vistos" têm perda de receita DA REPORTAGEM LOCAL Existe um verdadeiro terror entre as empresas que agilizam vistos e intermediam trabalho no Japão em relação ao consulado do país em São Paulo. O negócio dessas companhias depende do bom relacionamento que têm com os funcionários da diplomacia japonesa. Afinal, qualquer desentendimento com o consulado pode ser fatal e quebrar um convívio que pode ter levado anos para ser criado. Os empresários especializados na intermediação de vistos e trabalho ganham cerca de US$ 2.800 por decasségui que conseguem enviar ao Japão. O valor inclui o financiamento da passagem aérea e pode ser parcelado em até cinco vezes pelo trabalhador. Portanto as críticas que os empresários desse ramo fazem à atual política de filtragem de vistos é geralmente velada para não criar indisposição com o consulado. Todos admitem, no entanto, que o grande nicho de seu negócio está terminando. Lentamente, começam até mesmo a se dedicar a vistos para turistas, não só para o Japão mas também para os EUA e outros países. Cotas de vistos Segundo um empresário do setor, o consulado oferece, há anos, cotas de vistos para trabalho de decasséguis às empresas de intermediação. Em 2000, por exemplo, ele conseguia uma cota de 60 vistos por semana, e sobravam clientes. Hoje, o consulado lhe oferece 30 vistos, mas somente consegue emitir de fato três por causa das várias dificuldades para obter o documento. Segundo o mesmo empresário, além das barreiras criadas para evitar a ida de decasséguis brasileiros a um país em recessão, o Consulado do Japão em São Paulo também está preocupado em evitar passaportes falsos. Isso porque há cerca de dois anos houve uma enxurrada de documentos ilegais de decasséguis, e o consulado teria aceito os papéis. Isso facilitou a entrada de decasséguis brasileiros criminosos. As cadeias japonesas têm atualmente cerca de 5.000 detentos provenientes do Brasil. Parte deles tornou-se criminosa depois que passou a morar no país. As dificuldades para viver no Japão, com sua forte recessão, têm também trazido muitos decasséguis de volta ao Brasil. Em 1995, existiam cerca de 150 mil brasileiros vivendo no Japão. Em 1999, o número atingiu o pico de 300 mil. Nos últimos meses, retroagiu para 250 mil. O problema da diminuição de vistos concedidos pelo consulado, aliado à volta dos decasséguis brasileiros que residiam no Japão, pode ter algum efeito até na balança comercial brasileira. Afinal, os trabalhadores brasileiros naquele país, mais empresas, enviaram oficialmente US$ 375 milhões para cá em 2001. Isso sem levar em conta o dinheiro que entra no país sem registro no Banco Central. Menos trabalhadores brasileiros no Japão representam, portanto, menor fonte de recursos do exterior. (LV)



Problemas econômicos mantêm suicídios em alta no Japão 09h27 - 25/07/2003 Leia também: Japão registra em junho 45º mês de deflação TÓQUIO (Reuters) - O número de japoneses que tiram a própria vida por causa de problemas econômicos bateu um recorde em 2002, enquanto o total de casos ficou acima de 30 mil pelo quinto ano consecutivo, segundo a polícia. Quase 25 por cento dos suicidas japoneses de 2002 -- cerca de 7.940 -- foram levados ao desespero pela situação econômica, que inclui a maior taxa de desemprego no país desde 1945. Isso representa um grande aumento em relação aos 1.095 casos registrados em 2001, segundo estatísticas policiais divulgadas na noite de quinta-feira. O total de suicídios, 32.143, teve um aumento de 3,5 por cento em relação ao ano anterior, e foi o terceiro pior número já registrado. Os recordes foram em 1999 (33.048 casos) e 1998 (32.863). Quase metade dos suicidas estava sem emprego, e a maioria tinha mais de 40 anos. O número de suicídios registrados no Japão é equivalente ao dos Estados Unidos, país que tem o dobro da população. As religiões mais seguidas no Japão não proíbem o suicídio, que sempre foi visto como uma maneira de escapar do fracasso e poupar os entes queridos de constrangimento. Especialistas acham simplista atribuir os suicídios a uma única causa, mas a maioria reconhece que as dificuldades econômicas do país na última década tiveram um efeito desastroso. Os homens de meia-idade parecem especialmente vulneráveis. Acostumados à era do emprego vitalício, poucos deles conseguem lidar com a perda do trabalho que muitas vezes representam a sua própria identidade. Em 2002, 23.080 homens tiraram a própria vida no Japão, mais que o dobro das 9.063 mulheres que o fizeram. As pessoas com mais de 60 anos são o maior grupo em ambos os sexos, com um total de 11.119 casos. DOR E LUCRO O primeiro-ministro Junichiro Koizumi disse que de fato há pessoas que não suportam as condições econômicas, mas negou que isso seja resultado de seu programa de reformas econômicas, que tem como slogan "Sem dor não há lucro". "Sem essa reforma estrutural, haveria ainda mais dor," afirmou. Em 2002, o Japão teve o segundo maior número de falências empresariais desde o final da Segunda Guerra Mundial, situação provocada pela estagnação econômica. Além disso, o governo pressiona os bancos a cortar o crédito de inadimplentes. Segundo a polícia, as questões de saúde continuam sendo a principal causa de suicídios -- motivo que induziu 14.815 mortes em 2002. A polícia também detectou uma perturbadora nova tendência -- a de pessoas que se matam juntas, após fazerem pactos suicidas na Internet. Nos primeiros seis meses deste ano, 32 pessoas morreram desta maneira, a maioria inalando monóxido de carbono produzido pela queima de combustível dentro de carros fechados. Especialistas acham que essas pessoas são suicidas em potencial que não querem morrer sozinhas e conseguiram encontrar "companhia" na Internet. O suicídio costumava ser um assunto-tabu no Japão, até que as autoridades, confrontadas com os dados elevados dos últimos anos, foram obrigadas a agir tomando medidas preventivas. (Por Elaine Lies) _ Reuters

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