.ANGOLA - 02/05/2013
www.uniaonet.com/afangola.htm

18.Províncias : 1. Bengo _ 2. Benguela _ 3. Bié _ 4. Cabinda _ 5. Cuando Cubango _ 6. Cuanza Norte _ 7. Cuanza Sul _ 8. Cunene _ 9. Huambo _ 10. Huíla _ 11. Luanda _ 12. Lunda Norte _ 13. Lunda Sul _ 14. Malanje _ 15. Moxico _ 16. Namibe _ 17. Uige _ 18. Zaire. _
Província : Capital : Municípios
1. Bengo : Caxito : Ambriz, Dande, Icolo e Bengo, Muxima, Nambuangongo
2.Benguela : Benguela : Balombo, Baía Farta, Benguela, Bocolo, Caiambambo, Chongoroi, Cubal, Ganda, Lobito
3.Bié : Kuito : Andulo, Camacupa, Catabola, Chinguar, Chitembo, Cuemba, Cunhinga, Kuito, Nharea
4.Cabinda : Cabinda : Belize, Buco-Zau, Cabinda, Cacongo
5.Cuando Cubango : Menongue : Calai (Cazenga), Cuangar (Maianga), Cuchi (Ingombota), Cuito Cuanavale (Samba), Dirico (Viana), Longa (Cacuaco), Mavinga (Rangel), Menongue (Kilamba Kiaxi), Rivungo (Sambizanga)
6.Cunene : Ondjiva : Cahama, Cuanhama, Curoca, Cuvelay, Namacunde, Ombadja
7.Huambo : Huambo : Bailundo, Catchiungo, Caála, Ekunha, Huambo, Londuimbale, Longongo, Mungo, Tchicala-Tcholoanga, Tchindjenje, Ucuma
8.Huíla : Lubango : Caconda, Caluquembe, Chiange, Chibia, Chicomba, Chipindo, Humpata, Jamba, Kuvango, Lubango, Matala, Quilengues, Quipungo
9.Kuanza-Norte : N'Datalando : Ambaca, Banga, Bolongongo, Bula Atumba, Cambambe, Cazengo, Dembos, Golungo Alto, Gonguembo, Lucala, Pango Alúquem, Quiculungo, Samba Cajú
10.Kuanza-Sul : Sumbe : Amboím, Cassongue, Conda, Ebo, Libolo, Mussende, Porto Amboím, Quibala, Quilenda, Seles, Sumbe, Waku Kungo
11. Luanda : Luanda : Luanda
12.Lunda-Norte : Lucapa : Cambulo, Camulemba, Capenda, Caungula, Chitato, Cuango, Cuilo, Lubalo, Tchitato, Xá Muteba
13.Lunda-Sul : Saurimo : Cacolo, Dala, Muconda, Saurimo
14.Malanje : Malanje : Cacuzu, Calandula, Cambundi-Catembo, Cangandala, Caombo, Cuaba Nzogo, Cunda-Diaza, Luquembo, Malange, Marimba, Massango, Mucari, Quela, Quirima
15. Moxico : Luena : Alto Zambeze, Bundas, Camanongue, Cameia, Luau, Lucano, Luchazes, Léua, Moxico
16.Namibe : Namibe : Bibala, Camucuio (ou em outra tradução :Camulo), Namibe, Tômbua, Virei
17.Uíge : Uíge : Alto Cauale, Ambuíla, Bembe, Buengas, Damba, Macocola, Mucaba, Negage, Puri, Quimbele, Quitexe, Sanza Pombo, Songo, Uíge, Zombo
18.Zaire : M´banza Kongo : Cuimba, M´banza Kongo, Noqui, N´Zeto, Soyo

154 Municípios em Ordem Alfabética(Província) :
Alto Zambeze ( Moxico ) _ Ambaca ( Cuanza-Norte ) _ Amboím ( Cuanza-Sul ) _ Ambriz ( Bengo ) _ Ambuíla ( Uíge ) _ Andulo ( Bié ) _
Bailundo ( Huambo ) _ Balombo ( Benguela ) _ Banga ( Cuanza-Norte ) _ Baía Farta ( Benguela ) _ Belize ( Cabinda ) _ Bembe ( Uíge ) _ Benguela ( Benguela ) _ Bibala ( Namibe ) _ Bocolo ( Benguela ) _ Bolongongo ( Cuanza-Norte ) _ Bucozau ( Cabinda ) _ Buengas ( Uíge ) _ Bula Atumba ( Cuanza-Norte ) _ Bundas ( Moxico ) _
Cabinda ( Cabinda ) _ Cacolo ( Lunda-Sul ) _ Caconda ( Huíla ) _ Cacongo ( Cabinda ) _ Cacuzu ( Malange ) _ Cahama ( Cunene ) _ Caiambambo ( Benguela ) _ Calai ( Cuando-Cubango ) _ Calandula ( Malange ) _ Caluquembe ( Huíla ) _ Camacupa ( Bié ) _ Camanongue ( Moxico ) _ Cambambe ( Cuanza-Norte ) _ Cambulo ( Lunda-Norte ) _ Cambundi-Catembo ( Malange ) _ Cameia ( Moxico ) _ Camulemba ( Lunda-Norte ) _ Camulo ( Namibe ) _ Cangandala ( Malange ) _ Caombo ( Malange ) _ Capenda ( Lunda-Norte ) _ Cassongue ( Cuanza-Sul ) _ Catabola ( Bié ) _ Catchiungo ( Huambo ) _ Caungula ( Lunda-Norte ) _ Cazengo ( Cuanza-Norte ) _ Caála ( Huambo ) _ Chiange ( Huíla ) _ Chibia ( Huíla ) _ Chicomba ( Huíla ) _ Chinguar ( Bié ) _ Chipindo ( Huíla ) _ Chitato ( Lunda-Norte ) _ Chitembo ( Bié ) _ Chongoroi ( Benguela ) _ Conda ( Cuanza-Sul ) _ Cuaba Nzogo ( Malange ) _ Cuangar ( Cuando-Cubango ) _ Cuango ( Lunda-Norte ) _ Cuanhama ( Cunene ) _ Cubal ( Benguela ) _ Cuchi ( Cuando-Cubango ) _ Cuemba ( Bié ) _ Cuilo ( Lunda-Norte ) _ Cuimba ( Zaire ) _ Cuito Cuanavale ( Cuando-Cubango ) _ Cunda-Diaza ( Malange ) _ Cunhinga ( Bié ) _ Curoca ( Cunene ) _ Cuvelay ( Cunene ) _
Dala ( Lunda-Sul ) _ Damba ( Uíge ) _ Dande ( Bengo ) _ Dembos ( Cuanza-Norte ) _ Dirico ( Cuando-Cubango ) _
Ebo ( Cuanza-Sul ) _ Ekunha ( Huambo ) _ Ganda ( Benguela ) _ Golungo Alto ( Cuanza-Norte ) _ Gonguembo ( Cuanza-Norte ) _ Huambo ( Huambo ) _ Humpata ( Huíla ) _ Icolo e Bengo ( Bengo ) _ Jamba ( Huíla ) _ Kuito ( Bié ) _ Kuvango ( Huíla ) _ Libolo ( Cuanza-Sul ) _ Lobito ( Benguela ) _ Londuimbale ( Huambo ) _ Longa ( Cuando-Cubango ) _ Longongo ( Huambo ) _ Luanda ( Luanda ) _ Luau ( Moxico ) _ Lubalo ( Lunda-Norte ) _ Lubango ( Huíla ) _ Lucala ( Cuanza-Norte ) _ Lucano ( Moxico ) _ Luchazes ( Moxico ) _ Luquembo ( Malange ) _ Léua ( Moxico ) _ Macocola ( Uíge ) _ Malange ( Malange ) _ Marimba ( Malange ) _ Massango ( Malange ) _ Matala ( Huíla ) _ Mavinga ( Cuando-Cubango ) _ Menongue ( Cuando-Cubango ) _ Moxico ( Moxico ) _ Mucaba ( Uíge ) _ Mucari ( Malange ) _ Muconda ( Lunda-Sul ) _ Mungo ( Huambo ) _ Mussende ( Cuanza-Sul ) _ Muxima ( Bengo ) _ M´Banza Kongo ( Zaire ) _ Namacunde ( Cunene ) _ Nambuangongo ( Bengo ) _ Namibe ( Namibe ) _ Negage ( Uíge ) _ Nharea ( Bié ) _ Noqui ( Zaire ) _ N´Zeto ( Zaire ) _ Ombadja ( Cunene ) _ Pango Alúquem ( Cuanza-Norte ) _ Porto Amboím ( Cuanza-Sul ) _ Puri ( Uíge ) _ Quela ( Malange ) _ Quibala ( Cuanza-Sul ) _ Quiculungo ( Cuanza-Norte ) _ Quilenda ( Cuanza-Sul ) _ Quilengues ( Huíla ) _ Quimbele ( Uíge ) _ Quipungo ( Huíla ) _ Quirima ( Malange ) _ Quitexe ( Uíge ) _ Rivungo ( Cuando-Cubango ) _ Samba Cajú ( Cuanza-Norte ) _ Sanza Pombo ( Uíge ) _ Saurimo ( Lunda-Sul ) _ Seles ( Cuanza-Sul ) _ Songo ( Uíge ) _ Soyo ( Zaire ) _ Sumbe ( Cuanza-Sul ) _ Tchicala-Tcholoanga ( Huambo ) _ Tchindjenje ( Huambo ) _ Tchitato ( Lunda-Norte ) _ Tômbua ( Namibe ) _ Ucuma ( Huambo ) _ Uíge ( Uíge ) _ Virei ( Namibe ) _ Waku Kungo ( Cuanza-Sul ) _ Xá Muteba ( Lunda-Norte ) _ Zombo ( Uíge ) .



