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ÁFRICA DO SUL - 06/10/2017

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Área: 1.223.201 km²
Capital: Cidade do Cabo (legislativa), Pretória (administrativa), Bloemfontein (judiciária)
População: 40,4 milhões (2000)
Moeda rand

HISTÓRIA , Apartheid , Fim do apartheid , Eleições multirraciais , ÚLTIMAS NOTÍCIAS , DADOS GERAIS
 
Cortada pelo trópico de Capricórnio e banhada pelos oceanos Atlântico e Índico, a África do Sul está localizada no sul do continente africano. No encontro dos dois oceanos está o cabo da Boa Esperança, ponto estratégico das rotas comerciais européias para o Oriente, descoberto no século XV pelo navegante português Bartolomeu Dias. Na economia convivem a agricultura de subsistência, que sofreu poucas transformações desde o século XIX, e uma moderna atividade industrial, a mais importante do continente. A África do Sul é o maior produtor mundial de ouro e um dos líderes na extração de diamante, além de possuir grandes reservas de cromita, urânio, antimônio, platina e carvão. O turismo também é uma significativa fonte de divisas. Entre as principais atrações estão as reservas de animais selvagens, como o Parque Nacional Kruger, onde se pode observar, entre outros, os chamados "cinco grandes": elefante, leão, leopardo, búfalo e rinoceronte.
 
HISTÓRIA - Os europeus chegam ao país em 1487, quando o navegador português Bartolomeu Dias contorna o cabo da Boa Esperança. Situada na rota comercial para as Índias e habitada por diversos grupos negros (bosquímanos, khois, xhosas, zulus), a região é colonizada por imigrantes holandeses, franceses e alemães no século XVII. Os colonos brancos (chamados bôeres ou africânderes) se fixam ali e desenvolvem uma língua própria, o africâner. Em 1806, os ingleses tomam a Cidade do Cabo e lutam contra negros e bôeres. Com os choques, os bôeres emigram para o nordeste (a Grande Jornada, em 1836), onde fundam duas repúblicas independentes, Transvaal e Estado Livre de Orange. A entrada dos ingleses no Transvaal resulta na Guerra dos Bôeres, que termina com a vitória britânica.
 
Apartheid - A partir de 1911, a minoria branca, composta de africânderes e descendentes de britânicos, promulga uma série de leis que consolida seu poder sobre a população negra. A política de segregação racial do apartheid (separação, em africâner) é oficializada em 1948, com a chegada ao poder do Partido Nacional (NP), que domina a política por mais de 40 anos. O apartheid impede o acesso dos negros à propriedade da terra e à participação política e os obriga a viver em zonas residenciais segregadas. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de raças diferentes tornam-se ilegais.
 
A oposição ao apartheid toma forma na década de 50, quando o Congresso Nacional Africano (CNA), organização negra criada em 1912, lança uma campanha de desobediência civil. Em 1960, a polícia mata 67 negros que participavam de uma manifestação em Sharpeville, favela próxima a Johanesburgo. O Massacre de Sharpeville - como fica conhecido - provoca protestos no país e no exterior. Como conseqüência, o CNA é declarado ilegal. Seu líder, Nelson Mandela, é preso em 1962 e condenado à prisão perpétua.
 
No governo dos primeiros-ministros Hendrik Verwoerd (1958-1966) e B.J. Vorster (1966-1978), a política do apartheid agrava-se. Uma série de leis classifica e separa os negros em grupos étnicos, na tentativa de confiná-los em territórios tribais denominados bantustões. Com o fim do império colonial português na África (1975) e a queda do governo de minoria branca na Rodésia, atual Zimbábue (1980), o domínio branco na África do Sul entra em crise. Em 1984, uma revolta popular contra o apartheid leva o governo a decretar lei marcial. A comunidade internacional reage e a ONU impõe sanções à África do Sul como forma de pressão. Acuado, o presidente Pieter Botha promove reformas, mas mantém os aspectos essenciais do regime racista. No mundo todo cresce o movimento pela libertação de Mandela.
 
Fim do apartheid - Com a posse de Frederik de Klerk na Presidência, em 1989, ocorrem várias mudanças no país. Em 1990, Mandela é libertado e o CNA recupera a legalidade. De Klerk revoga leis raciais e inicia o diálogo com o CNA. Sua política, criticada pela direita, é legitimada por um plebiscito só para brancos, realizado em 1992, em que 69% dos votantes se pronunciam pelo fim do apartheid. Entre os negros também há resistência às mudanças. O Partido da Liberdade Inkatha, organização zulu, disputa com o CNA a representação política dos negros. Seu líder, Mangosuthu Buthelezi, acusa Mandela de traição. O confronto degenera em graves conflitos.
 