MAPEAMENTO DO REINO DE DEUS EM ANGOLA .
( Por favor nos enviar os endereços que estão faltando nesta relação )

01 .KUANDO KUBANGO .
Menongue
SEDE:ADC Angola _ AÇÃO DE DESENVOLVIMENTO CRISTÃ :  , Rua da Missão Cubana,
Telef:.04980130, Cx. Postal 46

02. HUILA .
Lubango .
Representação ADC : Rua Padre Antunes n.6, Telef. 061-23076/ (+244) 92
529770/092528203, Cx. Postal 719-

03. BENGUELA .
Catumbela .
Representação ADC : Vila da Catumbela, Telef. 072-90029.

04. MOXICO .
- Representação ADC : Luena :  Edificio da JMPLA, Telef. 054-60028

05. NAMIBE .
- Representação ADC : Bairro Palato(Junto a Igreja Assembleia de Deus Pentecostal, Telef. 064-62287(Capitao Capela)

06. LUANDA .
- Representação ADC : Antonio Ernesto Lucas  telemovel 244-92-601537
- JOCUM
- Olga MENDES : CP 2610
- ICE Angola : Rua Dtr. Americo Boa Vida 99/99 ,  Telefone: 2442 394318, Manuel Raimundo da Costa
- Pr. Edenailton de Souza , Ivaneide Santana de Souza , Abner Santana de Souza e Abiel Santana de Souza
fone 2442-470831, Caixa Postal 1.400
- Pr. Luiz Corrêa Filho  : Ministério de Fé e Libertação Bairro da Terra Nova Rua do Douro no Ex-Centro Candimba - S.A.L. (SEMINÁRIO AVANÇADO DE LIDERANÇA)
- Lisa Biriba ,  PR FELIZARDO , Tuzitasiana Afonso , SILVIA CAUXEIRO .

07. CUNENE .
- Representante ADC- Regiao Sul - Alfredo Malelenha Fernando-( Provincias do
Namibe, Cunene e Huila) _ Lubango, Telefone 244-61-23076 Email:

08. HUAMBO .
- Analzira Pereira do Nascimento 30/03 Caixa Postal 777 Huambo - -JMM
- Seminário Teológico Batista do Huambo,  igreja Batista Betel no Bairro da
Camussamba  : Cristiane de Jesus Oliveira Caixa Postal 777 Huambo
- Josué de Lima Ferreira Maria Izabel dos Santos Ferreira Caixa Postal 777
Huambo - -JMM
- Rosângela Ferro Dias Teck de Gamba 25/09 Caixa Postal 777 Huambo -
MISSIONÁRIO AUTÓCTONE-JMM
- JOCUM .

09. LOBITO .
- JOCUM : Marcia Azolin .
- Maristela Almeida da Costa 13/10 Caixa Postal 2123  -JMM
- David Oliveira Souza  .


  

( Fontes : www.taag.com.br  : Cardoso, Albérico (editor) - Guia Turístico
Angola 2003 - português/inglês - 2003, Albérico Cardoso - Lisboa (PT),
Lucidus Publicações Lda.)

BENGO


Capital: Caxito

Destaca-se por suas praias e artesanato.

Parque Nacional de Kissama
No parque, com 9.900 km2, podem ser encontrados elefantes, macacos, palancas
vermelhas e tartarugas marinhas. Na estação chuvosa, as margens dos rios
ficam repletas de aves aquáticas como flamingos, garças, patos e pelicanos.
É possível alugar carros próprios para passeios e, à noite, "jantar e
relaxar a volta da fogueira".

Conheça também a Reserva Florestal de Kibinda, com mais de 100 km2,o Rio
Kwanza, o mais importante do país, a Igreja de Nossa Senhora da Muxima e a
Fortaleza da Muxima, que datam do século XVI.

Eventos:
24/04 Festas da Cidade do Caxito
26 a 27/07 Ritual da Lagoa da Ibendua


BENGUELA


Capital: Benguela

Destaca-se pelo carnaval (considerado o segundo melhor do país, após o de
Luanda), por suas praias, e pela variedade do relevo e da vegetação. Seu
nome está ligado à corrente de Benguela, que parte da Antártida e resulta em
uma temperatura média anual muito amena.

De sua segunda cidade, o Lobito, parte a maior ferrovia do país, que cruza
todo o território angolano.

Parque Regional de Chimalavera
Com uma superfície de 156 km2, tem fauna variada e a cabra de leque é sua
principal atração.
Conheça também a Reserva Parcial do Búfalo, com 400 km2, a Praia Morena,
preferida pelos casais de namorados, que se estende por mais de mil
quilômetros, e a Baía Azul, que deve o seu nome à cor das suas águas.

BIÉ


Capital: Kuito


Vasta planície agrícola com clima marcado por duas estações: a das chuvas,
de setembro a maio, e o cacimbo, estação mais fria, de maio a setembro. Os
penteados e trajes usados na região expressam tradições seculares.

Lá estão a Reserva Florestal de Umpulo e diversos sítios históricos.


CABINDA


Capital: Cabinda


Enclave situado ao norte, está unida ao restante do país pelo território da
República do Zaire. Seu clima é tropical úmido.

Destaca-se por sua indústria petrolífera e por trabalhos artesanais de
admiráveis escultores em madeira e pedra, trabalhadores em marfim e tecelões
que utilizam ráfia e fibras de ananaseiro. É a principal produtora de
madeira do país.

As Reservas Florestais do Kakongo e a Floresta do Maiombe, onde árvores com
50 metros de altura dividem espaço com gorilas, chimpanzés e elefantes, são
um paraíso para quem ama a natureza. Também há muitos locais de interesse
histórico que podem ser visitados.


CUNENE


Capital: Ondjiva


A agricultura e a criação de gado são suas principais atividades econômicas.

Parque Nacional do Mupa
Situado ao norte da província, tem uma área de 6.600 km2, onde pode-se
encontrar girafas, rinocerontes, zebras, elefantes, avestruzes, leões,
palancas vermelhas e impalas.

Complexo Memorial do Rei Mandume
Localizado no município de Namacunde, a 42 quilômetros da capital Ondjiva,
tem acomodações, creche, restaurante e jangadas para receber os visitantes.
Além de diversos locais de interesse histórico, conheça também as quedas
d'água do Rio Cunene, na Barragem do Ruacaná, e as quedas d'água do Monte
Negro, que ficam na região do Koroca, quase na fronteira com a República da
Namíbia.


HUAMBO


Capital: Huambo


Planalto com vocação agrícola situado no centro do país, é um importante
entroncamento de vias entre as províncias. Aqui está o ponto mais alto de
Angola (2.620 m), o Monte Moco. Também tem ligações ferroviárias, de carga
ou de passageiros, com destino à fronteira do Congo, Zâmbia, África do Sul,
Moçambique e Malawi.