Eleições multirraciais - Inconformados com o avanço das reformas, líderes extremistas brancos fundam em 1993 a Frente Nacional Africânder (FNA) e ameaçam criar um país independente no Transvaal. Mesmo com essa resistência, De Klerk convoca para 1994 as primeiras eleições multirraciais para um governo de transição. De Klerk e Mandela ganham o Prêmio Nobel da Paz em 1993. Em abril de 1994, Nelson Mandela é eleito presidente da África do Sul. O CNA conquista 252 das 400 cadeiras da Assembléia Nacional. A aliança com o NP viabiliza o primeiro governo multirracial do país.
 
O Parlamento aprova a Lei de Direitos sobre a Terra, restituindo propriedades às famílias negras atingidas pela lei de 1913, que destinara 87% do território sul-africano à minoria branca. Em 1996, o NP se retira do governo por discordar de alguns pontos da nova Constituição, que entra em vigor em 1997. Criada em 1995 para investigar crimes contra os direitos humanos durante o apartheid, a Comissão de Reconciliação e Verdade (CRV) termina seu trabalho, em 1998, sem cumprir plenamente seu objetivo: promover a reconciliação entre os cidadãos sul-africanos. Pesquisas revelam que as mais de 7 mil confissões recebidas pela CRV - presidida pelo arcebispo Desmond Tutu - pioraram as relações inter-raciais no país. O relatório final acusa tanto autoridades do regime racista como organizações anti-apartheid de violação dos direitos humanos. Mandela se nega a decretar anistia geral aos acusados.
 
As eleições parlamentares de junho de 1999 são vencidas pelo CNA, que forma coalizão com o partido Frente Minoritária, assegurando dois terços das cadeiras da Assembléia Nacional. O Partido Nacional, que governou o país entre 1948 e 1994, disputa as eleições com o nome de Novo Partido Nacional (NNP). Thabo Mbeki, vice-presidente e sucessor de Mandela na liderança do CNA, assume a Presidência. Ele tem o desafio de garantir a continuidade do regime democrático, reduzir as diferenças sociais entre brancos e negros e combater a Aids, que atinge cerca de 20% da força de trabalho sul-africana.
 
ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Em setembro de 1999, um tenente negro do Exército, Sibusiso Madubela, mata seis soldados e um civil brancos numa base militar. Investigação do Ministério da Defesa conclui que as Forças Armadas ainda são dominadas pelo racismo, apesar das tentativas de integração. Em outubro, começa o julgamento de Wouter Basson - o Doutor Morte -, chefe do programa de armas químicas e biológicas do país durante os últimos dez anos de apartheid. Ele é acusado de assassinatos, conspiração e fraude. Em setembro de 2000, o júri ainda não havia chegado ao veredicto final. Leis abrangentes contra discriminação de raça, gênero e deficiência física e contra o uso de termos racistas pela mídia são aprovadas, em janeiro de 2000. Três meses depois, vários jornalistas, a maioria brancos, são convocados a depor na Comissão de Direitos Humanos, acusados de produzir reportagens racistas. Em março, o presidente Thabo Mbeki ordena ao Ministério da Saúde que convide cientistas norte-americanos defensores da idéia de que a Aids é causada pela pobreza a visitar o país. Sindicatos, veículos de comunicação e pesquisadores reagem, acusando o presidente de ignorância científica e de desperdício de recursos, que poderiam ser usados no combate ao vírus HIV.
 
DADOS GERAIS
 
República da África do Sul (Republic of South Africa/Republiek van Suid-Afrika).
 
CAPITAIS: Cidade do Cabo (legislativa), Pretória (administrativa), Bloemfontein (judiciária).
 
NACIONALIDADE: sul-africana.
 
DATA NACIONAL: 27 de abril (Dia da Liberdade).
 
GEOGRAFIA - Localização: sul da África. Hora Local: +5h. Área: 1.223.201 km2. Clima: tropical (maior parte), mediterrâneo extremo sul, árido tropical (NO), de montanha (O). Área de floresta: 85 mil km2 (1995). Cidades principais: Cidade do Cabo (854.616), Durban (715.669), Johanesburgo (712.507), Pretória (525.583), Port Elizabeth (303.353) (1991).
 
POPULAÇÃO - 40,4 milhões (2000); composição: grupos étnicos autóctones 70% (zulus 20,5%, chosas 18%, pedis 9%, sotos 7%, tsuanas 6%, tsongas 3,5%, suazis 2%, nedebeles 2%, vendas 2%), europeus 12% (holandeses, alemães, franceses, ingleses), eurafricanos 13%, indianos 3%, outros 2% (1996). Idioma: africâner, inglês, sepédi, sessoto, setsuana (oficiais, entre outros). Religião: cristianismo 66,4% (independentes reformistas católicos, metodistas, anglicanos, luteranos), hinduísmo 1,3%, islamismo 1,1%, judaísmo 0,2%, sem filiação 1,2%, outras 29,8% (1991). Densidade: 33,03 hab./km2. População urbana: 53% (1998). Crescimento demográfico: 1,5% ao ano (1995-2000). Fecundidade: 3,25 filhos por mulher (1995-2000). Expectativa de vida M/F: 51,5/58 anos (1995-2000). Mortalidade infantil: 59‰ (1995-2000). Analfabetismo: 14,9% (2000). IDH (0-1): 0,697 (1998).
 