Destaca-se por seus jardins, onde podem ser encontradas mais de 500
variedades de dálias. Por isso, conheça o Parque Almirante Américo Tomás,
que integra um parque infantil a uma estufa, e a Reserva Florestal do
Kavongue.

A 20 km de sua capital, encontra-se a Albufeira do Cuango, com uma praia em
pleno planalto. Tem muitos pontos de interesse histórico para serem
visitados. Porém, o morro de Santo Antônio do Bailundo e a Ilha dos Ambles
são de beleza deslumbrante, e não podem ser esquecidos.


HUÍLA


Capital: Lubango


A Fenda do Alto Bimbi, o Miradouro do Bimbi, a Escadaria da Serra da Leba, a
cascata da Estação Zootécnica da Humpata e a Barragem das Neves são
excelentes indicações para sua visita.

Parque Nacional do Bicuar
Com uma área de 7.900 km2, nele podem ser encontrados elefantes, leões,
palancas e búfalos, além de uma flora espetacular.
Conheça também a Reserva Florestal de Guelengue e Dongo e as várias
construções religiosas e fortificações, algumas datadas do século XVII, que
mostram boa parte da história de Angola.


KUANDO KUBANGO


Capital: Monongue


Um grande potencial turístico ainda não explorado está preservado pela
Reserva Parcial de Luiana e pela Reserva Parcial de Mavinga. Nessa última
podem ser encontrados elefantes, rinocerontes pretos, palancas pretas,
leões, onças, hienas e avestruzes.

Também estão acessíveis diversos pontos de interesse histórico, como o
Centro Histórico do Missombo e o Centro Histórico do Balombo, do Forte
Vunongue Mbungeya Kandyema.


KWANZA NORTE


Capital: N´dalatando


Região de planaltos e florestas de clima tropical úmido, com temperatura
média de 23 °C, suas principais atividades econômicas são a agricultura e a
indústria.

Destacam-se a Reserva Florestal do Golungo-Alto, com uma área de 558 km2, a
Reserva Florestal de Caculama, com 800 km2 e a Fortaleza de Massangano.

Aproveite para visitar as quedas do Rio Muembeje, a 10 km da capital, com
110 metros de altura. Visite também, a apenas 2 km da capital, as nascentes
de Santa Isabel e Sobranceiro, onde há um parque com gramados e piscinas
para crianças e adultos.

.
KWANZA SUL


Capital: Sumbe


Com relevo variando entre montanhas e planaltos, sua principal atividade
econômica é a pesca.

Destaca-se pelas praias de temperatura agradável, e pelo artesanato em
barro, sisal, marfim, madeira e chifres de animais.

Aproveite para conhecer as águas medicinais do Waco Kungo e, a apenas 11 km
da capital, as grutas do Sumbe, uma das mais belas formações de estalactites
e estalagmites existentes no mundo.

Há diversos locais de interesse histórico e cultural para visitar: desde
ruínas de fortificações a sítios arqueológicos com pinturas rupestres que
datam do Neolítico.

Eventos:
15/setembro Festas Natalícias do Kwanza Sul


LUANDA




Capital e maior cidade do país, com cerca de quatro milhões de habitantes,
seu clima é tropical com temperatura média de 24 °C e duas estações: a das
chuvas, de setembro a maio, e a seca, de junho a agosto.

Dois grandes rios, o Bengo e o Kwanza _ do qual deriva o nome da moeda
nacional _ cortam a província e originam planícies aluviadas.

Anteriormente designada por São Paulo de Luanda, foi fundada em 25 de
janeiro de 1575, pelo Capitão Paulo Dias de Novais que, ao desembarcar na
Ilha do Cabo, encontrou uma numerosa população nativa.

Praias calmas ou mais agitadas, de areias brancas e finas, planas ou
repletas de dunas, compõem um quadro de rara beleza.

Há muitas construções notáveis e bem conservadas, como a Ermida de Nazaré, a
Igreja do Carmo, o Palácio do Governo, a Alfândega e o Hospital Maria Pia.

Conheça a Reserva Natural Integral do Ilhéu dos Pássaros, com 1,7 km2
povoados por aves migratórias. Além da bela paisagem e das construções
históricas, conheça também o Arquivo Histórico Nacional, o Museu de História
Natural, o da Escravatura, o das Forças Armadas e o de Antropologia.

Centros culturais e recreativos, teatros, salas de cinema e de espetáculos,
galerias e feiras de arte e artesanato, oficinas culturais e livrarias,
casas noturnas, bares e restaurantes oferecem opções para todos os gostos.

O seu carnaval é considerado o mais animado do país, e suas danças incluem o
semba, a varina, a kabetula e a kazukuta, "envolvendo poliritmia invulgar de
expressão corporal e teatralização muito vivas".

Eventos:
25/janeiro Festa da Cidade de Luanda
fevereiro carnaval
abril Feira Constrói Angola
(informática, telecomunicações e construção civil)
agosto Feira Internacional de Luanda (Fildi)
novembro Feira de Produção Nacional (Fenapro)
28 a 30/novembro Festa da Kianda
dezembro Feira de Petróleos (Angoge)


LUNDA NORTE


Capital: Lucapa


Localizada na fronteira com a República do Congo, caracteriza-se por sua
rede fluvial composta de afluentes do Rio Zaire. Os depósitos aluviais de
diamantes são sua grande fonte de riqueza.


LUNDA SUL


Capital: Saurimo


Seu clima tropical chuvoso, quente e úmido, cuja temperatura varia entre 16
e 23 °C, favorece a ocorrência de florestas densas e sempre verdes. A
agricultura e o garimpo de diamantes são suas principais atividades
econômicas.

Visite o Centro Turístico da Ilha do Rio Chiumbwe, o Poligno Florestal do
Rio Muanguês, a Piscina Municipal de Saurimo, o Complexo Turístico Murino Wa
Lunga e o Túnel do Rio Luachimo.


MALANJE


Capital: Malanje


Segunda maior cidade de Angola, é onde está situada a maior barragem do
país, a Hidrelétrica de Capanda. Essencialmente agrícola, sua população
também se ocupa do artesanato. Seu clima é predominantemente tropical úmido
e subúmido, com temperaturas médias de 20 a 24 °C.

Há importantes centros de artesanato nos municípios de Marimba, Quirima e
Massango, onde se produz cestos, sofás, bonecos, peneiras, pilões, chapéus,
pentes de pau e outros objetos feitos de palha, madeira e bambu.

O destaque turístico pertence às Quedas de Calandula, a 85 km da capital,
com 105 metros de altura. Há muitas outras quedas d'água importantes, pois a
província é banhada por duas importantes bacias hidrográficas: a do Rio
Kwanza e a do Rio Zaire.

Um pouco mais distante, a 116 km da capital, encontram-se as belas e
misteriosas pedras negras de Pungo Andongo, que surgem repentinamente num
terreno plano. Conta a lenda que, há séculos, ali existia um coliseu de
torturas e bacanais da Rainha Ginga...

Conheça também a Reserva Florestal Caminho de Ferro de Malange (200 km2), as
Reservas do Luondo e do Milondo e a Reserva Florestal de Samba-Lucala (400
km2). Além dessas reservas há diversos locais de interesse histórico e com
vestígios arqueológicos que podem ser visitados.


MOXICO


Capital: Luena


Sendo a prática da agricultura o sua principal atividade econômica, a
população também se ocupa do artesanato _ olaria de barro, fibras e
escultura _ e da mineração. Depois de Cabinda, o Moxico aparece em segundo
lugar na exploração de madeira.

Alguns tipos de árvore da província, como o mussixi e a muvuca, possibilitam
a produção de variedades de mel de abelha conhecidas por suas
características medicinais.

Parque Nacional da Cameia
Com uma superfície de 14.450 km2, é um dos lugares mais virgens do país e
onde podem ser encontradas diversas espécies de peixes.
Conheça também a Reserva Florestal do Katupe (150 km2), a Reserva Florestal
do Lucusse (2.450 km2), a Reserva Florestal do Kassai (190 km2), a Reserva
Florestal do Mucondo (750 km2) e a Reserva Florestal de Luizavo (400 km2).

Existem várias ruínas e sítios arqueológicos, como o do Rio Cassai-Cawéwé,
onde se observam pedras gravadas com pegadas de pessoas e animais.


NAMÍBE


Capital: Namíbe


Localizada no extremo sul do litoral e fazendo fronteira com a República da
Namíbia, é o maior centro pesqueiro do país e ponto de partida da ferrovia
que liga o litoral às minas de ferro de Jamba (Huíla).

Seu nome é o mesmo que o do deserto que ocupa grande parte de sua
superfície. No litoral, porém, o clima é úmido, resultante da proximidade
entre o mar, onde passa a corrente fria de Benguela, e o deserto do Namibe.

Parque Nacional de Iona
É o maior de todos os parques nacionais de Angola, com 15.150 km2. Lá podem
ser encontrados a zebra da montanha e o guelengue.
Conheça também a Reserva Especial do Namíbe (4.450 km2).

Eventos:
março Festas do Mar


UÍGE


Capital: Uíge


Província agrícola de clima tropical úmido, possui fauna variada com a
presença de elefantes, búfalos, antílopes, macacos azuis e outras espécies
raras.


ZAIRE


Capital: M´hanza-Congo


Localizada no extremo norte do litoral e fazendo fronteira com a República
do Zaire, apresenta clima tropical úmido. A vegetação combina florestas com
savanas e, embora possua atividade agrícola e salinas, destaca-se por sua
indústria petrolífera.

Na capital ainda é possível ver algumas ruínas do antigo Reino do Congo.

( Fontes : www.taag.com.br  : Cardoso, Albérico (editor) - Guia Turístico
Angola 2003 - português/inglês - 2003, Albérico Cardoso - Lisboa (PT),
Lucidus Publicações Lda.)

  Região
África Meridional
Limites
Angola faz fronteira ao norte e a nordeste com o República Democrática do Congo, a leste com a Zâmbia, a sudeste com Caprivi Strip, ao sul com a Namíbia e a oeste com o Oceano Atlântico. O pequeno enclave de Cabinda se encontra 31 km (cerca de 19 mi) ao norte, entre a República do Congo e o República Democrática do Congo.
Área
1.246.700 km² (481.350 mi²)
Tamanho comparativo
Um pouco maior do que Mali
 
 
 
 
 
  Topografia
 
 
 
 
 Tópicos relacionados
 Montanhas
 Florestas tropicais secas e savanas
 Topografia
 
 
 Tipos de mapas
 Físico
 
 
  Angola possui três grandes regiões do oeste para leste: a extensa planície costeira, uma zona de transição e um vasto planalto no interior. A planície costeira, praticamente no nível do mar, varia de 48 a 161 km (cerca de 30 a 100 mi) de largura. A zona de transição, que consiste em uma série de terraços ou escarpas, tem cerca de 145 km (cerca de 90 mi) de largura no norte, diminuindo para cerca de 31 km (cerca de 19 mi) no centro e no sul. O enorme Platô Bié ocupa cerca de dois terços do país com elevações que variam de 1.219 metros a 1.829 metros (3.999 pés a 6.001 pés).
 
 
  Principais rios e lagos
 
 
 
 
 Tópicos relacionados
 Rios
 
 
  Dos muitos rios de Angola que desembocam no Oceano Atlântico, o Cuanza e o Cunene são os mais importantes. Outros importantes rios são o Kwango, que corre em direção ao norte até desembocar no sistema do Congo, e os rios Cuando e Okavango, que corre na direção sudeste até desembocar no Delta do Okavango. A maioria dos rios de Angola nasce nas montanhas centrais. O país não possui lagos dignos de nota.
 
 
  Clima
 
 
 
 
 Tópicos relacionados
 Tempo e clima
 
 
 Tipos de mapas
 Precipitação de janeiro
 Precipitação de julho
 
 
  Angola possui um clima tropical, com uma estação seca que vai de setembro a abril. A fria Corrente de Benguela, próxima da costa, modera as temperaturas da região costeira e limita a precipitação, especialmente no sul. O índice pluviométrico anual em Luanda é de cerca de 388 mm (15 polegadas), mas apenas de 51 mm (2 polegadas) em Namibe, que é cerca pelo Deserto Mocamedes. No platô central, mais frio, esse índice chega a cerca de 1.500 mm (cerca de 59 polegadas) no norte, diminuindo para cerca de 750 mm (cerca de 30 polegadas) no sul.
 
 
  Questões ambientais
 
 
 
 
 Tópicos relacionados
 Crescimento populacional
 Desmatamento
 
 
 Estatísticas
 Taxa de crescimento populacional
 
 
  A explosão demográfica e a infra-estrutura inadequada criaram uma série de problemas ambientais em Angola. A água potável é escassa, particularmente nas áreas rurais. Como a produção de alimentos não acompanhou o rápido crescimento populacional, o país teve que recorrer às importações para suprir grande parte das suas necessidades básicas. O uso irracional do solo é responsável pelo grave problema de erosão e desertificação com que o país se depara. O assoreamento dos rios e das represas é uma das sérias conseqüências decorrentes desse problema. O desmatamento, cuja principal finalidade é abastecer o mercado internacional de madeiras tropicais, está dizimando rapidamente as limitadas florestas tropicais no norte e comprometendo a biodiversidade.
 
O país possui um sistema de áreas protegidas de parques e reservas naturais, cujo funcionamento esbarra na falta de verbas. Apenas cerca de 6,6% (1997) do território é efetivamente protegido. O restante vive sob a constante ameaça da ação das madeireiras, da caça ilegal e da expansão das fronteiras agrícolas. A guerra civil de 1976-1991 provocou enormes danos ao meio e interrompeu os programas ambientais em curso. Embora tenha acabado a guerra civil e o país esteja se preocupando novamente com os problemas ambientais, ainda há muito por fazer.
 
A biodiversidade de Angola só é superada pela do seu vizinho ao norte, a República Democrática do Congo, tendo 1.260 espécies de plantas endêmicas e uma vasta gama de biomas. A maior parte do território do país é coberto por bosques secos, savanas e pastagens. No todo, as florestas correspondem a 17,8% (1995). A participação de Angola nos esforços internacionais de conservação da natureza tem se restringido aos projetos de financiamento, muito embora tenha assinado acordos relacionados à proteção do mar, biodiversidade, mudança climática e desertificação. (Fonte : Encarta/Microsoft)