GOVERNO - República presidencialista. Divisão administrativa: 9 províncias. Chefe de Estado e de governo: presidente Thabo Mbeki (CNA) (desde 1999). Principais partidos: Congresso Nacional Africano (CNA), Democrata (DP), da Liberdade Inkatha (IFP), Novo Nacional (NNP),Legislativo: bicameral - Assembléia Nacional, com 350 a 400 membros eleitos por voto direto; Conselho Nacional das Províncias, com 90 membros (6 delegados permanentes e 4 especiais de cada uma das 9 províncias). Constituição em vigor: 1997.
 
ECONOMIA - Moeda: rand; cotação para US$ 1: 6,82 (jul./2000). PIB: US$ 133,5 bilhões (1998). PIB agropecuária: 4%; PIB indústria: 32%; PIB serviços: 64% (1998). Crescimento do PIB: 1,9% ao ano (1990-1998). Renda per capita: US$ 3.310 (1998). Força de trabalho: 16 milhões (1998). Agricultura: milho, cana-de-açúcar, uva, outras frutas. Pecuária: bovinos, aves, caprinos, ovinos. Pesca: 513,6 mil t (1997). Mineração: carvão, ouro, minério de ferro, diamante, cromita. Indústria: química, petroquímica, carvão, alimentícia, equipamentos de transporte, siderúrgica (aço e ferro), máquinas, metalúrgica. Exportações: US$ 28, 2 bilhões (1998). Importações: US$ 29,9 bilhões (1998). Parceiros comerciais: EUA, Reino Unido, Japão, Alemanha, Irã, Itália.
 
DEFESA - Efetivo total: 82,4 mil (1998). Gastos: US$ 2,1 bilhões (1998).
 
RELAÇÕES EXTERIORES - Organizações: Banco Mundial, Comunidade Britânica, FMI, OMC, ONU, OUA, SADC. Embaixada: Tel. (061) 312-9500, fax (061) 322-8491, e-mail: saemb@tba.com.br - Brasília, DF.

Fonte : Almanaque Abril 2001

www.tvi.iol.pt - Justiça na África do Sul?! Comparem estas duas notícias: - Nota – Esperem até acabar a propaganda comercial que depois aparecem as imagens a que me refiro. Espero que ainda não as tenham retirado da internet. Agora comparem com a notícia ao fim do Jornal moçambicano Matinal de hoje que junto em anexo. O que estará por detrás destas notícias?! Retrocesso na África do Sul? O que pensar disto? _ Camilo

matinal

 
6ª feira,31 de Agosto 2012  Nº 152  Propriedade: Matinal, Lda.  Editor: Humberto Mandlate
Celular: 829766696  82 5654258  840529687  email: matinal@tvcabo.co.mz
 
Sede: Rua. José
 
Breves  Breves
 
A “passeata” que estava agendada para
Por Humberto Mandlate
este Sábado pelo Movimento Islâmico na
cidade de Maputo foi cancelada por alega-
damente os seus mentores terem logrado
entregar ao Governo o manifesto que con-
tém as suas reivindicações, com destaque
para o fim da onda de sequestros que se
regista no país e atinge aquele segmento da
sociedade em particular. Outro motivo que
se alega para o cancelamento da marcha é
o facto de para o mesmo dia ter sido
marcada uma manifestação dos Desmobi-
lizados de Guerra. Entretanto, a jovem
sobrinha do malogrado empresário Ayob
que tinha sido raptada uma semana na capi-
tal já se encontra “no convívio familiar”.
 
No quadro da sua acção socialmente res-
ponsável, a empresa TDM-Telecomunicações
de Moçambique entregou recentemente à
Escola Primária do 1º Grau no Posto
Administrativo de Massangulo, na província
do Niassa, duas novas salas de aula e igual
número de casas de banho para profes-
sores. Actualmente com 946 alunos e 14
turmas, a Escola Primária de Ngaúma
beneficiou igualmente de 125 carteiras, cinco
secretárias, igual número de cadeiras para
professores e de uma pintura geral às
anteriores três salas de aula já existentes
naquele recinto escolar.
 
Moçambique e Japão assinaram esta
manhã o Acordo para Financiamento do
Projecto de Construção de uma Escola
Secundária na Província de Nampula, no
valor de aproximadamente USD 13 milhões.
A cerimónia decorreu no Ministério dos
Negócios Estrangeiros e Cooperação, e o
acordo foi rubricado pelo vice-ministro da
instituição, Eduardo Koloma, Eiji Ha-
shimoto, embaixador Extraordinário e
Plenipotenciário do Reino do Japão, e Ryuchi
Nasu, Representante da Agência Japonesa
para a Cooperação Internacional em Mo-
çambique.
 
ASSINATURAS MENSAIS – Singulares: USD 20  Entidades nacionais: USD 35
 
matinal 31 de Agosto
 
de 2012 Nº 1512
 
De Segunda a Sexta-feira
 
Sidumo n.º 240, 3º andar-.Maputo  GABINFO-Dispensa DE-2005
 
Cuidado!
 
Previna-se,
 
Sida ainda
 
não tem cura
 
Reforma e desenvolvimento da Função Pública
 
Lançada Estratégia
para 2011-2025
 
Na presença do Presidente Armando Guebuza teve início esta manhã na
capital o Fórum Alargado de Gestores dos Recursos Humanos do Estado,
no qual foi lançada a Estratégia para Reforma e Desenvolvimento da
Função Pública 2011-2025.
 
Distribuição de electricidade na zona urbana e arredores
 
EDM precisa
de USD 250 milhões
 
Para reabilitação da rede de distribuição da electricidade na zona ur-
bana da capital e arredores, a Electricidade de Moçambique (EDM) está
a mobilizar USD 250 milhões.
 
Eleições em Angola
 
Reclamações da oposição ignoradas
 
Com o favoritismo a pender para o MPLA nas eleições angolanas desta
sexta-feira em que concorrem nove partidos políticos e coligações, tudo
indica que o respectivo líder José Eduardo dos Santos vai-se manter du-
rante mais cinco anos no poder que detém há mais de três décadas.
 
“Caso Marikana”
 
Mineiros detidos acusados de homicídio
 
-Julius Malema continua a tirar dividendos políticos da situação
 
Os 275 mineiros detidos na sequência da morte de 34 colegas seus quando
a 16 deste Agosto agentes da Polícia dispararam contra trabalhadores
em greve que alegadamente tentavam enfrentá-los, foram acusados do
crime de homicídio.
 
Básket Show 2012
 
mcel distribuíu prémios
 
A mcel atribuíu esta quinta-feira os prémios aos vencedores do torneio
desportivo inter-escolar Básket Show 2012, numa cerimónia realizada em
Maputo.
 
 
Entidades Estrangeiras: USD 40
 
 
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matinal 31 de Agosto de 2012 Nº 1512
 
Reforma e desenvolvimento da Função Pública
 
Lançada Estratégia
para 2011-2025
 
Na presença do Presidente Armando Guebuza teve início esta manhã na capital o Fórum Alargado
de Gestores dos Recursos Humanos do Estado, no qual foi lançada a Estratégia para Reforma e
Desenvolvimento da Função Pública 2011-2025.
 
No encontro, que conta com a
participação de 800 represen-
tantes de funcionários do Estado,
foram divulgados dados estatísticos
relativos à reforma em curso na
Função Pública. Com uma faixa en-
tre os 26 e 41 anos, o número de
funcionários no Aparelho do
Estado é actualmente estimado em
250.720, o que representa um
crescimento de 30% comparativa-
mente a 2009. Cerca de 88% dos
agentes do Estado estão colocados
nas províncias e distritos, mais 41%
em relação aos que existiam em
2009. Há uma tendência positiva no
incremento salarial definido pelo
Estado com vista a criar incentivos
para tornar os distritos pólos de
desenvolvimento.
No seu discurso,Armando Gue-
buza enalteceu os avanços já
registados no processo de reforma
em curso na Função Pública,
destacando a melhoria que se
regista no atendimento atempado
das reclamações e queixas apre-
 
sentadas pelos cidadãos. Sublinhou
que estes «merecem uma resposta
em tempo útil de todas as questões
que colocam, sejam elas positivas ou
negativas». Referiu que após anos de
reformas estruturantes nota-se uma
evolução na massa laboral no
Aparelho do Estado, realçando que
foram tomadas várias medidas para
conformar a Administração Pública
«com o modelo que adoptámos e
prosseguimos, sempre orientado
para o desenvolvimento».
 
Não basta o diploma
 
Segundo Guebuza, os agentes do
Estado devem continuar a inovar e
estarem claros sobre a missão que
lhes cabe. «Os investimentos na
formação devem ser explorados por
todos nós», frisou, adiantando que
o trabalhador da Função Pública não
deve olhar apenas para o diploma
mas «saber aproveitar os conhe-
cimentos e habilidades adquiridos
para melhorar o seu desempenho».
Para o Chefe do Estado, a
 
Estratégia de Reforma e Desen-
volvimento da Função Pública hoje
lançada «traduz as nossas aspi-
rações até 2025 de uma adminis-
tração assente nos valores da
integridade e profissionalismo
fundamentais para a reforma no
sector público em geral».
 