assinar-pelospovos@grupos.com.br _ Contexto A guerra civil tem sido prática normal em Angola desde a independência de Portugal, em 1975. Em 1994 houve um acordo de paz entre o governo e a facção guerrilheira UNITA. Um governo de unidade nacional foi instaldo em abril de 1997, mas sérias batalhas recomeçaram em 1998, fazendo com que milhares de pessoas ficassem sem casa. Mais de 1,5 milhões de vidas podem ter sido perdidas nas batalhas dos últimos 25 anos, causando um terrível trauma na nação, famílias destruídas e uma desesperadora necessidade de Deus.
Segunda, 16
Agradeça pelas respostas de oração em Angola. Agradeça a Deus porque apesar de muito ter tentado, o comunismo fracassou em sua tentativa de erradicar o cristianismo de Angola. Também louve ao Pai por sua provisão no crescimento do cristianismo bíblico em meio ao estarrecedor sofrimento e privação dos tempos da ditadura comunista.
Terça, 17
Os cristãos sofreram ostracismo, abuso, discriminação e perseguição declarada. Nos primeiros dez anos da independência houve intensa perseguiçãodos cristãos; dezenas de pastores e milhares de crentes foram martirizados ou seqüestrados, e muitas igrejas foram deliberadamente destruídas. Muitos cristãos simples mantiveram a fé e testificaram. Como resultado disso, durante o conflito congregações multiplicaram-se em toda parte. As reuniões são apinhadas, e apesar do desespero e destruição, centenas de milhares têm confiado no Senhor Jesus Cristo. Ore para que este crescimento continue a levar a uma total evangelização do país.
Quarta, 18
A igreja não saiu ilesa do tempo de luta e necessita de muitas orações. Interceda especialmente por: a) Amor que transcenda a lealdade tribal e a política violenta, da qual ela se alimentava, com frequencia, dividindo os cristãos; b) Perdão dos que perpetaram a violência, e dos cristãos que cederam sob pressão; c) Fim das restrições e manipulação impostas pelo Estado, e o aparecimento da verdadeira liberdade religiosa. Apenas metade das 150 denominações receberam permisão de registro oficial; d) Vida santa e parecida com a de Cristo dos seguidores do Senhor Jesus que recomende o Evangelho para os não-crentes, e uma paixão por alcançar com o Evangelho os vizinhos desiludidos e apáticos; e) Unidade no Evangelho. Ore pela Aliança Evangélica de Angola, que tem esse alvo e já reúne 10 denominações, apesar das dificuldades de trabalho.
Quinta, 19
Ore pelos jovens e crianças. Eles são espiritualmente privados, tanto dentro como fora das igrejas. O marxismo propagado nos primórdios não é mais ensinado, porém, atitudes negativas em relação à religião ainda tornam a vida difícil para qualquer testemunha cristã nas escolas, e têm desencorajado as igrejas a realizar escolas dominicais e grupos de jovens. Ore por/para que: a) Escolas do ensino fundamental e médio sejam abertas para ensino cristão; b) Igrejas recuperam a visão para o evangelismo e discipulado de crianças e jovens; c) Estudantes universitários, que enfrentam uma inquietação no campus e a inevitabilidade aterrorizante de ser recrutado para as forças armadas. Ore pelos ministérios que têm trabalhos dirigidos a eles.
Sexta, 20
- Estados Brasileiros Interceda por este país. Hoje grande parte da população brasileira sai para dedicar-se à carne, a reverenciar a criatura e não ao criador. Infelizmente nosso país é conhecido mundialmente pela prostituição, lascívia e orgia destes dias de fevereiro. Ore com vigor para que isso mude e que o Brasil seja conhecido como uma Nação que tem o SENHOR como DEUS de fato, e não apenas uma religiosidade vazia que mata o povo. Ore para que a população brasileira acorde e deixe de renovar pactos com o inferno nesta ocasião. Interceda também para que a Igreja Brasiliera acorde e ao invés de se isolar nessas ocasiões, seja forte e impacte a Nação nessa data, trazendo frutos para o Reino.
Sábado, 21
A guerra contínua desde 1962 tem sido devastadora. A guerra civil de 25 anos tornou-se uma batalha por poder sem escrúpulos. Minas terrestres ultrapassam o número de habitantes, e até 1999 ocorreram 100.000 amputações. O recrutamento forçado de jovens é feito sem restrições. Uma grande parte da população rural fugiu para áreas urbanas em largar escala por causa da fome. As feridas psicológicas, sociais e espirituais são ainda mais nocivas e duradoras. Ore por/para: a) A cura da nação em todos os níveis; b) Paz duradora e um governo justo, sensível ao bem-estar do povo; c) Aqueles que procuram aliviar o sofrimento através de remoção de minas, reconstrução da infra-estrutura, de casas, de hospitais, de escolas e de igrejas.
Domingo, 22
- Missões Ore pela Missionária Analzira Nascimento e o Projeto Radical África. A Missionária Analzira serviu por 17 anos em Angola, tendo inclusive organizado um importante seminário teológico por lá, que tem sido bênção no formar obreiros locais para servirem ao povo angolano. De volta ao Brasil, é coordenadora do Projeto Radical África, que objetiva o alcance deste Continente de uma forma arrojada para o Senhor. Ore por esse projeto e pelos que participarão dele como vocacionados, pela missionária e pelo bom andamento dos frutos que ela deixou em Angola. andamente
* Agradecemos nesta semana à irmã Damaris pelo auxílio na elaboração do Boletim. Que o Senhor lhe retribua grandemente o empenho.


Oseas da Silva. _ :http://members.freemail.absa.co.za/sosafrica89.

20/07..Querido irmão companheiro da causa Santa !!!! Caso queira conhecer melhor o nosso trabalho podes acessar pelo nosso SITE...ou se quiser saber como nos ajudar sò enviar sua mensagem. Se conheces outras pessoas as quais amam MISSÕES podes passar este SITE. E que o Senhor da Seara vos abençoe em tudo. A Deus toda glòria !!!!!

19/07/02 Querido irmão Yrorrito, Gostaria que o "UNIÃONET" fosse enviado também ao mission. Oseas, que está n África. Um grande abraço. A paz do Senhor. José Augusto e Família/RJ. (O Irmão Oseas, esposa e filho)