Burocratismo, deixa-andar
e corrupção
 
Armando Guebuza exortou
todos os agentes do Estado e
outros protagonistas, incluindo
parceiros de Moçambique no
processo do desenvolvimento, a
prosseguirem com o combate ao
burocratismo, espírito do deixa-
andar e corrupção.
 
matinal
 
Subscrição Mensal
Singular USD 20
 
Entidade Estrangeira USD 40Ent. Nac
Ent. Est
 
O valor pode ser pago em MTn de acordo com o câmbio
do dia.
 
Entidade Nacional USD 35
 
Singular
 
Fonte: imensis.co.mz
 
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matinal 31 de Agosto
 
de 2012 Nº 1512
 
Distribuição de electricidade na zona urbana e arredores
 
EDM precisa de USD 250 milhões
 
Para reabilitação da rede de distribuição da electricidade na zona urbana da capital e arredores,
a Electricidade de Moçambique (EDM) está a mobilizar USD 250 milhões.
 
O anúncio foi feito esta quinta-
feira em Maputo pelo director da
área de distribuição de energia na
cidade de Maputo, Neves Xavier, que
garantiu estarem a decorrer nego-
ciações com o Governo indiano para
financiar o projecto que contempla
a reabilitação de 300 quilómetros de
rede subterrânea na zona urbana e
instalação de novos cabos aéreos de
média tensão nos arredores. A
medida deve-se ao facto de a rede
de transporte de energia eléctrica ter
atingido o limite da sua capacidade
na cidade de Maputo, uma vez que
foi montada há cerca de 30 anos para
satisfazer um determinado número
clientes. Xavier falou também do
problema que resulta das oscilações
e avarias na cidade de Maputo e
bairros periféricos, originado, entre
outros factores externos, pela
sobrecarga e degradação da rede.
Sobre os factores externos, referiu-
se à movimentação por parte dos
empreiteiros de máquinas pesadas
sobre os cabos, e escavações que
 
provocam cortes nos cabos con-
dutores. «As novas construções não
tomam em consideração a rede
subterrânea», frisou, destacando a
existência de zonas outrora não
parceladas mas que já no momento
do parcelamento para se erguerem
obras a EDM não foi consultada.
«Isso fez com que edifícios fossem
erguidos em cima da rede», disse
Neves Xavier, acrescentando que
para colmatar o problema a
Electricidade de Moçambique está a
montar 47 monoblocos na cidade de
cimento, ao mesmo tempo re-
forçando a capacidade da rede
subterrânea. «Também está prevista
a montagem de mais de 60 novos
Postos de Transformação (PT’s) nas
zonas peri-urbanas, reabilitação da
rede de média tensão nos arredores
da cidade com fundos próprios»,
sublinhou.
 
Contadores
 
montagem de novos contadores. «Já
temos o desenho de um projecto a
ser negociado com a Índia, que prevê
a incorporação de outras iniciativas
cuja execução precisa de comparti-
cipação de outros parceiros», afirma
o director da área de distribuição de
energia na cidade de Maputo, que
condena a existência na capital de
projectos cujo consumo supera os
10MW que a rede pública não é capaz
de sustentar. 
 
Cortes e perturbações
 
Para o director adjunto da Área
de Distribuição da Cidade de Maputo,
Amilton Alissone, outro problema é o
de condutores não protegidos que
provocam cortes e perturbações. «A
substituição destes condutores vai
acontecendo paulatinamente nos
bairros periféricos onde há cortes
frequentes. A substituição dos con-
dutores e instalação dos monoblocos
é um processo dinâmico que deriva
do desenvolvimento da cidade de
Maputo», afirmou.
 
Uma das apostas da EDM para
combater o roubo de energia é a
 
Básket Show 2012
 
mcel distribuíu prémios
 
A mcel atribuíu esta quinta-feira
os prémios aos vencedores do
torneio desportivo inter-escolar
Básket Show 2012, numa cerimónia
realizada em Maputo. A Escola
Secundária Zona Verde, campeã em
masculinos, recebeu 15 mini laptops
e igual número de pacotes iniciais,
enquanto a Secundária Noroeste-I,
vice-campeã, teve 15 telemóveis e
igual número de pacotes iniciais. Ao
terceiro classificado, Escola Se-
cundária Josina Machel, foram
entregues 15 telemóveis e igual
 
quantidade de pacotes iniciais.
Em femininos, as equipas as
Escolas Secundárias da Polana (1º
Lugar), Matola (2º) e Estrela Ver-
melha (3º) receberam 15 telemóveis
igual número de pacotes iniciais cada.
No concurso das cheerleaders a
Escola Secundária Josina Machel,
primeira classificada, recebeu 20
telemóveis e igual número de
pacotes iniciais, enquanto os
vencedores do concurso de dança,
Havaianas Dance, tiveram como
prémio quarto telemóveis e igual
 
quantidade de pacotes iniciais.
 
Acima das expectativas
 
Na cerimónia de entrega dos
prémios, o administrador Comercial
da maior operadora de telefonia
móvel do país, Cláudio Chiche, fez uma
avaliação positiva do torneio deste ano
afirmando que «decorreu acima das
expectativas».
Por ter sido eleito melhor jogador
em campo, Carlos Manhiça da Escola
Noroeste I recebeu um cheque de 15
mil Meticais.
 
Anuncie Aqui! Mais barato, mais rentável
 
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matinal 31 de Agosto de 2012 Nº 1512
 
Eleições em Angola
 
Reclamações da oposição ignoradas
 
Com o favoritismo a pender para o MPLA nas eleições angolanas desta sexta-feira em que
concorrem nove partidos políticos e coligações, tudo indica que o respectivo líder José Eduardo
dos Santos vai-se manter durante mais cinco anos no poder que detém há mais de três décadas.
 
Ao abrigo da nova Constituição,
o Presidente da República de
Angola é o líder do partido que
obtém a maioria parlamentar. Os
 
analistas praticamente não têm
qualquer dúvida de que os quase 10
milhões de eleitores num universo
de aproximadamente 21 milhões de
 
Comentário
 
A face visível
da nossa pobreza!
 
As declarações proferidas
esta quinta-feira pelo presidente
da Associação dos Transpor-
tadores Rodoviários de Maputo
(ATROMAP), Luís Munguambe,
confirmam a intenção de agravar
as tarifas por parte dos operados
daqueles que são os mais po-
pulares transportes de passa-
geiros, os chapas.
Diz Munguambe que a actual
tarifa já “passou para a história”,
sublinhando não saber onde os
seus colegas inventam dinheiro
para manter em circulação as
suas viaturas que não produzem
lucros! Falou dos custos que a
manutenção dos chapas acarreta,
aliados ao mau estado das vias
de acesso, o que segundo ele leva
muitos dos operadores a desistir
da actividade. Ainda que re-
conhecendo os baixos rendi-
mentos do grosso da população
moçambicana, e os baixos
salários que a maioria dos tra-
balhadores aufere, Luís Mungua-
mbe afirmou ter chegado a hora
de se incrementar o preço das
tarifas actualmente em vigor.
 
Vozes há que não descartam a
hipótese de um levantamento
popular caso o Governo não
encontre urgentemente uma so-
lução para o bicudo problema dos
transportes de passageiros que
tende a tomar proporções mais
alarmantes em todos os centros
urbanos do país, Maputo e Matola
em par ticular. Enquanto uns
concordam com o aumento de
tarifas desde que se criem con-
dições para acabar com o sofri-
mento a que diariamente estão
sujeitos os utentes dos trans-
portes de passageiros, outros
defendem que a crise só será
ultrapassada com mais estradas em
boas condições.
Mas para os mais cépticos, nem
o projecto da Grande Circular de
Maputo e Matola vai acabar com
as impressionantes enchentes a
que se assiste todos os dias nas
paragens daqueles dois Municípios
onde pessoas desesperadas ex-
põem aquela que é seguramente a
face visível da nossa pobreza!
 
Humberto Mandlate
 
habitantes votarão maioritariamente
no MPLA, que assim terá a maioria
na Assembleia Nacional de 220
membros.
A UNITA- segundo maior
partido angolano agora sob lide-
rança de Isaías Samakuva- alegou
não haver condições para eleições
livres e transparentes, apontando a
não publicação de uma lista eleitoral
completa como um dos principais
factores. Segundo aquele principal
partido da oposição, apesar dos
insistentes pedidos a questão da
lista incompleta não foi resolvida, o
que criou confusão sobre o local
onde as pessoas deveriam votar.
Também houve falta de trans-
parência, que deu origem a alegações
de que pretendia-se favorecer o
partido no poder.
 
Pressões ignoradas
 
O encontro que Samakuva tinha
solicitado com José Eduardo dos
Santos não chegou a realizar-se, e a
Comissão Nacional de Eleições
ignorou as pressões para que o
pleito de hoje fosse adiado alegando
que não existiam problemas. Em
declarações prestadas à BBC, o
porta-voz da UNITA Alcides Sakala
disse que as eleições não foram
organizadas de forma transparente,
nem seguidos correctamente os
processos preconizados na lei. «Isso
faz-nos recear a ocorrência de uma
fraude», frisou.
Estas são as segundas eleições
em Angola desde o fim da guerra
civil de 27 anos que devastou o país
a seguir à independência em 1975,
e foram antecedidas de uma
campanha que no cômputo geral foi
ordeira. (BBC)
 
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matinal 31 de Agosto
 
“Caso Marikana”
 
de 2012 Nº 1512
 
Mineiros detidos
acusados de homicídio
 
-Julius Malema continua a tirar dividendos políticos da situação
 
Os 275 mineiros detidos na sequência da morte de 34 colegas seus quando a 16 deste Agosto
agentes da Polícia dispararam contra trabalhadores em greve que alegadamente tentavam
enfrentá-los, foram acusados do crime de homicídio.
 