O missionário Oseas é um homem de Deus, esteve em nossa igreja e fomos profundamente abençoados pelo que vimos e ouvimos sobre o que está fazendo na África (Johannesburg) Se vocês sentirem no coração o desejo de se comunicarem com ele o seu endereço é: (oseasza@yahoo.com) Este e-mail recebemos dele: | Johannesburg 03 de Julho de 2002 | Aos Amigos em Cristo Interessados por Missões !!!! | Do Amigo e irmão em Cristo Oseas e Famìlia. Da Africa |
Estudante diz que matou 48 pessoas em rituais de magia Uma adolescente da Nigéria confessou ter participado de assassinatos rituais de 48 pessoas nos últimos sete anos. A polícia prendeu a estudante de 13 anos de idade na semana passada como suspeita de envolvimento no assassinato de um menino de 2 anos em Maiduguri, nordeste do país. A garota disse à polícia que foi iniciada em um culto secreto por um funcionário público há sete anos. Em seu depoimento, ela admitiu ter participado da morte de outras 47 pessoas. | De acordo com os jornais locais, a adolescente disse | que partes vitais dos corpos das vítimas eram | encaminhadas ao quartel-general da seita em Lagos, | capital comercial da Nigéria. | Rituais de morte são comuns em algumas partes dos | países mais populosos da África, onde certos grupos | acreditam que feitiçarias envolvendo o uso de partes | do corpo humano podem torná-los ricos | | Angola em situação de risco devido à fome que assola o | paísO Programa Mundial de Alimentação da ONU, que | suspendeu a remessa de alimentos em Angola depois que | seus aviões foram atacados por rebeldes, disse que | toda a operação humanitária no país está em risco. | Segundo a CNN, o representante do programa na cidade | de Kuito, Peter Rodrigues, disse que vai acontecer uma | catástrofe se não houver novas remessas de comida em | uma ou duas semanas. Os rebeldes da Unita foram | responsabilizados pelos ataques, mas eles assumiram a | autoria de apenas um deles. Os funcionários da ONU se | encontraram com representantes do governo angolano | ontem de manhã, esperando obter garantias de segurança | para a retomada dos vôos, como um corredor aéreo, mas | as negociações terminaram sem acordo.Mais de um milhão | de angolanos sobrevivem graças ao programa da ONU - a | maioria deles teve que deixar suas casas por causa da | guerra civil que assola o país há 25 anos.A entrega de | alimentos por terra é impraticável, já que há batalhas | próximo às estradas, que estão cobertas de minas. O | correspondente da BBC em Luanda disse que algumas | áreas ainda têm comida estocada para algumas semanas, | mas o centro do país, onde fica a cidade de Kuito, | está particularmente vulnerável. Na cidade, onde vivem | mais de 200 mil pessoas, só há alimentos suficientes | para esta semana. | |
APRESENTAÇÃO DO PAÍS | NOME OFICIAL: | República de Angola | COORDENADAS GEOGRÁFICAS: | Latitude: Norte: 04°22'G Sul:18°02'G | Longitude:Leste: 24°05'E.G. Oeste: 11°41'E.G. | LOCALIZAÇÃO: | A República de Angola situa-se na Costa Ocidental do | Continente Africano na sua parte Austral entre os | paralelos 4°22' e 24°05'. | | TEMPERATURAS MÉDIAS: SUPERFÍCIE: | 27°C (máxima)17°C (mínima) 1.246.700 km² | CLIMA: FRONTEIRAS: | O clima é equatorial em Cabinda, tropical seco no | Norte e desértico no Sul.Angola tem duas estações: a | das chuvas e a do cacimbo.A do cacimbo ou seca é menos | quente e vai de Maio a Setembro.A das chuvas mais | quente, normalmente dura de Setembro a Maio. Norte: | República do Congo e República Democrática do | Congo.Leste: República Democrática do Congo e | República da Zâmbia.Sul: República da NamíbiaOeste: | Oceano Atlântico Fronteira Terrestre: 4.837 | KmFronteira Marítima: 1650 Km | | PRINCIPAIS INDICADORES DEMOGRÁFICOS | POPULAÇÃO TAXA DE CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO | (Estimativas de 1995) 11.000.000 habitantes(Estimativa | para 2000) 16.000.000 habitantes 2,8 (média anual | 1995-2010) | COMPOSIÇÃO POR SEXO POPULAÇÃO URBANA | Masculino: 49,3%Feminino: 50,7% 32% (1995)Capital: | LUANDA (3.000.000 habitantes) |
DENSIDADE DEMOGRÁFICA ESPERANÇA DE VIDA À NASCENÇA | 8,3 hab/km² 45 anos (Homens)48 anos (Mulheres) | LÍNGUAS TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL | Ligua Oficial: PORTUGUÊS Principais línguas nacionais: | UMBUNDO, KIMBUNDO, KIKONGO, FIOTE, TCHOKWE, N'GANGUELA | E KUNHAMA. Nascença: 124Antes dos 5 anos: 209 | POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA IDADE MÉDIA | 53% 19 anos | MÉDICOS POR HABITANTE | 1 por 15.109 | | BREVE SÍNTESE HISTÓRICA | 500 anos de colonização portuguesa (1482-1975)14 | anos de luta de Libertação Nacional (1961-1975)Data de | Independência: 11 de Novembro de 1975 |
ORGANIZAÇÃO POLÍTICO E ADMINISTRATIVA | 1992 Implantação da democracia pluripartidária e | realização das primeiras eleições democráticas.A | constituição estabelece o sistema | semi-presidencialista com os seguintes órgãos do | Estado:Presidente da República, Assembléia Nacional, | Governo com um mandato de 5 anos e os Tribunais. | DIVISÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA | 18 Províncias, 193 Municípios, 475 Comunas | RECURSOS MINERAIS | Angola é um País eminentemente rico em recursos | minerais. Estima-se que o seu subsolo alberga 35 dos | 45 minerais mais importantes do comércio mundial entre | os quais se destacam o petróleo, gás natural, | diamante, fosfatos, substâncias betuminosas, ferro, | cobre, magnésio, ouro e rochas ornamentais. | |
PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS | UNIDADE MONETÁRIA | Kwanza Reajustado (1 KzR= 100 Lwei)USD 1 = 280.270 | KzRO Banco Nacional de Angola (BNA) assume o papel do | Banco Central. | PNB POR HABITANTE | 410 USD (1995) | PIB | 3,772 bilhões USD (1995)Agricultura: 13%Indústria: | 59%Serviços: 28% | TAXA DE CRESCIMENTO DO PIB | -4,1% (média anual 1990-1995) | EXPORTAÇÕES DE MERCADORIAS | 3.508 milhões USD (1995) | IMPORTAÇÕES DE MERCADORIAS | 1.748 milhões USD (1995) | DÍVIDA EXTERNA TOTAL | 11.482 bilhões USD (1995) | Dois milhões de famílias angolanas em extrema pobreza | Dois milhões de famílias angolanas estão em situação | de "extrema pobreza", disse, em Luanda, o chefe do | Gabinete de Monitorização da Condição de Vida da |
População do Instituto Nacional de Estatística (INE). | Camilo Ceita referiu que o INE determinou esses | agregados com base nos inquéritos realizados em 1995 e | 2000. | De acordo com o especialista, a pobreza evoluiu, desde | 1995 até 2000, cerca de quatro por cento em cinco | anos, segundo dados apurados pelo INE que aguardam | apenas a oficialização. | Salientou que os agregados inquiridos possuem um | rendimento igual ou inferior a 51 dólares/ano, "se | comparado aos indicadores das Nações Unidas, estão na | escala dos pobres". Apontou como causas da pobreza a | migração de populações carenciadas das zonas rurais | para as áreas urbanas das principais cidades do país. | Camilo Ceita acrescentou que além da guerra, que | provoca o êxodo rural das populações, a aplicação de | políticas que não contribuem para o desenvolvimento | económico origina também o aumento da pobreza. | O responsável informou que o país detém baixos níveis | de alfabetização e de condição de vida dos seus | habitantes, cujos índices de escassez de bens | alimentares se situam em 75 por cento. Acrescentou que | Angola possui igualmente uma alta taxa de mortalidade | infantil. | | PARA QUE CONHECAM MELHOR O NOSSO TRABALHO SE QUISEREM | IR ATE O NOSSO | SITE:http://members.freemail.absa.co.za/sosafrica89. |
Caso queiram contribuir para que muitos Africanos | sejam alcancados pela Palavra de Deus aqui està o | nùmero de nossa Conta:Ag. Bradesco 2079-6 o nùmero da | conta 20339 - 4 em favor de Oseas da Silva. | Deus que a todos abençoem em nome de Jesus. | OBS: Se quiser pode divulgar o nùmero da conta e o | Site para todos os interessados em um trabalho sèrio. | Obrigado !!!!!!!!!!


10/10/06 Em relação a ordem alfabetica dos municipios: Lê-se e escreve-se Camucuio-provincia do Namibe-Angola e não Camulo Obrigado pela compreensão _Clemente Ndala CMB

Clemente Ndala
O que deve saber antes de partir para Angola
Andrea Duarte
 
Se está a pensar emigrar para Angola, consulte primeiro este guia de sobrevivência com alguns conselhos.
Cerca de cem mil portugueses vivem hoje em Angola. Para ser o próximo, é preciso tomar alguns cuidados antes de partir e preparar-se bem para o que vai encontrar à chegada. A melhor forma de o fazer é falar com o maior número possível de pessoas que já tenha estado lá, aconselha o livro "Trabalhar em Angola", do assessor de comunicação Hermínio Santos.
 
1. Antes de partir
É obrigatório estabelecer bem todos os pormenores do seu contrato e ir à consulta do viajante, onde será informado das vacinas e cuidados a tomar. Convém levar alguns medicamentos. Na bagagem, têm de estar o visto e o boletim de febre-amarela, obrigatórios para entrar no país.
 
2. Negociar o contrato ainda em Portugal
Na negociação do contrato, tenha em atenção se é possível receber parte do seu salário em euros. As viagens para Portugal também podem fazer parte do pacote e pode definir qual a companhia com que pretende viajar: a TAP ou a angolana TAAG. Falar com o maior número de quadros que estejam ou tenham passado pelo país ajuda a estabelecer uma base de comparação para saber que salário deve esperar.
 
3. O que vai receber e o que vai gastar em Angola
Um director de uma empresa ganha entre dez mil a 15 mil dólares por mês (entre 7.531 e 11.310 euros), enquanto um administrador pode auferir até 20 mil dólares (15.087 euros). Já um técnico ganha entre 4.500 a seis mil dólares por mês (entre 3.395 e 4.526 euros). Assegure-se de que o salário será pago em euros ou em dólares, apesar da moeda nacional ser o kwanza. Luanda é das cidades mais caras do mundo e o custo de vida reflecte esse facto. A renda de um T3 ou T4 pode atingir os sete mil ou nove mil euros por mês.
 
4. Cuidados a ter com a segurança
Há cuidados básicos a ter em qualquer metrópole mundial que convém respeitar em Luanda. Manter as janelas de casa fechadas quando está fora, trancar as portas do carro e não seguir por caminhos que não conhece são alguns exemplos.
 
5. Levar os filhos e encontrar escolas para eles
A maioria dos expatriados portugueses escolhem os colégios privados internacionais, mais caros mas menos sujeitos às debilidades do sistema nacional de ensino angolano. O acesso não é automático e ,além de dinheiro, pode exigir conhecimentos. Nas escolas internacionais, o preço pode variar entre os 25 mil a 40 mil dólares por ano (18.857 a 30.181 euros). Na Escola Portuguesa de Luanda, as propinas quadrimensais são de 990,54 euros para os cidadãos portugueses.
 
6. O que fazer nos tempos livres
A praia (fora de Luanda), os restaurantes, as viagens pelo país e as discotecas são os passatempos mais populares entre angolanos e expatriados.
 