A medida, que está a levantar uma
generalizada controvérsia política na
África do Sul, insere-se na doutrina
do “propósito comum” que era
utilizada pelas forças do apartheid
contra activistas negros que se
opunham ao então dirigente Partido
Nacional, alegadamente porque os
mineiros em causa- que esta quinta-
feira compareceram perante o Tri-
bunal Judicial de Ga-Rankuwe onde
o seu pedido de liberdade condicional
mediante pagamento da caução foi
adiado até próxima semana- estavam
entre os que incitaram a Polícia
naquela data. Há especulações de que
os críticos vão acusar o partido no
poder, ANC, de se comportar como
o já defunto regime do apartheid.
De acordo com o porta-voz do
Ministério Público, Frank Lesenyego,
dos 275 acusados estão incluídos os
que na altura estavam desarmados ou
formavam a retaguarda de apoio dos
grevistas. Lesenyego adianta que está-
se perante uma “lei comum” em que
«as pessoas são acusadas de pro-
pósito comum numa situação em que
existem suspeitos com armas ou sem
elas, e confrontam ou atacam a Polícia,
com ocorrência de tiroteio e
mortes».
 
“Bizarro e chocante”
 
Para o constitucionalista Pierre de
Vos, a decisão de acusar os mineiros
do crime de homicídio «é bizarra,
chocante, e constitui um flagrante
abuso do sistema de justiça criminal
para proteger a Polícia e/ou políticos
como Jacob Zuma e Nathi Mthethwa
(ministro da Polícia)». Citou um
 
MATINAL Um jornal que através do e-mail encaixa perfeitamente no seu celular 3G
 
artigo relacionado com uma lei de
1956 sobre manifestações violentas,
segundo o qual “qualquer indivíduo
que colabore na promoção de um
crime, incite ou instigue outra pessoa
a cometer um crime é como se ele
ou ela fosse autor (a) desse mesmo
crime”. Ainda segundo Pierre de Vos,
o Ministério Público parece estar
erradamente a misturar (deliberada-
mente ou por mera ignorância) as
coisas, por um lado argumentando
que os mineiros provocaram a Polícia,
e por outro lado alegando que eles
pretendiam suicidar-se ao istigar os
agentes daquela corporação a matá-
los. «Mesmo que fosse verdade que
os mineiros provocaram a Polícia, isso
nunca os responsabilizaria de ter ma-
tado os seus colegas. Quando muito,
a provocação podia ser um factor a
ter em conta quando se quisesse sa-
ber se os agentes policiais envolvidos
no massacre devem ou não serem
considerados culpados de homicídio»,
frisou.
 
Ofensiva de Malema
 
Ao mesmo tempo que continua a
manifestar a sua “solidariedade” para
com os grevistas da mina de Marikana
pertencente à terceira maior com-
panhia produtora de platina no
mundo, a Lonmin, o ex-líder da Liga
Juvenil do ANC Julius Malema tentou
esta quinta-feira obter vantagens
políticas na mina de ouro de Grootvlei
no Rand Oriental- onde os traba-
lhadores não recebem os seus salários
há cerca de dois anos- desde que foi
tomada no âmbito dos sistemas de
empoderamento da Aurora (Aurora
 
Empowerment Systems) . Parte da
companhia Aurora pertence a
Khulubuse Zuma, um sobrinho do
Presidente Jacob Zuma, e Zondwa
Mandela, neto de Nelson Mandela. Os
cânticos de Malema incitando ao
afastamento de Zuma do poder, como
“Phansi, Zuma, Phansi” (abaixo Zuma)
foram entusiasticamente recebidos
pelos trabalhadores da referida mina,
que desde a sua passagem para a
gestão do Aurora Empowerment Systems
em Outubro de 2009 tem passado
por momentos difíceis. Alega-se que
os directores da Aurora- Khulubuse
Zuma, Zondwa Mandela e os con-
selheiros do Presidente sul-africano
Michael Hulley e Thulani Ngubane
apropriaram-se fraudulentamente dos
bens da mina que agora só tem um
único poço em funcionamento.
 
“Pior que o apartheid”!
 
Julius Malema exortou os mineiros
da Grootvlei a lutar pelos seus
direitos e exigir o que merecem.
«Pensávamos que seria bom ser negro
depois de 1994, mas é pior que na era
do apartheid. Agora são as próprias
pessoas a que pertencemos que nos
matam», afirmou, ao mesmo tempo
incitando os mineiros a tornar as
minas “ingovernáveis” até que os
“brancos escutem”! Defendendo um
salário-base mensal de 12.500 randes
“para todos”, acrescentou que «este
país é o que é hoje por vossa causa
como mineiros, por isso devem
reclamar o lugar que vos pertence por
direito na África do Sul».
 
(Mail&Guardian/Sapa).
 