Nota: Trabalho publicado na edição de 13 de Fevereiro de 2012 do Diário Económico


Inforamçãoe sobre o Casal Daniel e Marcia Gomes, missionários em Angola.
Muito interessamte.
Davi Galúcio
 

----- Mensagem encaminhada -----
José Daniel e Marcia Gomes _ 4 de Outubro de 2012 : O Livro do Deus
 
O Livro do Deus na nossa lingua
 
-          “Nós queremos o Livro do Deus na nossa língua. Voces podem trazer pra nós?“
Esta foi a pergunta que o chefe do povo Ngendelengo fez à mim há duas semanas quando fomos pela primeira vez visitar este povo.
Nós tínhamos acabado de ter uma conversa na qual eu estava apresentando a eles o jovem JOCUMeiro Daniel Kessongo que esta se preparando pra viver entre eles. Explicamos as nossas intenções e que o jovem Kessongo deseja conhecer a cultura deles, aprender sua língua, e viver com eles para que seja capaz de traduzir a Biblia – o Livro do Deus - em sua língua. Eles ficaram muito felizes com a noticia, nos contaram um pouco de seus problemas e o tipo de ajuda que precisam (cuidados de saude, água, sementes, etc) e disseram que vão recebe-lo de braços abertos. Até queriam que ele já ficasse lá de vez!
Depois de muita conversa, o chefe segurou minha mao com firmeza, me olhou nos olhos, e disse: “nós queremos o Livro do Deus na nossa língua. Voces podem trazer pra nós?”
Confesso que senti um aperto gelado no estomago enquanto pensava em como responder a sua pergunta, ciente do tamanho da responsabilidade que eu estava prestes a assumir. Ate que criei coragem e respondi: “sim, nos vamos fazer tudo o que pudermos ate que vocês tenham o Livro do Deus na sua língua.”
Regressamos pra casa cheios de alegria e expectativa e fazendo um monte de planos.
Eu pessoalmente estou discipulando o jovem Kessongo e juntamente com Marcia estamos ajudando-o a levantar o sustento mensal que precisa. Em novembro ele vai participar do seminário de introdução ao método de Traduçao Oral da Biblia e a partir de janeiro ele vai morar no Munhino, há 40 Km da aldeia do povo Ngendelengo. Ali ele vai viver com uma família de JOCUMeiros (Sebastiao e Kami) que trabalha entre o povo Mukubal. Sebastiao, que já tem mais de 10 anos de experiência de trabalho transcultural vai orienta-lo durante um período de incursões entre o povo para pesquisa da língua e da cultura, ate que ele possa finalmente ir morar entre o povo.
Que desafio! Que responsabilidade o Senhor esta confiando a nós!
Levar o Livro do Deus para este povo!
Pode ser que demore muitos anos e com certeza vamos ter muito trabalho, mas graças a Deus podemos contar com vocês.
 
 
Na "reuniao" com os lideres do povo. O homem de camisa vermelha é o chefe que fez a pergunta.
 
Daniel Kessongo apontando para a montanha onde o povo Ngendelengo vive.
 
Mulheres Ngendelengo....
 
Crianças Ngendelengo....
 
Nosso acampamento na aldeia.
 
Com amor,
 Daniel e Marcia
= =

 proangola@gmail.com
Ola irmaos,
Nesta semana estivemos no Kamukuio, na regiao dos povos Muhumbi, Mukuando e outros “Mus”...
Lá esta sendo construída a primeira casa de apoio para o projeto de tradução da Biblia para as línguas destes povos. Temos conosco uma equipe de 5 voluntarios da Wycliffe Associates (4 Americanos e 1 Canadense) trabalhando com nossos obreiros. A tarefa do Daniel nestes dias foi soldar as “tesouras” de ferro para o suporte do telhado.
Eu (Marcia), como não posso fazer esforço por causa do meu problema na coluna que tem se agravado, ajudei a fazer o serviço de apoio: cozinhar, limpar, buscar agua, animar os irmãos, etc...
O sol estava de “rachar” e o trabalho é bastante duro, mas nas horas mais difíceis e de maior cansaço, procuramos nos lembrar do alvo para o qual tudo isso esta sendo feito: a tradução da Biblia para estes povos! Por isso vale a pena!
Voltamos ontem de lá porque aqui também tem muito trabalho a nossa espera. Estamos preparando tudo para receber os professores e alunos do primeiro Seminario de Treinamento para a Tradução Oral da Biblia que vai acontecer la de 1 a 13 de novembro.
Tambem já estamos trabalhando no planejamento do Projeto de Educacao que vai acontecer em janeiro, mas depois a gente conta mais sobre isso.
Pedimos que orem pela equipe de voluntários da construção. Eles estão bem cansados e ainda faltam 10 dias ate voltarem para seus países. O calor esta mesmo muito forte e isto tem dificultado bastante o rendimento de todos.


Fotos
Daniel soldando......
......quando a primeira tesoura ficou pronta! Uhu.....
Os voluntarios dos Estados Unidos e Canada......
...nosso acampamento no barracao em meio aos materiais de construçao.......
.....a casa começando a aparecer. Aleluias......!!!!
Muito obrigado por estar conosco neste “empreitada”.
Com amor _ Daniel e Marcia.

(Taborda)
www1.folha.uol.com.br _ 27/04/2013 - Angola proíbe operação de igrejas evangélicas do Brasil
 
Publicidade
 
PATRÍCIA CAMPOS MELLO
DE SÃO PAULO
 
O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país.
Segundo o governo, elas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano", além de não terem reconhecimento do Estado.
 
Medida do governo angolano assegura 'monopólio' à Universal
 
"O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa", disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.
 
Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.
 
Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.
 
O mote do culto era "O Dia do Fim", e a igreja conclamava os fiéis a dar "um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas."
 
O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país -- Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém-- foram fechadas
 
www.estantevirtual.com.br

- -
Debora Miguel - saiu dia 27/04 - muito triste isso
- -
Timóteo Bachmann - Se não bastasse o mal que fazem aqu no Brasil, essas igrejas que são puro comércio já estão causando problemas até no exterior!!


Artigo publicado no Jornal de Luanda “Novo Jornal”  nº 275 de 26 de Abril de 2013
 
 
Líder da Comunidade Islâmica: “Angola tem de aceitar o Islão”
 
O Executivo angolano ainda não reconheceu o Islão em Angola por constituir uma “ameaça”.
Mesquitas são regularmente encerradas em todo o país, mas o presidente
da Comunidade Islâmica em Angola, David Já, diz que “em nenhuma parte do Alcorão se ensina a praticar o massacre e o vandalismo”.
 
Texto de David Filipe
Fotos de AmpE Rogério
 
Qual é a real situação do Islão em Angola?
Do ponto de vista legal, a religião Islâmica não está ainda reconhecida em Angola. Temos feito os
exercícios do culto da religião na base da lei nº2/04, de 21 de Maio, que consagra a liberdade de consciência e de religião. Temos um retrocesso do ponto de vista das garantias e das liberdades e direitos fundamentais dos cidadãos.
 
Essas garantias são violadas?
Há uma violação flagrante, porque Angola é um país de Estado e de Direito Democrático. Infelizmente, este direito não tem sido respeitado. A lei, a par da Constituição, diz que o culto é livre, facultativo e não carece de autorização do Estado.
 
Vários extractos da sociedade, incluindo o próprio Estado, sustentam que a expansão do Islão pode ser uma ameaça.
A expansão do islamismo no país não constitui qualquer ameaça. Os conflitos no mundo são motivados por razões de interesse político e socioeconómico e nunca se fundamentam na religião. Em nenhuma parte do Alcorão se ensina a praticar o massacre e o vandalismo.
 
Quando é que o Islão ganhou espaço em Angola?
Ganhou espaço em Angola depois da abertura política, que permitiu a entrada e a radicação de cidadãos de várias origens, particularmente no Oeste africano, onde esta religião é predominante.
 
Considera que existe algum receio em reconhecer o islão?
Estamos a trabalhar no sentido da oficialização, mas eu refuto qualquer declaração que considere
a religião islâmica como sinónimo de terrorismo ou esteja ligada a esse fenómeno que hoje em dia
assola o mundo inteiro. Não concordo com isso. Vemos o caso de Moçambique, onde 60% da população é muçulmana, não há terrorismo.
Podia citar outros países da região da SADC, onde há um elevado número de muçulmanos, como
a Namíbia e a África do Sul, e onde não há terrorismo. Professamos uma religião com ideologia própria, consciência e os crentes que professam esta religião fazem-no na sua liberdade e no uso da sua consciência religiosa.
 
O que poderá estar detrás deste não reconhecimento?
Já disse que, do ponto de vista legal, Angola não é um país confessional. Isto significa que não existe uma igreja oficial de Estado, mas a prática diz-nos que há igrejas oficiais.
 
Pode citar algumas?
São conhecidas. Têm um maior tempo de antena na Televisão Pública de Angola, quando realizam as suas actividades religiosas.
 
Que evidências destaca para dizer que são igrejas de Estado?
Há dias, houve uma viagem à Argentina. Os membros oficiais do Estado foram representantes da
própria igreja. Quanto falam do Islão, há sempre polémica. É assim que, em todo o país, somos impedidos de construir os nossos templos.
 
Essas igrejas estarão a impedir o vosso reconhecimento?
Não sei. Nós, muçulmanos, sofremos uma discriminação de tamanho tão elevado, ao ponto de
inviabilizarem tudo o que fazemos. Angola tem de aceitar o Islão, porque estamos num mundo
cada vez mais globalizado. Hoje uma pequena acção que acontece passa a ser do conhecimento
de todo o mundo. Não estamos fechados como antes. Agora estamos num Estado de Direito.
 
Como descreve essa discriminação?
Às vezes, queremos legalizar um terreno e, quando se apercebem que naquele lugar vai ser construída uma mesquita, há sempre controvérsia.
 
Apesar de o Islão não ter sido reconhecido. Como conseguiram erguer as actuais mesquitas?
Temos um universo de mais de 50 mesquitas que construímos na base da violação flagrante do direito.
Cada um tem o direito de manifestar a sua religião sem impedimento, porque não há uma violação de outrem.
 
Se o Governo decidir fechar os templos, quais serão os meios ou mecanismos que irão usar face a este problema?
Não somos cidadãos que estamos indefesos.
 
Têm algo que vos proteja?
A própria Constituição nos defende: o Estado protege as igrejas, os templos e os objectos de culto.
Como é que o Estado aparece para vandalizar uma igreja? Assim, estamos perante um contra-senso.
 
Comenta-se que o Executivo não reconhece a igreja por causa da existência de alas. O Islão está dividido?
O que constatamos são igrejas cristãs que têm essa prática de divisão. Os muçulmanos não têm
uma hierarquia eclesiástica, como outras igrejas cristãs. No nosso caso, cada comunidade, por exemplo, no Hoji-ya-Henda, Palanca, Mártires do Kifangondo, tem um comité que rege a gestão da mesquita. Este comité é o interlocutor  entre o Estado e as comunidades muçulmanas. Não somos como os cristãos que têm muitas denominações religiosas. O islão é uno e indivisível.
 
Discorda deste argumento, portanto…
Houve algumas pequenas fricções, que já passaram, porque cada um de nós tem uma ambição. O Estado angolano procurou um bode expiatório.
 
Que bode expiatório é esse?
O Estado deve ser um elemento de bem. Fizemos um documento, em 2006, que estava a tentar criar um estatuto para que haja um reconhecimento do Islão, mas o próprio Estado sabotou essa iniciativa.
Agora, não venham dizer que não estamos unidos.
 
Continua a haver pressão para o encerramento de mesquitas?
Sim. A ordem continua, ou seja, estamos perante uma ordem superior!
 
Da parte de quem, concretamente?
Deparamo-nos com situações muito tristes em várias províncias do interior, como as do Huambo, Bié, Lunda-Sul, Moxico e Lunda-Norte, onde as mesquitas foram encerradas.
Os governantes locais não permitem a construção de outras.
Por exemplo, no Cuango, província da Lunda-Norte, comprámos um armazém de 60 metros de largura e 45 metros de comprimento, infelizmente, o administrador recebeu uma ordem de Luanda, a dizer que nenhuma mesquita podia ser construída no local. O administrador vendeu a casa e já reclamámos, mas, como é uma ordem superior do Estado, até ao momento, ninguém conseguiu resolver este problema.
 
Há vandalismo nas mesquitas?
Sim. As mesquitas estão a sofrer vandalismo, mesmo no município do Cuango. Em pleno dia do Ramadão, apareceram agentes da Polícia Nacional, orientados pelo administrador local, e tiraram o gerador e outros meios indispensáveis. Pagamos um terreno no valor de 2.500 dólares ao administrador do Makamango para a comunidade muçulmana, mas o mesmo deu uma metade
à sua namorada.
 
Não reagiram?
Como é que vamos agir? Nós agora queremos que as autoridades venham justificar, do ponto
de vista legal, que em Angola não deve existir o Islão. Essa gente injecta outras ordens e desvia a
ordem jurídico-legal da Constituição, que todos devemos respeitar.
Em abono da verdade, nessas condições, de nada nos vale construirmos um Estado de Direito Democrático.
 
No seu relatório anual sobre a liberdade de religião, o Departamento de Estado norte-americano diz que, em Angola, a comunidade islâmica continua a ser alvo de perseguição. Corresponde à verdade?
Apesar de Angola respeitar a liberdade de religião, o governo não reconhece formalmente qualquer
organização islâmica.
Verificamos o encerramento ou a destruição de várias mesquitas. Há três anos foram detidos 50 membros de uma mesquita na cidade do Huambo, depois de o templo ter sido incendiado.
Após o incidente, as autoridades locais informaram os líderes da mesquita que não podiam voltar a reunir-se, visto que a religião islâmica não era reconhecida oficialmente.
 
Tendo em conta todo este tempo de tentativa de legalização, pode-se concluir que o Estado não quer mesmo o Islão no país?
O Estado tem de tentar aconchegar as pessoas, tem de despir as cores políticas e partidárias, bem
como as religiosas. Tem de ser apenas um elemento aglutinador, um elemento que globaliza toda a sua população, porque nós nascemos aqui, Deus nos criou aqui e a nossa terra é aqui.
 
Qual é o censo actual da população muçulmana?
Nós não temos um censo bem definido. Segundo estimativas, a comunidade muçulmana é de aproximadamente 800 mil fiéis.
 
Entre angolanos e estrangeiros?
Exactamente.
 
Há muitos angolanos a aderirem à comunidade?
Sim. Eu mesmo, que falo sobre a comunidade em Angola, sou um angolano. Também os outros indivíduos que vocês encontraram lá fora, são muçulmanos.
 
Quando se fala da expansão do Islão fica a ideia de que uma consequência negativa poderá
surgir. Pode ajudar-nos a desmistificar esta ideia?
Que consequências? Um islâmico deve submeter-se à vontade de Deus Altíssimo, porque é a verdadeira fonte de Paz. Conhecer as leis de Deus (fé, amor ao próximo, respeito--mútuo, caridade, fraternidade, tolerância, entre outras) e praticá-las no dia-a-dia pavimenta o caminho
para o encontro da verdadeira paz.
Como é que uma religião com essas qualidades pensa mal das pessoas? Os que dizem isso só tentam denegrir a imagem do Islão em Angola.
 
Há queixas relativas a muitas jovens que se tornam escravas depois de casadas com os crentes desta doutrina e são ainda obrigadas a sujeitarem-se a hábitos que nada têm a ver com os costumes do povo angolano…
Um elemento que professa o islão e cometa essa irregularidade não pode afectar todo o Islão. A
título de exemplo, se um católico cometer um crime, não poderá envolver toda a igreja. Deve ser
responsabilizado criminalmente apenas o seu autor. Não podemos ver as coisas dessa maneira. Quem escraviza, deve ser responsabilizado como cidadão e não a igreja. Isto tem de ficar bem claro.
 
Que contribuição a igreja muçulmana tem dado ao Executivo angolano?
Para dar uma contribuição social tenho de ser um parceiro social do Estado e ter uma personalidade jurídica.
 
Os membros desta igreja que detêm cantinas e armazéns, não correspondem a uma “grande” contribuição?
Vamos tentar desmistificar as coisas! Uma coisa é o José, que professa uma religião e é um comerciante. Ter um negócio particular não tem nada a ver com a comunidade. ( Camilo )


Informações diversas sobre a Angola ver : www.uniaonet.com/afangoladiv02.htm
Participe! Envie-nos seu comentário _ www.uniaonet.com/email.htm