5/5.

www.tvi.iol.pt - POLÍCIA SUL-AFRICANA FUZILA MINEIROS EM GREVE _ Imagens impressionantes junto a uma das maiores minas de platina do mundo _  Redacção | Isabel Semedo | 2012-08-16  ...  A polícia sul-africana massacrou a tiro um grupo de mineiros em greve que, alegadamente, ignoraram as ordens para dispersar, numa das maiores minas de platina do mundo. «O número que temos é de 36 mortos», afirmou esta sexta-feira o secretário-geral do sindicato mineiro NUM, Frans Baleni,  ...  Antes, o ministro da polícia, Nathi Mtetwa, já tinha confirmado que mais de 30 pessoas morreram ...
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Justiça na África do Sul?! Comparem estas duas notícias: - Nota – Esperem até acabar a propaganda comercial que depois aparecem as imagens a que me refiro. Espero que ainda não as tenham retirado da internet. Agora comparem com a notícia ao fim do Jornal moçambicano Matinal de hoje que junto em anexo. O que estará por detrás destas notícias?! Retrocesso na África do Sul? O que pensar disto? _ Camilo
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www.noticias.terra.com.br   ...  JOHANNESBURGO, 31 Ago 2012 (AFP) -Doze mil trabalhadores de uma mina de ouro sul-africana explorada pelo grupo Gold Fields ... África do Sul indicia por assassinato mineiros detidos durante greve em mina ... Diário do Grande ABC‎ ...  mina de ouro sul-africana explorada pelo grupo Gold Fields  greve, declarada ilegal pela justiça, ...
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www.noticias.uol.com.br ... Um tribunal sul-africano indiciou nesta quinta-feira por assassinato os mineiros presos no dia 16 de ...
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www.pt.euronews.com ... Polícia sul-africana abre fogo sobre mineiros em greve q aguardavam respostas das negociações  ...
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www.veja.abril.com.br ... Depois do confronto que matou 34 grevistas na África do Sul, na última quinta- feira, os trabalhadores da ...
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www1.folha.uol.com.br ...20 ago  – Os mineiros sul-africanos enfrentaram nesta segunda-feira a ameaça de demissão da empresa Lonmin e mantiveram, pelo décimo dia ... África do Sul: Mineiros seguem em greve após morte de 34 ...  
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www.exame.abril.com.br ... 20 ago. 2012 – Marikana - Apenas 27% dos trabalhadores da mina sul-africana de Marikana, onde 34 trabalhadores foram mortos a tiros pela polícia na ... Policiais atiram contra mineiros em greve na África do Sul   ...
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www.brasildefato.com.br ... 7 ago. 2012 – Um batalhão de policiais da África do Sul abriu fogo nesta quinta-feira (16/08) contra um grupo de mineiros que organizava uma greve na ...
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www.estadao.com.br  ... 23 ago. 2012 – Famílias de luto choram seus mortos em missas que lembram os 34 mineiros em greve mortos pela polícia na semana passada, na África do ...
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www.uniaonet.com/africadosul.htm - 06/12/2013 - Ola queridos irmaos e amigos. Bom dia. Paz. Hoje esta sendo um dia de muita tristeza aqui na Africa. Com a morte do Sr. Nelson Mandela, Africa perdeu um grande referencial de reconciliação entre povos, tribos e etnias.
Para nos, resta aprender com as licoes que ele nos deixou e orar para que os próximos lideres nao sejam egoístas, corruptos e donos da verdade.
Jesus Cristo e a VERDADE!
A Africa e o mundo, precisam conhecer esta VERDADE. Irmaos, estou colocando em anexo algumas fotos da nossa festinha de final e ano aqui na Creche do Joe Slovo.
Tivemos a participação de 65 crianças da Creche, mais de 200 alunos da Escola Dominical e ao todo, distribuímos 285 brinquedos como presente para elas.
Ainda vamos distribuir em torno de 250 presentes paras as criancas da Escola Dominical nas igrejas namibianas no final de semana e uma lembrancinha para os professores também.
Deus abençoe voces em tudo e tenham um otimo final de semana. Digo de coração: Amamos vocês!
Silmar e Ana Rute Wilbert
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O mundo se entristece quando deve se alegrar Sl 116.15.
Louvemos a Deus pelo testemunho, que é perene, do servo de do SENHOR Nelson Mandela. Tenho usado esse testemunho para dizer que é possível, proveitoso e agradável ser obediente às leis divinas.
O exemplo de Mandela jamais será esquecido, pois já é parte da História (das suas biografias), como Lutero, Calvino, Wesley, Vingren, para citar só alguns. Lindas as fotos. Boas festinhas e a Festona.
Pedro

Missão Àfrica-Guiné Bissau GracieleFelipe · 15/02/2017 - Culto em nossa igreja na aldeia africa do sul! Fotos enviadas por nossos obreiros.
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